A TURMA DE AMIGOS DO CRATO NA INTERNET! SÁBADO, 15 DE JANEIRO DE 2022 E-MAIL:ROMULOCRATO@GMAIL.COM)
sexta-feira, 21 de junho de 2013
CONVITE DE ANIVERSÁRIOS:
A confraria do Zé Pajé convida todos a se fazerem presentes aos aniversários de JOÃOZINHO e NESTOR que será realizado no dia 29/06/2013
sábado, 8 de junho de 2013
"JORNALISTA TEM COMPLEXO DE ELITE"
Texto extraído da Revista Carta Capital
Quando eu trabalhei na Folha de S.Paulo pela primeira vez, em 1989, fui demitida porque confundi fisicamente o irmão de PC Farias, Luiz Romero, com o cientista político Bolívar Lamounier (parece bizarro, mas eles eram de fato parecidos). Na época, fiquei muito triste porque me pareceu uma bobagem diante dos furos que tinha dado em minha passagem-relâmpago por lá, e me senti como a namorada que é chutada no auge da paixão. Depois, refletindo, vi que foi a melhor coisa que poderia ter acontecido ao meu ego de fedelha de 22 anos que já estava se achando, em pleno início de carreira, uma das maiores jornalistas do país. Também foi importante por me fazer perder rapidamente a ilusão de ser imprescindível e não apenas um parafuso na engrenagem deste grande negócio que se chama imprensa. Descobri cedo qual era o meu lugar.
Quatro anos mais tarde, quando o jornal me convidou para voltar, eu era outra. Meu entusiasmo e a vontade de fazer reportagens interessantes continuavam intactos, mas havia morrido dentro de mim aquela sensação de “pertencer” a alguma empresa que contratasse os meus serviços, de ser “querida” na casa ou de integrar uma “família”. Para mim, meu empregador passara a ser apenas meu empregador. E eu, uma mera operária da palavra, que estava por ali fazendo o meu melhor, mas que tinha claro que podia ser descartada a qualquer momento. Até porque, no Brasil, quanto mais você se torna experiente e se destaca numa empresa jornalística, e consequentemente ganha mais, não passa a ser o menos visado na hora dos “cortes”, e sim o oposto.
Esta visão pragmática não me tornou, entretanto, insensível ao descarte de vários contemporâneos que presenciei ao longo dos anos. Cada vez que um deles é chutado, ao contrário, sinto uma revolta ainda maior do que senti naquela primeira (e felizmente única) demissão. É como se fosse comigo. Sinto raiva quando lembro da vez que um amigo, excelente texto, foi dispensado, após 13 anos como repórter, e o primeiro que comentou foi: “Puxa, e olha que nunca dei um ‘erramos’”. Ou do que aconteceu recentemente com um fotógrafo querido, que comemorou pela manhã no Facebook os 20 anos de jornal e, à noite, voltou para publicar em seu mural que havia sido demitido. A empresa certamente nem se deu conta de que o fazia justo naquele dia. Na planilha de custos, aquele profissional impecável se resumia a alguns dígitos numa folha de pagamentos.
A esmagadora maioria dos jornalistas que conheci na minha já longa carreira são, como eu mesma, pés-rapados que ascenderam socialmente em virtude do seu trabalho, apurando, entrevistando, escrevendo, editando, fotografando. Infelizmente, com a ascensão social (somada ao convívio com o poder), os mal nascidos jornalistas se iludem de que passaram a integrar a elite, senão financeira, intelectual do País. É por isso que, como diz Mino Carta, “o Brasil é o único lugar onde jornalista trata patrão como colega”. Boa parte dos jornalistas acha mesmo que os patrões são colegas: colegas de classe. Patrões e jornalistas estariam lado a lado na elite. Não é à toa que tantos não se constrangem em escrever reportagens que representam uma classe a qual não pertencem de origem: se mimetizaram com ela.
É claro que jornalistas ficam abalados e tristes, sim, quando um companheiro de redação é demitido, mas não a ponto de fazer protestos ou de se organizarem para questionar as “reestruturações”. E por que é assim? Eu acho que, no fundo, os jornalistas não reagem quando alguém vai parar no olho da rua porque, de certa maneira, se sentem solidários também com o dono, seu “colega”, na fria e corriqueira justificativa de de que “era preciso cortar os custos”. Como se a empresa onde batem ponto diariamente fosse um pouco sua, ao mesmo tempo que sabem que serão os próximos. Aquela bendita demissão 24 anos atrás me livrou de sentir esta síndrome de Estocolmo.
Não sei o que vai acontecer, no futuro, com o jornalismo impresso, em crise no mundo –e mais em um país de pouca leitura como o nosso. Não acredito que as demissões que se tornarão cotidianas sejam capazes de provocar na categoria uma consciência de classe que nunca teve e que, ao meu ver, nunca terá. A minha esperança é que a mesma internet que tem causado a fuga de leitores e os consecutivos cortes nos jornais proporcione um novo modelo de empresa de comunicação, alguma experiência individual, quiçá conjunta ou até cooperativa, em que possamos ser patrões de nós mesmos, para variar. As crises costumam ser boas para reconstruir. Oxalá nasça daí um jornalismo onde saibamos melhor nosso lugar na sociedade e a quem estamos servindo ao ganhar, com a notícia, o pão de cada dia.
Publicado em 6 de junho de 2013
Por Cynara MenezesEm BLOG
@cynaramenezes"Brasil supera crise por não seguir receita da The Economist"
Por Roberto São Paulo-SP 2013
Comentário ao post "The Economist usa de ironia para criticar Mantega"
(Texto extraído do site advivo de Luiz Nassif)
Creio que seguirmos as receitas defendidas pela 'The Economist', o Brasil vai viver o inferno da recessão e do desemprego, assim como a maior parte da zona do euro, que justamente estão seguindo as receitas defendidas pela 'The Economist'.
O Brasil com ações criativas e inovadoras, tem conseguido superar a maior crise econômica dos últimos 70 anos, justamente por não ter seguido as receitas defendidas pela 'The Economist'.
O Brasil nos tempos de FHC, seguiu a maior parte das receitas defendidas pela 'The Economist', e justamente por isso quebrou várias vezes durante qualquer crise de liquidez no sistema financeiro internacional, crises infinitamente menores do que a crise que estamos vivendo atualmente na economia internacional.
Com os aportes ao BNDES, O Brasil conseguiu superar a falta de financiamento de longo prazo, com a redução do superávit primário e do compulsório bancário, conseguir aumentar o crédito domestico, evitar a falta de liquidez, aumentando o consumo do mercado interno.
Com a administração correta da reservas Cambiais, e a cobrança do IOF para investimento estrangeiro em renda fixa e no mercado de derivativo, o Brasil tem se conseguido pela primeira vez evitar uma grave crise cambial diante de uma agrave crise de liquidez no mercado financeiro internacional.
Com o aumento do crédito agrícola tem conseguido aumentar significativamente a produção agrícola.
Com a instalação das novas plataformas pela Petrobras e a conclusão das novas refinarias, o Brasil além de aumentar a produção de petróleo e derivados, vai reduzir as importações, contribuindo não só para aumentar o ritmo de crescimento do PIB, mas também para reduzir o déficit em conta corrente.
Creio que a 'The Economist', gostaria que as empresas inglesas é que explorassem e lucrassem com o petróleo no Brasil, e que o Brasil deixasse o livre fluxo de capital proporcionar lucros ainda maiores aos investidores internacionais.
Além de evitar a recessão e o desemprego, o Ministro Guido Mantega, tem conseguido aumentar significativamente o PIB desde de 2006, o Salário Mínimo, a renda e principalmente o nível de emprego com carteira assinada, e também tem conseguido reduzir os juros da Selic, o spread bancário, e aumentado o crédito imobiliário, e justamente por ter contrariado as receitas defendidas pela 'The Economist'.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Aniversários de 2013 (Brasil e Erivelton)-Introdução
Conforme foto do cartaz acima, a CONFRARIA DO ZÉ PAJÉ, comemorou neste último sábado(dia 18/05/2013), os aniversários de BRASIL e ERIVELTON. Para esse maravilhoso evento, com direito a jantar e data show, compareceram os demais componentes registrados em fotos logo abaixo.
Aniversários de 2013(Brasil e Erivelton)-Fotos Iniciais
Para nossa grata surpresa, o amigo LOPES apresentou um LP histórico, da sua coleção de LPs, referente à banda inglesa "THE BEATLES". Este Lp da capa branca tem uma avaliação monetária (segundo pesquisas na internet), de mais de 30 mil dólares.
Aniversários de 2013(Brasil e Erivelton)-Entrega de Cd Personalizado à Brasil
Conforme fotos acima, o aniversariante BRASIL recebeu da sua namorada um cd personalizado, intitulado: "O Gosto Musical de Brasil", contendo a seguinte relação de músicas:
1)-You've Got A Friend(James Taylor);
2)-Could It Be Magic(B. Manilow);
3)-Deja Vu (John Fogerty);
4)-Eye Of The Zombie (John Fogerty);
5)-Knockin' On Your Door(John Fogerty);
6)-Change In The Weather(John Fogerty);
7)-Sail Away (John Fogerty);
8)-The Sound Of Silence (Simon And Garfunkel);
9)-Reflection Of My Live (The Marmelade);
10)-You're The First The Last My Everything(Gloria Gaynor & Isaac Hayes);
11)-Mr. Greed(John Fogerty)
1)-You've Got A Friend(James Taylor);
2)-Could It Be Magic(B. Manilow);
3)-Deja Vu (John Fogerty);
4)-Eye Of The Zombie (John Fogerty);
5)-Knockin' On Your Door(John Fogerty);
6)-Change In The Weather(John Fogerty);
7)-Sail Away (John Fogerty);
8)-The Sound Of Silence (Simon And Garfunkel);
9)-Reflection Of My Live (The Marmelade);
10)-You're The First The Last My Everything(Gloria Gaynor & Isaac Hayes);
11)-Mr. Greed(John Fogerty)
Aniversários de 2013(Brasil e Erivelton)-Entrega de Presentes à Brasil
Conforme fotos acima, o aniversariante BRASIL recebeu do amigo Júnior, os seguintes presentes:
1)- um DVD MUSICAL do grupo Bee Geens(Edição de Colecionador);
2)-um CD MUSICAL do grupo Paralamas do Sucesso (maiores sucessos)
1)- um DVD MUSICAL do grupo Bee Geens(Edição de Colecionador);
2)-um CD MUSICAL do grupo Paralamas do Sucesso (maiores sucessos)
Aniversários de 2013(Brasil e Erivelton)-Entrega de Presentes à Erivelton:
Conforme fotos acima, o aniversariante ERIVELTON recebeu do seu irmão ERINALDO os seguintes presentes:
- um DVD MUSICAL da cantora Marisa Monte(memórias, crônicas e declarações de amor);
- um CD MUSICAL do cantor Raul Seixas (Maluco Beleza)
- um DVD MUSICAL da cantora Marisa Monte(memórias, crônicas e declarações de amor);
- um CD MUSICAL do cantor Raul Seixas (Maluco Beleza)
Aniversários de 2013(BRASIL E ERIVELTON)-Prestação de Contas
Relação de Despesas com os aniversários de Brasil e Erivelton:
1)-Um Jantar...............................................R$ 100,00
2)- cem salgados (pagos à doce festa)..........R$ 30,00
3)-Presentes p/Brasil(1 cd e 1vd)..................R$ 30,00
4)-Presentes p/Erivelton(1 cd e 1 dvd)..........R$ 30,00
5)-2 velas tufão.............................................R$ 6,00
6)-uma capa p/cd de Brasil............................R$ 2,50
7)- dois cds virgens (phillips)..........................R$ 3,00
8)- 1 cartolina + papel para presente...............R$ 0,75
Total Geral.......................................................R$ 202,25
1)-Um Jantar...............................................R$ 100,00
2)- cem salgados (pagos à doce festa)..........R$ 30,00
3)-Presentes p/Brasil(1 cd e 1vd)..................R$ 30,00
4)-Presentes p/Erivelton(1 cd e 1 dvd)..........R$ 30,00
5)-2 velas tufão.............................................R$ 6,00
6)-uma capa p/cd de Brasil............................R$ 2,50
7)- dois cds virgens (phillips)..........................R$ 3,00
8)- 1 cartolina + papel para presente...............R$ 0,75
Total Geral.......................................................R$ 202,25
sábado, 4 de maio de 2013
CONVITE DE ANIVERSÁRIOS
NO DIA 18 DE MAIO DE 2013, A CONFRARIA IRÁ COMEMORAR OS ANIVERSÁRIOS DE BRASIL E ERIVELTON. FICA, DESDE JÁ, FEITO O CONVITE PARA TODOS OS COMPONENTES DA CONFRARIA COMPARECEREM A ESSE EVENTO.
domingo, 28 de abril de 2013
"FUX E A AUTODESMORALIZAÇÃO DO STF"
Por Marco Antonio L.
Do Diario do Centro do Mundo
Os reais culpados pelo descrédito do STF são os próprios juízes.
Uma das teses mais idiotas que circulam nos círculos de sempre no Brasil afirma haver uma “tentativa de desmoralização” do STF.
Vocês me dão uma pausa para risada?
Ora, não existe propósito em desperdiçar tempo e energia para desmoralizar nada que se autodesmoralize.
Ou alguém afirma que Fux, para ficar num caso, é vítima de uma campanha?
É mentira que ele:
1)Procurou Dirceu?
2)Admitiu que se encontrou com ele em sua campanha patética por uma vaga no Supremo, mas afirmou não saber que Dirceu era réu do Mensalão?
3)Julgou casos em que estava envolvido o escritório de um velho amigo que, não bastasse este vínculo de camaradagem, é patrão de sua filha, num monstruoso conflito de interesses?
Isto se chama “autodesmoralização” em grande escala.
Saiamos de Fux e examinemos seu chefe, Joaquim Barbosa.
Qual a atitude de Barbosa sobre o comportamento de Fux?
Seria muito esperar uma admoestação sobre a busca frenética de apoio político. Afinal, o próprio JB tem uma história não muito edificante neste capítulo. Pobre Frei Betto.
Mas sobre a conexão entre Fux e um grande escritório: nada a dizer? Nenhuma mensagem aos brasileiros?
O silêncio de JB neste assunto – e ele tem conversado com jornalistas como Merval e Mônica Bérgamo para defender a si próprio – é, também ele, desmoralizador.
Desmoraliza a ele mesmo e ao Supremo. (Acrescento aqui que desmoraliza também os jornalistas que o entrevistaram, por deixarem de fazer uma pergunta essencial.)
Gastar 90 mil reais na reforma de banheiros também não contribui para elevar a imagem de JB, e muito menos ele ter chamado de “palhaço” o repórter do Estadão que, ele sim, perguntara o que tinha que ser perguntado.
É importante lembrar, quando se reflete sobre o mensalão e os recursos que vão aparecendo, que os brasileiros não conheciam as monumentais fragilidades dos integrantes do Supremo à época do julgamento.
Vigorava a crença, alimentada pela mídia, de que eram Catões.
A mídia “a serviço do Brasil” não dera a seus leitores as informações mínimas essenciais sobre a naturezareal da principal corte brasileira.
Ora, estava escrito num livro de Frei Betto muito anterior ao julgamento como JB chegou ao Supremo – mas nenhuma linha foi dedicada a isso entre as milhares sobre o caso.
Ou não é importante saber que JB foi escolhido não pela excelência e sim porque Lula quis colocar um negro no Supremo?
Diante de tantas informações novas que mostram a face real dos juízes que foram absurdamente incensados, é natural que cresça a pressão para que todos os recursos cabíveis sejam analisados do jeito que devem ser, no Brasil ou no direito internacional.
Havia, antes do julgamento, pistas sobre a debilidade dos juízes, é verdade. Mas eram apenas pistas.
Uma que julgo particularmente forte foi dada por Marco Aurélio Mello.
O discurso que ele fez em maio de 2006, ao assumir a presidência do Tribunal Superior Eleitoral, é revelador.
Vou selecionar duas frases que valem por mil:
1) “Não passa dia sem depararmos com manchete de escândalos.”
2)“Perplexos, percebemos, na simples comparação entre o discurso oficial e as notícias jornalísticas, que o Brasil se tornou um país do faz-de-conta.”
O que está dito aí é que Mello tomou como absolutamente verdadeiras as notícias que leu num momento de acachapante vale tudo jornalístico em que todas as fronteiras éticas foram cruzadas.
O símbolo dessa era foi uma capa da Veja em que se publicou um dossiê com a informação de que Lula tinha milhões no exterior . Ah, sim, os leitores entre vírgulas foram avisados de que a revista não conseguira confirmar nem desmentir uma informação de tamanha gravidade.
Foi o boimate na versão política.
Crer cegamente na imprensa – nas manchetes – como Mello pode levar a erros brutais.
E não só no Brasil.
Nos dez anos da Guerra do Iraque, há algumas semanas, a mídia americana foi obrigada a enfrentar os erros colossais que cometeu na época.
O maior deles – que representou o apoio a um ataque que acabaria por destruir virtualmente um país inteiro – foi afirmar que o Iraque tinha, como dissera Bush, “armas de alto poder de destruição”.
Não tinha.
Olhando para trás, as marcas da precariedade do Supremo já estavam impressas naquele bestialógico de 2006 – aliás saudado como “discurso histórico” por alguns colunistas.
Seção: TECNOLOGIA
Por Marco St.
Do site da ISTOÉ
Do 14-bis ao 14-X
Aeronave que voa a mais de 11.000 km/h coloca o Brasil na elite da engenharia aeroespacial e na iminência de superar tecnologicamente os EUA
Lucas Bessel
Em um laboratório em São José dos Campos, interior de São Paulo, a aeronave mais avançada do Brasil ganha forma. Batizado de 14-X, o aparelho tem nome inspirado na mais famosa máquina voadora brasileira, o 14-bis. Em comum com o avião de Santos Dumont, o 14-X tem o poder de garantir para o País um lugar no pódio da tecnologia aeroespacial. Não tripulado, o modelo é hipersônico, capaz de atingir dez vezes a velocidade do som (mais de 11.000 km/h). As propriedades do 14-X colocam o Brasil no seleto grupo de nações – ao lado de Estados Unidos, França, Rússia e Austrália – que pesquisam os motores scramjet, que não têm partes móveis e utilizam ar em altíssimas velocidades para queimar combustível (no caso, hidrogênio). Outra característica do veículo desenvolvido pelo Instituto de Estudos Avançados da Força Aérea Brasileira (IEAv) é que ele é um “waverider”, aeronave que usa ondas de choque criadas pelo voo hipersônico para ampliar a sustentação. É como se, ao nadar, um surfista gerasse a onda na qual irá deslizar.
O projeto nasceu em 2007, quando o capitão-engenheiro Tiago Cavalcanti Rolim iniciou mestrado no ITA e foi aprovado com uma tese sobre a configuração “waverider”. Cinco anos depois, a teoria está prestes a virar prática. O primeiro teste do 14-X em voo, ainda sem a separação do foguete utilizado para a aceleração inicial, ocorrerá neste ano. Em seguida, a Força Aérea planeja outros dois experimentos: um com acionamento dos motores scramjet, mas com a aeronave ainda acoplada, e outro com funcionamento total, quando a velocidade máxima deve ser atingida. “Se formos bem-sucedidos nesses ensaios, estaremos no topo da tecnologia, embora com um programa muito mais modesto do que o dos americanos”, diz o coronel-engenheiro Marco Antonio Sala Minucci, que foi diretor do IEAv durante quatro anos e é um dos pais do 14-X.
O grande desafio no desenvolvimento da tecnologia de altíssimas velocidades é a construção dos motores scramjet. Um engenheiro ligado ao projeto compara a dificuldade de ligar tais propulsores a “acender uma vela no meio de um furacão”. Por isso, o IEAv realiza os testes do primeiro protótipo no maior túnel de choque hipersônico da América Latina, no próprio laboratório do instituto. Diferentemente do que ocorre em turbinas de aviões, esse motor não usa rotores para comprimir o ar: é o movimento inicial, gerado pelo foguete, que fornece o fôlego necessário. No 14-X, os propulsores scramjet são acionados a mais de 7.000 km/h.
“Esse será o caminho eficiente de acesso ao espaço em um futuro próximo”, diz Paulo Toro, coordenador de pesquisa e desenvolvimento do 14-X. As aplicações práticas vão além do lançamento de satélites ou dos voos suborbitais. Os EUA, que testam sua aeronave batizada de X-51, pretendem usar a tecnologia em mísseis intercontinentais. Entre os civis, a esperança é de que o voo hipersônico possa se tornar uma realidade em viagens turísticas. Ir de São Paulo a Londres em apenas uma hora não seria nada mau.
Seção de Política
Por Assis Ribeiro
Do Brasil 247
ALIADOS COBRAM DE CAMPOS ENTREGA DOS CARGOS
Líderes da base governista já pedem com todas as letras uma atitude do presidente do PSB e pré-candidato à presidência contra Dilma; para o líder do PT na Câmara, José Guimarães, não dá para "ocupar os cargos no governo e fazer o papel de oposição"; na avaliação do deputado Anthony Garotinho, do PR, o governador de Pernambuco deveria proferir a famosa frase de Capitão Nascimento para seus indicados ao governo: "Pede para sair!"
28 DE ABRIL DE 2013 ÀS 06:29
PE247 – Que a presidente Dilma Rousseff vem sendo cobrada a demitir os membros do PSB de seu governo, isso não é novidade. Agora, porém, o pedido vem sendo feito com todas as letras por parte dos líderes da base aliada, que exigem ora uma posição do Planalto sobre a questão ora a entrega dos cargos pelo presidente nacional da legenda e candidato à presidência contra Dilma em 2014, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos.
Apesar de querer que Campos saia, a presidente não quer que esta decisão parta dela, a fim de que o teoricamente aliado – mas que só faz críticas ao governo e se lança a candidato como adversário – não receba o título de vítima. O plano, no momento, é aguardar para que ele peça para sair, levando junto seus cargos, atitude que ele não deve tomar, uma vez que não se lançou oficialmente como candidato e insiste em dizer que discutirá 2014 apenas em 2014.
Para o líder do PT na Câmara, deputado José Guimarães (CE), a decisão precisa ser tomada logo. "O Eduardo Campos é candidato à Presidência e está em campanha. O governo tem de decidir logo essa situação. Não dá para ficar protelando até o final do ano, pois o PSB já rompeu com o governo", disse ele ao jornal O Estado de S.Paulo. "Separou, separou. Cada um vai para seu lado cuidar da vida. Só não pode ocupar os cargos no governo e fazer o papel de oposição", acrescentou.
Já o deputado Anthony Garotinho, líder do PR na Câmara, acredita que a atitude deve partir do pernambucano. "O mínimo que se espera agora é coerência por parte do PSB", declarou. Uma vez que assume o discurso de candidato, acrescenta Garotinho, Campos deveria entregar todos os cargos no governo. "Até para não criar constrangimentos à presidente Dilma, de ter que afastar ministros e outros quadros do PSB que integram seu governo, Eduardo Campos deveria chegar para seus indicados e proferir a famosa frase do Capitão Nascimento: 'Pede pra sair!'", disse o parlamentar.
sábado, 6 de abril de 2013
"A MÍDIA NA DITADURA"
Mauricio Dias
06.04.2013 06:58
A mídia na ditadura (texto extraído da Carta Capital)
Falta um tema na variada agenda da Comissão Nacional da Verdade. Criada com a finalidade de apurar as violações dos direitos humanos, ela não incluiu na pauta de trabalho a análise do papel da imprensa, como é feito com a Igreja, por exemplo, durante a ditadura, articulada e sustentada por civis e militares.
A imprensa foi arauto da trama golpista contra o presidente João Goulart. Sempre conservadores, os “barões da mídia” brasileira agem na fronteira do reacionarismo. Apoiar golpes, por isso, não chega a ser exatamente novidade. Alardeiam o princípio do liberalismo sem, no entanto, se comprometer com a democracia. Assim promovem feitiços, como o de 1964, e tornam a própria imprensa vítima da feitiçaria.
Patrões e empregados são testemunhas importantes de uma história que precisa ser passada a limpo. É necessário ir além do que já se sabe. Isso só ocorrerá com o depoimento daqueles que viveram os episódios ou estiverem próximos deles.
A ditadura “exerceu o terror de Estado e provocou medo na sociedade civil. Não há indícios, porém, de que o medo fosse a razão do consentimento” que a imprensa deu aos generais, como anota a cientista política Anne-Marie Smith, no livro Um Acordo Forçado.
Ela põe o dedo na ferida ainda aberta: “E se outros jornais tivessem protestado quando o general Abreu proibiu qualquer publicidade do governo no Jornal do Brasil em 1978?” E se aproxima da resposta: “Os obstáculos à solidariedade não foram criados, nem reforçados, nem explorados pelo regime. A falta de solidariedade foi uma desvantagem gerada pela própria imprensa”.
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Império da mídia brasileira, o apoio do Sistema Globo à ditadura nunca foi negado, embora hoje seja disfarçado. Uma das razões para esse comportamento passado, que se encaixa na reflexão de Smith, encontra explicação no livro Dossiê Geisel, de Celso Castro e Maria Celina D’Araujo.
No governo Geisel, o ministro das Comunicações, Euclides Quandt de Oliveira, vetou novas concessões ao nascente Sistema Globo por receio de que Roberto Marinho chegasse ao monopólio da opinião pública. Ele então foi ao ministro da Justiça, Armando Falcão, e falou “do constante apoio” que deu ao governo.
“Disse também que o comportamento da Rede Globo deveria fazê-la merecedora de atenção e favores especiais do governo”, registra o livro.
Marinho apelou sem constrangimentos. Ameaçou vender a Rede Globo, caso não tivesse apoio para continuar a crescer. O resto da história todo mundo sabe.
A mídia reage, hoje, ao projeto sobre a -atualização das leis de comunicação com o argumento falso e insensato de que o objetivo é censurar. No entanto, em plena ditadura, adotou a inércia e o silêncio diante dos atos concretos de restrição à liberdade de escrever. Não de escrever sobre tudo, mas somente sobre certos assuntos como tortura e assassinato nos porões da ditadura. Essa é a diferença em relação à genérica denúncia de restrição à festejada liberdade de imprensa.
A censura, nesse contexto, cumpria outro papel. Excluía a responsabilidade direta dos donos da mídia e de muitos editores autoritários coniventes, que sempre se desculparam ao apontar a censura governamental como a razão do silêncio.
A ditadura seria outra – talvez ditabranda – contada a partir do que foi publicado na ocasião.
Para a imprensa conservadora, reacionária nos anos de chumbo, esse tema dói. É um nervo exposto.
domingo, 24 de março de 2013
1ª PRESTAÇÃO DE CONTAS DE 2013-Saldos atualizados até 24-03-2013
PRIMEIRA PRESTAÇÃO DE CONTAS DA CONFRARIA DE 2013
- APURAÇÃO DE SALDO DE CAIXA ATÉ O DIA 24/03/2013
1)-QUADRO
DAS RECEITAS:
1.1)Receitas
de 2013:
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RECEITAS DO EXERCÍCIO DE 2013
|
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Nº
|
COMPONENTE
|
MESES PAGOS
|
VALOR-R$
|
|
1
|
Renato
|
22,00 x 3 meses
|
66,00
|
|
2
|
Geilson
|
22,00 x 3 meses
|
66,00
|
|
3
|
Joãozinho
|
22,00 x 3 meses
|
66,00
|
|
4
|
Rômulo
|
22,00 x 2 meses
|
44,00
|
|
5
|
Brasil
|
22,00 x 2 meses
|
44,00
|
|
6
|
Fernando
|
22,00 x 3 meses
|
66,00
|
|
7
|
Naírson
|
22,00 x 3 meses
|
66,00
|
|
8
|
Júnior Suc.
|
22,00 x 2 meses
|
44,00
|
|
9
|
Lopes
|
22,00 x 2 meses
|
44,00
|
|
10
|
Duda
|
22,00 x 3 meses
|
66,00
|
|
11
|
Gláuber
|
22,00 x 2 meses
|
44,00
|
|
12
|
Nestor
|
13,00 x 2 meses
|
26,00
|
|
13
|
Aírton
|
13,00 x 3 meses
|
39,00
|
|
14
|
Erivelton
|
22,00 x 1 mês
|
22,00
|
|
15
|
Nailton
|
13,00 x 3 meses
|
39,00
|
|
16
|
Antônio
|
13,00x12 meses
|
156,00
|
|
17
|
Leonardo
|
13,00 x 2 meses
|
26,00
|
|
18
|
Marco Pereira
|
22,00 x 1 mês
|
22,00
|
|
Total
Geral.....................................
|
946,00
|
||
1.2)Receitas
de 2012(Recebidas em 2013):
|
RECEITAS DE 2012 -Recebidas em 2013
|
|||
|
Nº
|
COMPONENTE
|
MESES PAGOS
|
VALOR-R$
|
|
1
|
SALDO CAIXA
|
em 31/12/2012
|
96,64
|
|
2
|
Erivelton
|
10,00 x 3 meses
|
30,00
|
|
3
|
Leornardo
|
10,00 x 2 meses
|
20,00
|
|
4
|
Marco Pereira
|
10,00 x 1 mês
|
10,00
|
|
Total
Geral.....................................
|
156,64
|
||
2)-QUADRO
DAS DESPESAS:
2.1)-Despesas
c/Aniversário de JÚNIOR:
|
DESPESAS C/ANIVERSÁRIO DE JÚNIOR EM
2013
|
||
|
Nº
|
HISTÓRICO DAS DESPESAS
|
VALOR-R$
|
|
1
|
um Jantar
|
75,00
|
|
2
|
100 salgados
|
30,00
|
|
3
|
um DVD para presente
|
15,00
|
|
4
|
um CD para presente
|
15,00
|
|
5
|
impressão de capa para cd
|
2,50
|
|
6
|
um cd virgem
|
1,20
|
|
7
|
cartolina/papel presente/fita ades.
|
3,50
|
|
8
|
um box para cd
|
1,00
|
|
9
|
uma vela tufão
|
2,00
|
|
|
|
0,00
|
|
|
|
0,00
|
|
|
|
0,00
|
|
|
|
145,20
|
2.2)-Despesas
c/aniversário de Geilson/Gláuber:
|
DESPESAS C/ANIVERS. GEILSON/GLÁUBER
em 2013
|
||
|
Nº
|
HISTÓRICO DAS DESPESAS
|
VALOR-R$
|
|
1
|
um Jantar
|
80,00
|
|
2
|
100 salgados
|
30,00
|
|
3
|
2 DVDs para presentes
|
40,00
|
|
4
|
2 CDs para presentes
|
20,00
|
|
5
|
2 impressões de capas p/cds
|
5,00
|
|
6
|
2 cds virgens
|
2,40
|
|
7
|
uma cartolina
|
0,35
|
|
8
|
2 velas tufão
|
4,00
|
|
|
|
0,00
|
|
|
|
0,00
|
|
|
|
0,00
|
|
|
|
0,00
|
|
|
|
181,75
|
2.3)-Despesas
c/Aniversário de Rômulo:
|
DESPESAS C/ANIVERSÁRIO DE RÔMULO em
2013
|
||
|
Nº
|
HISTÓRICO DAS DESPESAS
|
VALOR-R$
|
|
1
|
um Jantar
|
100,00
|
|
2
|
100 salgados
|
30,00
|
|
3
|
um DVD para presente
|
20,00
|
|
4
|
um CD para presente
|
10,00
|
|
5
|
impressão de capa para cd
|
2,50
|
|
6
|
um cd virgem
|
1,20
|
|
7
|
uma cartolina
|
0,35
|
|
8
|
|
0,00
|
|
9
|
|
0,00
|
|
|
|
0,00
|
|
|
|
0,00
|
|
|
|
0,00
|
|
|
|
164,05
|
3.3)-Outras
Despesas:
|
OUTRAS DESPESAS
|
|
|
|
Nº
|
HISTÓRICO DAS DESPESAS
|
VALOR-R$
|
|
1
|
Parcela 1/12 do data-show
|
108,25
|
|
2
|
confecção de um TELÃO
|
40,00
|
|
|
|
0,00
|
|
|
|
0,00
|
|
Total geral...........................................
|
148,25
|
|
4)-QUADRO DA
DIFERENÇA (ENTRE RECEITAS E DESPESAS):
|
DIFERENÇA ENTRE RECEITAS E DESPESAS
|
|
|
|
(+)
|
Receitas de 2013
|
946,00
|
|
(+)
|
Receitas de 2012
|
156,64
|
|
(=)
|
Total das Receitas
|
1102,64
|
|
|
|
|
|
(-)
|
Despesas/Aniver. De Júnior
|
145,20
|
|
(-)
|
Despesas c/aniv. De Geilson/Glaub.
|
181,75
|
|
(-)
|
Despesas c/aniv. De Rômulo
|
164,05
|
|
(-)
|
Outras despesas
|
148,25
|
|
(=)
|
Total das despesas
|
639,25
|
|
(=)
|
Saldo de caixa(Receitas - Despesas)
|
463,39
|
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