quarta-feira, 15 de junho de 2011

SEÇÃO: HUMOR

TÍTULO DA PIADA: RECEITA DE UM CASAMENTO FELIZ

Um casal foi entrevistado num programa de televisão, porque estavam casados ha 50 anos e nunca tinham brigado. O repórter todo curioso pergunta a mulher:

- Mas vocês nunca brigaram mesmo?

- Nunca, responde a mulher.

- E como isso aconteceu?

- Bem, quando casamos o meu marido tinha uma égua de estimação.

- Era a criatura que ele mais amava na vida. No dia do nosso casamento fomos de lua-de-mel na nossa carroça puxada pela égua. Andamos alguns metros e a égua, coitada, tropeçou. Meu marido olhou bem firme para a égua e disse:

- Um.

- Mais alguns metros e a égua tropeçou de novo.

- Meu marido encarou a égua e disse:

-Dois.

- Na terceira vez que ela tropeçou ele sacou da espingarda e deu uns cinco tiros na bichinha. Eu fiquei apavorada e perguntei:

- Mas porque e que tu fizeste uma coisa dessas homem?

- Meu marido me encarou e disse:

- Um.

- Depois disso nunca mais brigamos.

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A imagem diz tudo !

SEÇÃO: ECONOMIA

“RISCO EUA SUPERA RISCO BRASIL PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA”

Pela primeira vez na história, os investidores enxergam mais risco de calote dos Estados Unidos que do Brasil. O Credit Default Swap (CDS) de um ano – instrumento de proteção contra o risco de um devedor não cumprir suas obrigações – do Brasil tem sido negociado abaixo do norte-americano.


“Ainda que circunstancial, trata-se de algo inédito na história ou mesmo um fato impensável que pudesse ocorrer em algum momento”, diz o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.


No dia de ontem, o CDS do Brasil estava em 41,2 pontos-base, enquanto o norte-americano estava em 49,7 pontos. “As dificuldades enfrentadas pela economia americana e as tensões no Congresso americano em relação ao teto para o endividamento que será atingido em julho geram incertezas nos mercados”, completou Octavio de Barros.


Fonte: Portal IG

Soldado Gay

SEÇÃO: HUMOR

TÍTULO DA PIADA: “REMÉDIO CASEIRO”

Um sujeito vai ao médico para exames de rotina. O médico, depois de ver a história clínica do paciente, pergunta:

- Fuma?

- Pouco.

- Tem que parar de fumar.

- Bebe?

- Pouco.

- Tem que parar de beber.

- Faz sexo?

- Pouco.

- Tem que fazer muito, mas muito sexo. Isto irá ajudá-lo! O sujeito vai para casa, conta tudo a mulher e, imediatamente, vai pro banho. A mulher se enche de graça e esperança, se enfeita, se perfuma, põe roupa especial e fica na espera. O sujeito sai do banho, começa a se arrumar, se vestir, se perfumar e a mulher, surpresa, pergunta:

- Aonde é que você pensa que vai?

- Não ouviu e entendeu o que o médico me disse?

- Sim, mas, aqui estou eu prontinha ... O sujeito:

- AH! NEIDE, ... NEIDE, ... NEIDE..., LÁ VEM VOCÊ COM SUA MANIA DE REMÉDIO CASEIRO!

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Não é o que a enfermeira está imaginando !

SEÇÃO POLÍTICA:

MÍDIA SE CALA SOBRE O DATAFOLHA FAVORÁVEL À DILMA

POR: MARCOS COIMBRA

No Brasil, como em qualquer democracia contemporânea, as pesquisas de opinião são parte do dia a dia da política. Faz tempo que é assim.


Por Marcos Coimbra, no Correio Braziliense

É claro que isso começou depois do fim da ditadura. Entre 1964 e a redemocratização, elas foram parcimoniosamente realizadas e divulgadas. Sem eleições para o executivo, a não ser em cidades do interior, quase ninguém fazia pesquisas de intenção de voto. E, dado que a opinião pública é pouco (ou nada) relevante nos regimes autoritários, tampouco se faziam pesquisas sobre os sentimentos e avaliações da população a respeito de temas administrativos e governamentais.


Foi ao longo desses mesmos 20 anos que aumentou a importância das pesquisas mundo afora. Enquanto elas foram se incorporando ao cotidiano dos países desenvolvidos, sendo regularmente realizadas para veículos de comunicação, governos, instituições acadêmicas, organizações da sociedade civil, entidades de representação de interesses, partidos políticos e candidatos, por aqui o ambiente lhes era hostil.


Nos atrasamos em relação a esses países, demoramos a acertar o passo, mas conseguimos. De meados da década de 1980 para cá, as pesquisas (de opinião, mas também de mercado — o que é outra história) se modernizaram e consolidaram no Brasil.


Apesar disso, nossa mídia é uma cliente cautelosa e limitada dos institutos. Ao contrário da regra nos Estados Unidos e na Europa, onde jornais, emissoras de televisão e portais de internet são consumidores vorazes de pesquisas, seus congêneres brasileiros costumam pensar na base do “quero, desde que seja de graça”. Todos acham ótimo divulgar uma pesquisa, mas se arrepiam perante a ideia de custeá-la.


A única exceção (que, de certa forma, confirma a regra), é o Datafolha, departamento de pesquisa de um jornal, que se utiliza dele na sua política comercial. Como nenhuma outra empresa de comunicação (acertadamente) achou que precisava ter “seu instituto”, sequer outros semelhantes existem.


Com isso, a sociedade brasileira passa meses sem saber o que pensam as pessoas sobre a conjuntura, o que sabem e consideram relevante nos acontecimentos, que percepção têm dos personagens da política e de seus atos. Até que a mídia ganhe de presente alguns resultados, caso dos patrocinados por entidades de classe, a exemplo da CNI e da CNT.


Por alguma razão misteriosa, isso muda na véspera dos processos eleitorais, especialmente nas eleições presidenciais e de governador. Quando elas chegam, todos os veículos se sentem obrigados a ter a “sua pesquisa”. E a dedicar uma parte enorme da cobertura a discutir números, algo que costuma interessar apenas secundariamente a leitores e espectadores.


Uma das explicações desse comportamento talvez seja que as pesquisas, às vezes, não dizem o que as redações esperam. E que, sem elas, é sempre possível especular sobre a opinião pública, sem o incômodo de consultá-la. Para que gastar dinheiro fazendo pesquisas, se vamos ignorá-las caso não mostrem o que queremos?


Tudo isso vem à mente com a divulgação da mais recente pesquisa do Datafolha sobre a popularidade da presidente e a avaliação do governo federal. Sem entrar em detalhes, o mais relevante que ela mostrou é que ambas vão bem. Na verdade, muito bem, considerando que subiram índices que já eram elevados. Na pesquisa anterior, Dilma batia o recorde de aprovação para presidentes no começo de mandato e superou, na nova, sua própria marca.


Definitivamente, não era isso que supunham os jornais. Nos dias que antecederam a demissão de Palocci, o que vimos foram especulações sobre a “queda de Dilma nas pesquisas”, dada como tão certa que o interessante passou a ser as consequências de seu hipotético “desgaste de imagem” na governabilidade.


Como a pesquisa não confirmou qualquer recuo, um silêncio sepulcral se abateu sobre ela. Foi quase ignorada e nem mesmo o jornal que é dono do Datafolha achou que valia a pena insistir no assunto.


Só imaginando: o que teria acontecido se, ao invés de mostrar uma subida de 2%, ela tivesse indicado uma queda, ainda que pequena, na popularidade de Dilma? De uma coisa podemos estar certos, a pesquisa seria um estrondo.

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domingo, 5 de junho de 2011

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TEXTO PARA REFLEXÃO:

ORGULHO DE SER BRASILEIRO

Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil. E realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos.
Na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não ha nada automatizado. Só existe uma companhia telefônica e (pasmem!) se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.
Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos - antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.
Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.
Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.
Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de "Como conquistar o Cliente".
Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.
Temos uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.
Somos vitimas de vários crimes contra nossa pátria, crenças, cultura,língua, etc... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar nossas raízes culturais.
Os dados são da Antropos Consulting:

1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.

2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.

3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.

4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com result ados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.

5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.

6. No Brasil, temos 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.

7. Das crianças e adolescentes entre 7 e 14 anos, 97,3% estão estudando.

8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.

9. Na telefonia fixa, nosso país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.

10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISSO 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.

11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.

Por que temos esse vício de só falar mal do nosso Brasil?

1.Por que não nos orgulhamos em dizer que nosso mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?

2. Que temos o mais moderno sistema bancário do planeta?

3. Que nossas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?

4. Por que não falamos que somos o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?

5. Por que não dizemos que somos hoje a terceira maior democracia do mundo?

6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?

7. Por que não nos lembramos que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?

8. Por que não nos orgulhamos de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.

É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.
Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada Brasil!

Divulgue esta mensagem para o máximo de pessoas que você puder.
Com essa atitude, talvez não consigamos mudar em cada brasileiro que ler estas palavras irá, pelo menos, por alguns momentos, refletir e se orgulhar de ser BRASILEIRO!!!

SEÇÃO: SAÚDE

CONFIRA DEZ DICAS PARA CUIDAR DA SAÚDE NO TRÂNSITO

Os congestionamentos das grandes cidades acabam com o bom humor de qualquer um. E, além disso, também interferem na saúde.

Dirigir diariamente no trânsito lento pode provocar dores crônicas na coluna e nas articulações, além de piorar varizes. "É comum vermos hoje em dia pessoas que passam cerca de três horas seguidas na direção. Esse fator pode ser muito prejudicial, especialmente para quem não possui o hábito de praticar exercícios físicos regulares", disse o ortopedista Douglas Rocha Russo, do Hospital São Luiz, de São Paulo. O tempo ideal para permanecer no veículo é de, no máximo, 50 minutos.

Para auxiliar no alongamento dos músculos e ativar a circulação, o médico sugere 10 medidas simples. Confira abaixo:

Para dirigir
1 - Coloque uma pequena almofada para apoiar a coluna lombar, se o encosto do carro não tiver regulagem para essa parte do corpo;
2 - Evite deixar a cabeça muito abaixada e para trás;
3 - Segure o volante com os braços levemente flexionados. Relaxe os ombros. Assim, a musculatura do pescoço não fica tensionada;
4 - Apoie os calcanhares no assoalho do veículo, para evitar sobrecarga da coluna lombar. Pela mesma razão, os joelhos devem estar no nível dos quadris ou acima;
5 - Ajuste o banco de modo que, mesmo quando estiver pressionando os pedais, os joelhos continuem um pouco flexionados.

Quando o trânsito estiver parado
1 - Estique e flexione os pés e os tornozelos, para melhorar a circulação;
2 - Puxe o joelho em direção ao tórax, ao lado do volante;
3 - Eleve os braços, coloque-os por trás da cabeça, alongue ombros e cotovelos, flexione os punhos;
4 - Para alongar a musculatura que sustenta as vértebras, projete-se para frente, abraçando o volante;
5 - Empurre a cabeça para a direita e a esquerda, o que diminui dores no pescoço.

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O QUE VOCÊ FARIA ?


A questão a seguir foi proposta num teste de admissão para uma grande
empresa.
Leia, pense um pouco e dê sua resposta. Depois, confira os resultados...


Você está dirigindo seu carro numa noite de tempestade, passando por uma área razoavelmente deserta da cidade. Se aproxima de um ponto de ônibus e vê 3 pessoas na chuva, aguardando transporte:

1. Uma senhora de idade, que treme e parece estar passando muito mal,

2. Um médico que já salvou sua vida na mesa de operação, e

3. O homem/a mulher dos seus sonhos.

Você reduz a velocidade e olha apreensivo para o banco do carona.
No seu carro, só há lugar para mais uma pessoa. Não há outra saída:
você precisa escolher a qual daquelas 3 pessoas você vai dar carona.
E então? Quem você escolheria? Justifique sua escolha.





Bom, veja agora o que a maioria das pessoas responderam:
Você poderia escolher a senhora de idade; afinal, ela está passando mal e dar carona a ela pode significar salvar uma vida.
Mas, falando em salvar vidas, você também poderia perfeitamente escolher o médico, pois ele já salvou a sua vida. Essa é a oportunidade perfeita para mostrar sua gratidão.
Entretanto, você poderia expressar essa gratidão pelo médico em outra oportunidade no futuro, mas talvez você jamais possa ter novamente uma
oportunidade como essa com a pessoa com quem você sempre sonhou e que
espera ali, desprotegida e encharcada, naquele ponto de ônibus.

O candidato que foi selecionado para a vaga (dentre os 200 concorrentes) deu uma resposta diferente dessas três. Quer saber o que ele disse? Eis a resposta dele:
"Eu daria a chave do carro para o médico; deixaria que ele levasse a senhora doente para o hospital e ficaria ali, esperando o ônibus com a mulher dos meus sonhos!"

Mensagem final: Nâo pense como a maioria! Pense além!!!

domingo, 29 de maio de 2011

TEXTO PARA REFLEXÃO:

LIÇÃO DE SABEDORIA

Um cientista muito preocupado com os problemas do mundo passava dias em seu laboratório, tentando encontrar meios de minorá-los.

Certo dia, seu filho de 7 anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, procurou algo que pudesse distrair a criança. De repente, deparou-se com o mapa do mundo. Estava ali o que procurava. Recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:

- Você gosta de quebra-cabeça? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está ele todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Mas faça tudo sozinho!.

Pelos seus cálculos, a criança levaria dias para recompor o mapa. Passadas algumas horas, ouviu o filho chamando-o calmamente.

A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível na sua idade conseguir recompor um mapa quem jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?

- Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?

- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.!!!

(autor desconhecido)

SEÇÃO DE HUMOR

TÍTULO DA PIADA: “GAY NO AVIÃO”

A aeromoça oferece uma bebida a um gay que está sentado ao lado de uma freira dentro de um avião.

O gay (chique, é lógico) pede champagne.

- A senhora aceita o mesmo que ele, irmã? - pergunta a aeromoça à religiosa.

A freira, indignada, responde:

- Eu prefiro ser agarrada selvagemente e estuprada 5 vezes por um negão de dois metros de altura, do que botar uma gota desse álcool na boca!

E o gay, devolvendo delicadamente a bebida à aeromoça:

- Desculpe! Eu não sabia que tinha essa outra opção. Vou querer o mesmo que ela...

"ÉPOCA" SUPERA A "VEJA" EM IMUNDÍCIE E QUER MATAR DILMA !

Texto extraído da blog: “Tijolaço”

Alertado por um leitor, fui ver a capa da Época, na qual uma foto da presidenta, de olhos fechados, é usada para ilustrar uma matéria sobre uma suposta gravidade de seus problemas de saúde.

É sordidamente mórbida.

Registra que os seus médicos dizem que ela “apresenta ótimo estado de saude”, mas a partir daí tece uma teia mal-intencionada e imunda sobre os problemas que ela apresentou e os outros que tem, normais para uma mulher da sua idade.

O hipotireoidismo, por exemplo, é problema comuníssimo entre as mulheres de mais idade. É por isso que todo médico pede a eles, sempre, o exame de TSH. E o hormônio T4 –Synthroid, Puran, Levoid, Euthyrox e outros – tomado em jejum, é a mais básica terapêutica, usada por anos e anos por milhões de mulheres do mundo inteiro.

A revista publica uma lista imbecil de “medicamentos” que a presidente tomava, em sua recuperação de uma pneumonia, listando tudo, até Novalgina, Fluimicil e Atrovent (usado em inalação até por crianças), e chegando ao cúmulo de citar “bicarbonato de sódio – contra aftas”.

Diz que o toldo que abrigou Dilma de uma chuva, em Salvador, ” lembrava uma bolha de plástico”.

Meu Deus, o que esperavam que fizessem com uma mulher que se recuperava de um pricípio de pneumonia? Que lhe jogassem um balde de água gelada por cima?

Essa é a “ética” dos nossos grandes meios de comunicação. Não precisam de fatos, basta construírem versões, erguendo grandes mentiras sobre minúsculas verdades.

Esses é que pretendem ser os “fiscais do poder”.

Que imundície!

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SEÇÃO DE HUMOR

Uma mulher muito charmosa e atraente que está em um bar, gesticula charmosamente para o barman que imediatamente se aproxima. Quando ele chega, ela, muito sedutora, faz sinal para que ele aproxime o seu rosto ao dela. Ela começa a gentilmente acariciar seu cabelo e barba, passando os dedos carinhosamente. Ela pergunta:

- Você é o proprietário? - passando vagarosamente as duas mãos em seu rosto.

- Não... - responde ele.

- Você poderia chamá-lo? Preciso falar com ele! - diz ela afagando os cabelos do barman.

- Acho que não poderei ajudá-la. Ele não está hoje. - diz o barman, já excitado com a situação - Posso fazer algo por você?

- Claro que pode. Preciso que você lhe dê um recado. - diz ela, massageando a sua barba, e enfiando dois dedos na boca do barman, deixando-o chupá-los levemente.

- Diga-lhe, que não há papel higiênico no banheiro feminino!!!

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domingo, 22 de maio de 2011

"A Escravidão Já Era !"

A elite – e também parte da classe média brasileira – demorou a perder uma tradição dos tempos da escravisão: a mucama, a ama que cuidava de suas crianças.

Há quase dois meses, a gente registrou aqui que a elite paulistana tinha criado um autointitulado “Grupo Anti-Terrorismo de Babás” e estava procurando babás paraguaias. Porque, pelo fato de virem de uma sociedade com menos perspectivas e por não terem uma teia de relações pessoais e familiares que as protegessem, aceitavam trabalhar por menores salários, poucas folgas e dormindo no emprego.

Ontem, registra a Folha, o NYTimes publica que ” os rendimentos dos trabalhadores domésticos no Brasil (babás e empregadas domésticas) subiram 34% entre 2003 e 2009, mais do que o dobro do aumento médio de todos os profissionais no país”.

E conta o caso da babá Andreia Soares, de 39 anos, que trabalha há dez anos como babá. Diz o Tines que, economizando, ela comprou um apartamento de dois quartos, uma casa para a mãe dela, uma parte de um terreno para o seu irmão, “além de uma bolsa Louis Vuitton”. Outra, Ieda Barreto, diz que hoje se preocupa com sua qualidade de vida: “Eu me valorizo muito mais do que antes”.

Por mais que isso possa causar desconforto e problemas para alguns, por algum tempo, é com este mundo que teremos de nos acostumar, para sermos um país desenvolvido. Trabalho doméstico será cada vez mais raro e caro. Não é assim nos Estados Unidos, que estas pessoas tanto admiram como modelo de sociedade?

A regra vale para os dois lados, não é?

SEÇÃO DE HUMOR

TÍTULO DA PIADA: COM A SOGRA NO HOSPITAL

O sujeito tinha ido ao hospital visitar a sogra, que estava em estado grave.
Na volta a esposa, muito preocupada, pergunta:
— E então, querido? Como a mamãe está?
— Está ótima! Com uma saúde de ferro! Ainda vai viver por muitos anos! Na semana que vem ela vai receber alta do hospital e vai vir morar com a gente, pra sempre!
— Nossa, que maravilha! — diz a esposa — Mas isso é muito estranho, querido... Ontem mesmo ela parecia estar no seu leito de morte, os médicos diziam que ela deveria ter poucos dias de vida!
— Bom, eu não sei como ela estava ontem — respondeu ele — Mas hoje quando eu cheguei no hospital o médico já foi logo me dizendo que a gente devia se preparar para o pior!

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"VERDADES E MENTIRAS SOBRE O VINHO"

Texto extraído do site: “dicas de saúde”

Mentiras

Vinho, quanto mais velho melhor Nem todos os vinhos são beneficiados pelo envelhecimento. O envelhecimento proporciona a evolução dos componentes do vinho, mas é necessário ter estrutura de tanino e outros componentes para que o tempo seja benéfico e nem todos os vinhos têm este requisito. Durante o envelhecimento algumas características dos vinhos jovens como aromas de frutas frescas são substituídos por aromas mais evoluídos como os de frutas em calda e frutas secas. Em geral vinhos brancos e espumantes não devem ser guardados, pois suas características mais importantes, o frescor e os aromas de frutas se perdem com o tempo. Somente vinhos brancos de regiões muito especiais, como a Bourgogne, na França, ganham com o tempo. Vinho tinto deve ser tomado em temperatura ambiente

Essa afirmação só e verdadeira quando se fala da temperatura ambiente das caves européias, onde o vinho está sempre em torno de 14ºC. Tomar vinho tinto na temperatura ambiente de nosso verão tropical fará com que a emanação alcoólica seja forte demais, impedindo que os outros aromas sejam percebidos adequadamente. Vinho bom é vinho docinho Em geral, os vinhos ao término da fermentação são secos. Todo o açúcar natural das uvas foi transformado em álcool. Os vinhos suaves recebem açúcar depois de prontos, assim como adoçamos o café ou o suco. O açúcar mascara os sabores naturais e engana o paladar. Vinhos de boa qualidade são secos, pois nenhum enólogo em sã consciência colocaria açúcar em um vinho de qualidade. Vinho branco bom é aquele de cor amarela bem forte Vinhos brancos têm coloração bastante leve, que vai do quase incolor ao amarelo claro, com reflexos esverdeados ou dourados. Eles terão cor amarela forte, dourada, em duas situações: se forem fermentados em ou se sofreram ação do calor e ou da luz direta, ou seja, está deteriorado. Quem gosta e entende de vinhos é Enólogo. Uma das confusões mais freqüentes. As pessoas que gostam de vinhos são enófilos. Enólogos são os profissionais que trabalham nas vinícolas e que são responsáveis pela elaboração do vinho.

Verdades

Vinho tinto é para carnes vermelhas e vinho branco para carnes brancas Esta afirmação é verdadeira em parte. Pratos de sabor mais forte precisam de vinho com mais estrutura, para que os sabores se completem sem que um anule o outro. Um vinho muito potente junto com um prato leve vai massacrar o prato e vice-versa. Mas existem desdobramentos desta teoria, pois a forma de preparo do prato é muito importante para o sabor final. Frango assado ou ensopado é perfeitamente acompanhado por um vinho tinto. Deve ser guardado deitado, ao abrigo da luz e com temperatura constante A garrafa deitada mantém a rolha em contato com o vinho, impedindo que ela resseque e permita a entrada do ar que azedaria o vinho. Os vinhos com rolhas sintéticas ou tampa de rosca (screw-cap), podem ser guardados em pé, sem problemas. A luz direta sobre a garrafa de vinhos é extremamente danosa ao vinho. A variação de temperatura, assim como as altas temperaturas também deterioram o vinho.

SEÇÃO DE HUMOR

TÍTULO DA PIADA: CRAQUES NO AVIÃO

Os melhores jogadores sul-americanos de todos os tempos estavam em um avião, indo para o Rio de Janeiro, mais precisamente no Maracanã, onde haveria o jogo do século.
Dentro desse avião estavam todas as estrelas latinas do futebol, e como acontece na maioria das piadas sem graça de aviões, ocorre uma pane que leva todos os atletas ao desespero.
A aeromoça avisa que o avião está perdendo altura por excesso de peso e vão ter que se livrar dos equipamentos e bagagens. Lá se vão os uniformes, bolas, chuteiras, malas, e tudo o que os jogadores levavam.
Instantes mais tarde, a aeromoça volta chorando e diz que com muita lástima, vidas humanas terão que ser sacrificadas, para que o avião não caia.
Então os jogadores, sem escolha, fazem fila para pular.
O primeiro é Solano:
- Por amor ao Peru! - e pula.
Depois vai Salas:
- Por amor ao Chile! - e pula.
Aí vai Chilavert:
- Por amor ao Paraguai - pula.
Chega a vez do Pelé:
- Por amor ao Brasil! - e empurra o Maradona.

POLÍTICA: "O Poder, quando corrompe "

Por: Mino Carta, em 20 de maio de 2011 às 10:24h

Silvio Berlusconi já não vive dias tão felizes. As eleições administrativas realizadas na Itália entre os dias 15 e 16 não favoreceram o seu partido ousadamente chamado Povo da Liberdade.

Praças importantes ficam nas mãos de prefeitos de centro-esquerda e a maior surpresa vem de Milão, a cidade do premier, onde a sua candidata, Letizia Moratti, em busca de reeleição, sai para o segundo turno em desvantagem em relação ao seu adversário, Giuliano Pisapia, esquerdista convicto.

Para tão fervoroso apaixonado pelo poder como Berlusconi, intérprete da ditadura da maioria a enxergar na oposição parlamentar e na Justiça que cumpre seu papel democrático a derradeira manifestação do comunismo, votos são combustível indispensável. Desta vez a colheita encolheu bastante ao registrar derrotas que pareciam impossíveis, de sorte a justificar quem fala de novo na antecipação das eleições políticas.

Berlusconi empenhou-se a fundo na campanha, mas sua retórica, mesmo exposta por uma rede maciça de televisão, não teve o efeito habitual junto a quantos ao elegê-lo envergonharam a Itália não menos do que ele. É lógico supor que as últimas desastradas façanhas do casanova da política italiana pesaram na balança eleitoral. Berlusconi é exemplar perfeito de quem se lambuza no poder. Porta-se como um sultão e se exibe suas fraquezas não é somente por obra de uma forma de jactância infantil, mas também, e sobretudo, porque certo de que tudo a ele é permitido.

Há nuances entre um abuso de poder e outro. O caso Strauss-Kahn, ao menos segundo meus reflexivos botões, é bem diferente. Antes de mais nada, dizem eles, como figura proeminente da política e da economia, ao contrário de Berlusconi, Strauss-Kahn é competente, e muito, e cogita de interesses bem diversos daqueles buscados pelo premier italiano. Que sempre se tratou de um sedutor era sabido, mas seus últimos lances donjuanescos chegam a revelar um traço doentio. Antes de explorar as benesses do poder, ele é vítima de si mesmo, e vai pagar caro por isso.

De outra natureza ainda é o caso do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, de características tipicamente nativas, de uma sociedade do privilégio vocacionado para a predação. O ex-ministro da Fazenda milita em uma categoria que no Brasil apresenta dimensões e tonelagem excepcionais. Os botões, insistentes, me levam a recordar personagens que influenciaram a política econômica brasileira nas últimas décadas, e ficaram ricos, melhor, riquíssimos, depois de deixarem seus cargos. Estabelecidas sólidas cabeças de ponte dentro dos gabinetes governistas, venderam a peso de ouro conselhos abastecidos pela chamada inside information. O próprio Palocci incumbe-se de desfiar um rosário de nomes ilustres que o precederam neste gênero de atividade. Sustenta, impávido, a seguinte tese: se eles pecaram, por que não eu?

A despeito de comportamento tão desarmado, não faltam elementos de surpresa, a começar pelo fato de que este desabrido pessoal fala de centenas de milhões como se fossem bagatela em um país tão desigual quanto o nosso. Capaz, contudo, de incluir quatro ricaços na lista dos cem mais enquanto não há um sequer a representar vários países do chamado Primeiro Mundo. Mas Palocci é um ex-trotskista, militante de um partido que até hoje se pretende de esquerda. E não falta quem acredite…

O desfecho do presente enredo é até imprevisível, mesmo porque o instituto da impunidade continua em pleno vigor. Neste exato instante, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Cesar Peluso, se empenha em busca de um caminho para agilizar a Justiça brasileira.

É esforço louvável nesta nossa terra, onde os ricos não costumam correr o risco de ir para a cadeia e onde um criminoso comum como Cesare Battisti ainda espera pelo asilo político, concedido por um Estado disposto a assinar um Tratado de Extradição com a Itália sem confiar na Justiça deste país, e até a condená-la.

Aliás, o próprio Berlusconi a ataca sem quartel. Meus botões malignamente sugerem que talvez o premier italiano tenha alguma peculiar semelhança com variados esquerdistas brasileiros.

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Mino Carta

Mino Carta é diretor de redação de CartaCapital. Fundou as revistas Quatro Rodas, Veja e CartaCapital. Foi diretor de Redação das revistas Senhor e IstoÉ. Criou a Edição de Esportes do jornal O Estado de S. Paulo, criou e dirigiu o Jornal da Tarde. redacao@cartacapital.com.br