sábado, 23 de maio de 2015

HUMOR:


SEÇÃO: OPINIÃO

Os “burros de Tróia” na Folha

23 de maio de 2015 | 06:31 Autor: Fernando Brito
troia
Mordida pelo despeito e movida pela ignorância, a Folha segue, diariamente, sua campanha contra os acordos de investimentos feitos pela China com o Brasil.
Nem é preciso dizer que os faríamos com norte-americanos, suecos, alemães, finlandeses ou o que fossem, se as condições forem boas para o Brasil: áreas estruturantes da economia, longo prazo, pagamento não-escorchante, controle nacional, etc.
Ontem foi a versão “a China promete, mas não cumpre” propostas de inversão aqui. É verdade, em muitos casos. E não é, em tantos outros, porque não são doações que impliquem em obrigação moral, mas negócios. Sujeitos, portanto, às condições do mercado que, como só a Folha não sabe, se deterioraram no mundo, e aqui também, em parte.
Hoje, a asneira é completa.
Diz o Painel que sindicalistas “vão pedir ao Ministério do Trabalho detalhes sobre as condições negociadas para a vinda de mão de obra chinesa ao Brasil”. Alega Miguel Torres, da Força Sindical, que os investimentos da China podem ser “um cavalo de Troia” para a entrada de trabalhadores chineses no país.
De novo, tenho de praticar um hábito meio fora de moda no jornalismo e contestar com base em fatos.
Está lá ao final do post  a tabela oficial da entrada de  estrangeiros no Brasil, que é regulada – e tome de regulada, nestes tempos globais! – pelo Ministério do Trabalho. Quando estive lá, por delegação do Ministro, era eu quem assinava a autorização, após aprovação dos órgãos técnicos, e sei bem do que falo.
Veja lá que os norte-americanos lideram com folga a entrada de pessoas para trabalhar no Brasil.
Tirando Filipinas e Índia, que têm números altos porque são a origem de trabalhadores de muitas embarcações e plataformas afretadas pela Petrobras e outras petroleiras – será que alguém acha que alugam um barco de alta tecnologia e especializadíssimo vazio, sem tripulação? – e Portugal, pelas óbvias ligações históricas e culturais, os países desenvolvidos nadam de braçada neste ranking.
Os chineses ficam num modesto 10° lugar,  com menos de 3% das autorizações de trabalho temporário o que, para o país de maior população no mundo, é um nada: 1.348 em um ano.
Os números absolutos são ridículos se considerarmos que somos um país onde a força de trabalho, em todas as áreas e formas, anda acima de 100 milhões de pessoas.
Existem critérios restritivos bastante fortes para a concessão de vistos de trabalho no Brasil e que valem para todas as nacionalidades..

Há exceções e me recordo de uma, curiosa: um dirigente de um grande frigorífico – não era a JBS, coxinhas, calma… –  telefonou-me para expor um problema: o Brasil é um grande exportador de frango halal, para o Oriente Médio e isso requer que o animal seja abatido por um muçulmano, que esteja voltado para Meca e ainda que se cumpra o ritual de invocar Alá no momento do abate, entre outras exigências.
E não se achava, na comunidade muçulmana brasileira, abatedores em número suficiente e faltavam algumas dezenas de trabalhadores adequados. O que fazer, deixar de vender frango para eles, um imenso mercado, no qual nosso país é líder?
Quem quiser me acusar de advocacia administrativa que o faça, mas não tive a menor dúvida em pedir aos dirigentes do Conselho de Imigração atenção especial para esta questão, e avisei ao empresário que, como contratante direto e indireto dos abatedouros ficasse de olho nas condições de trabalho, porque a mão de obra para este serviço, em boa parte, vem dos países muçulmanos da África, porque existe uma fiscalização do Trabalho.
Vejam só quanta estupidez há neste “caso” dos chineses.
Como disse, boa parte é de curto prazo.
Os que ficam até um ano, para assistência técnica ou transferência de tecnologia – ou seja, com contratos de trabalho na China, não aqui – são 525 apenas.
E os que vêm para ficar, com visto permanente, são 274 por ano. Regula com os franceses e espanhóis e ninguém está falando em uma invasão francesa, n’est pas?
E daí se vierem, temporariamente, mais mil, dois mil chineses para empreendimentos que vão gerar, diretamente, 40 ou 50 mil empregos no Brasil e, indiretamente, muitos mais.
Quantos brasileiros trabalharam nos meganavios que “São” Roger Agnelli encomendou na China e na Coreia? Ah, aplaudiram porque “era mais barato” fazer lá, não é?
E que mal há que, dos estrangeiros, algumas centenas venham mesmo de mala e cuia, como vieram os avós e bisavós de tantos de nós?
Vamos deportar  milhares e milhares de nossos ancestrais?
Nacionalismo não é xenofobia, é defender a soberania e os interesses brasileiros.
Coisa que esta gente, assustada com o “perigo vermelho”, não faz quando se trata dos homens do capital que preda nossas riquezas.
trabtemporario

NÃO SE DIVULGA A "TEORIA" MAIS A "PRATICA" EXISTE DE FATO:


SEÇÃO: OPINIÃO

Aécio Neves, veja os selvagens que você criou, dizendo que você não tem “culhões”

23 de maio de 2015 | 08:40 Autor: Fernando Brito
revoltado
Muito daquilo que se diz pode ser bem avaliado pela forma com que se diz.
Quem se expressa de forma acanalhada, pensa acanalhadamente e canalhice produz em parte dos que os ouvem.
Aécio Neves, o PSDB e a mídia brasileira deram palanque a uma gente surgida do nada, de história obscura e atividade desconhecida.
Um deles, Marcelo Reis, líder do proclamado “Revoltados Online” – que co-dirige com a Barbie Fitness que ameaçou ir para os EUA porque o pai era rico e chamou o povo de “imbecis e miseráveis”- publicou um vídeo na internet onde diz que, por não ter apresentado o pedido de impeachment de Dilma, Aécio Neves “não tem culhão” (sic).
Entre outros impropérios, claro.
Esta excrescência é um dos mais notórios “líderes” dos panelaços e marchas endeusados pela mídia.
Infelizmente, ninguém se iluda, a direita brasileira deu , finalmente, à luz a um agrupamento de brutos, incivilizados, agressores (verbais, por enquanto) e valentões.
São os filhos pródigos do tucanato que, ao voltarem para a casa paterna nas eleições, ouvirão que sempre foram amados.
Ao contrário do que diz este energúmeno, você teve, ao menos mentalmente, com o que se reproduzir.

HUMOR


SEÇÃO: OPINIÃO

A ameaça à liberdade de imprensa

Doutrinariamente, a imprensa é vista como o instrumento de defesa da sociedade contra os esbirros do poder, seja ele o Executivo, outro poder institucional ou econômico.
Não se exija dos grupos de mídia a isenção. Desde os primórdios da democracia são grupos empresariais com interesses próprios, com posições políticas nítidas, explícitas ou sub-reptícias.
***
Tome-se o caso brasileiro. É óbvio que os grupos de mídia têm lado. Denunciam o lado contrário e poupam os aliados.
Doutrinariamente, procuradores entendem que qualquer denúncia da imprensa deve virar uma representação. Mas só consideram imprensa o que sai na velha mídia. Doutrinariamente, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) cricou um grupo para impedir o uso de ações judiciais para calar a mídia. Mas só consideram jornalismo a velha mídia.
Cria-se, então, um amplo território de impunidade para aqueles personagens que se aliam aos interesses da velha mídia. E aí entra o papel da nova mídia, blogs e sites, fazendo o contraponto e estendendo a fiscalização àqueles que são blindados pela velha mídia.
***
No entanto, sem o respaldo do Judiciário, sem a estrutura econômica dos grupos de mídia, blogs e sites independentes têm sido sufocados por uma avalanche de ações visando calá-los. E grande parte delas sendo oriunda da mesma velha mídia. 
Quando a velha mídia se vale dessas armas contra adversários, não entra na mira do CNJ.
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Tome-se o meu caso.
Sou alvo de seis ações cíveis de jornalistas, cinco delas de jornalistas da Veja, duas de não jornalistas. Os dois não jornalistas são os notáveis Gilmar Mendes, Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e Eduardo Cunha, presidente da Câmara. Além deles, sofro uma ação de Ali Kamel, o todo poderoso diretor da Globo.
***
O que pretendem me sufocando financeiramente com essas ações?
Desde que se tornou personagem do jogo político, a Gilmar tudo foi permitido.
Em meu blog já apontei conflitos de interesse – com ele julgando ações de escritórios de advocacia em que sua mulher trabalha e de grandes grupos que patrocinam eventos do IPD (Instituto Brasiliense de Direito Público).
Apontei o inusitado do IDP conseguir um contrato de R$ 10 milhões para palestras para o Tribunal de Justiça da Bahia no momento em que este se encontrava sob a mira do CNJ. E critiquei a maneira como se valeu do pedido de vista para desrespeitar o STF e seus colegas.
***
De Eduardo Cunha, é possível uma biografia ampla, desde os tempos em que fazia dobradinha com Paulo César Faria, no governo Collor, passando por episódios polêmicos no governo Garotinho e no próprio governo Lula.
No governo Collor ele conseguiu o apoio da Globo abrindo espaço para os cabos da Globo Cabo e dispondo-se a adquirir equipamentos da NEC (controlada por Roberto Marinho). Agora, ganha blindagem prometendo impedir o avanço da regulação da mídia.
Sobre Kamel, relatei a maneira como avançou na guerra dos livros didáticos – um dos episódios mais controvertidos da mídia nos últimos anos, quando editoras se lançaram nesse mercado para ampliar seus negócios.
***
Censurando os críticos, asfixiando-os economicamente, quem conterá os abusos de Gilmar, de Cunha e de Kamel?
Há uma ameaça concreta à liberdade de imprensa nessa enxurrada de ações.
 

sábado, 16 de maio de 2015

HUMOR

prefeitura

IRONIAS DA VIDA

ironiasdavida

HUMOR DE VERDADE


SEÇÃO: NOTÍCIAS


  • vasalgel-anticoncepcional-masculino

    Já se falou há algum tempo sobre a pílula anticoncepcional masculina e como ela funcionaria. Mas agora pesquisadores encontraram uma técnica revolucionária, para prevenir a gravidez, que vai mudar a vida de todo mundo.
    O Vasalgel é um contraceptivo injetável que permite que homens tenham relações sexuais sem o risco de engravidar a parceira.
    Segundo a Parsemus Fountadion, organização sem fins lucrativos norte-americana que trabalha na produção do produto, o remédio não é usado em doses diárias, mas em uma única aplicação não hormonal, reversível, que funciona por até 10 anos! Se o homem decidir virar pai, basta uma injeção de bicarbonato de sódio (feita em laboratório) para dissolver o gel e os espermatozóides voltam a seguir o seu caminho.
    O médico injeta uma gota do gel contraceptivo no canal deferente (o tubo que transporta o esperma), localizado abaixo da pele de cada testículo, que bloqueia a passagem do esperma. Não se assuste! O local é anestesiado para receber a injeção.
    O Vasalgel, patenteado pelos americanos, é inspirado no contraceptivo RISUG (Inibição Reversível de Esperma Sob Supervisão, na tradução original), que age de maneira parecida e foi desenvolvido há mais de 30 anos por um professor de engenharia biomédica do Instituto Indiano de Tecnologia chamado Sujoy Guha. Os testes realizados pelo indiano provam que o RISUG não tem efeitos colaterais e funciona com quase 100% de eficácia.
    A principal diferença entre os dois é a instabilidade química. O RISUG, quando guardado dentro de uma seringa, tinha seu componente acidificado, deixando o gel inicial diferente do encontrado na seringa depois de uns anos. O Vasalgel já utiliza o subproduto ácido como a matéria prima da injeção. Os pesquisadores garantem que ele tem a mesma eficácia do seu antecessor.
    O grande desafio é conseguir patrocínio para o desenvolvimento do projeto. Por ser um procedimento rápido e super barato (uma injeção custaria muito menos do que um DIU de US$ 800), o Vasagel não atrai os olhares da indústria farmacêutica.
    A ideia é importantíssima para reforçar a necessidade da divisão de responsabilidade entre homens e mulheres na hora do sexo, evitar a gravidez na adolescência e a diminuição no número de mulheres se arriscando em clínicas clandestinas por conta da gravidez indesejada. Além disso as mulheres desse mundão não precisariam mais se entupir de hormônios. Tem coisa melhor?
    As pesquisas em torno desse tema estão à todo vapor!
    Além dos estudos citados, uma planta cultivada na Indonésia está sendo avaliada para ser transformada em pílula: acredita-se que ela interrompa os processos de fertilização.
    Ao mesmo tempo, britânicos estão trabalhando com outra abordagem, chamada de clean sheets pill (pílula dos lençóis limpos). O contraceptivo relaxa alguns músculos dos canais deferentes, impedindo que qualquer líquido seminal seja liberado durante o orgasmo. 
    Apesar da previsão do Vasalgel chegar ao mercado em 2020, pode ser que não aconteça devido à falta de investimento e a aprovação do FDA (Administração de Alimentos e Drogas dos Estados Unidos).

    Matéria do SOS Solteiros

SEÇÃO: NOTÍCIAS

Supremo deve julgar emenda da PEC da Bengala na próxima semana

Por André Richter
Da Agência Brasil
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar na próxima quinta-feira (21) pedido liminar de três associações de juízes para derrubar parte da Emenda Constitucional 88/2015, conhecida como Emenda da Bengala, que aumentou de 70 para 75 anos a idade de aposentadoria compulsória dos ministros de tribunais superiores.
A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) recorreram ao Supremo contra a interpretação de que os ministros precisarão de uma nova sabatina para ficar mais cinco anos no cargo.
A emenda mudou o Artigo 40 da Constituição Federal, de modo a garantir a ministros de tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União (TCU) aposentadoria aos 75 anos. Com o novo texto, também foi estabelecido que a nova regra para aposentadoria ocorrerá conforme o Artigo 52 da Constituição Federal, até que uma lei complementar seja aprovada. Dessa forma, segundo as associações, os ministros devem passar por mais uma sabatina, além da prevista para ingressar no cargo.
A emenda foi promulgada na semana passada pelo Congresso Nacional e provocou polêmica. Além da reação das associações de juízes, desembargadores de Pernambuco e de São Paulo conseguiram liminares para continuarem no cargo até 75 anos, ainda que o texto da emenda estabeleça que a mudança vale somente para ministros de tribunais superiores. Para os magistrados, a mudança deve ser aplicada nas instâncias inferiores, pelo caráter nacional da magistratura.

"ELA É BONITA ?"

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HUMOR:

ANÉSIA-SAIA-CURTA

"23 MOTIVOS PARA SE BEBER CERVEJA"

: Edu | Em: Cerveja | 15 de maio de 2015
Drinking-Beer
O consumo moderado de cerveja traz benefícios ao nosso organismo, principalmente para o sistema cardiovascular! Duas long necks para os homens e  uma long neck para as mulheres (feministas de plantão, isso é baseado na massa corporal e no metabolismo de cada gênero, ok?!), por dia é a quantidade ideal do consumo da bebida. Se passar disso, já começa a ser prejudicial.
Abaixo segue a lista dos 23 bons motivos para beber a sua cervejinha na boa:
01. Faz bem para a vista
02. Faz bem para os ossos
03. Desacelera o envelhecimento
04. Prolonga a vida
05. Reduz o estresse
06. Combate a gripe
07. Evita o cálculo renal ou de vesícula
08. Ajuda a tratar insônia ou outros distúrbios do sono
09. A levedura de cerveja faz bem para a pele
10. Diminui a pressão sanguínea
11. Ajuda a controlar o colesterol
12. Dá um UP no sistema imunológico
13. Previne o desenvolvimento de Alzheimer
14. Protege o coração
15. A cerveja age contra a arteriosclerose
16. Protege contra a carência de ácido fólico
17. Diminui o risco de diabete tipo 2
18. Um copo/dia fortalece a memória
19. É a melhor bebida isotônica
20. Atua na prevenção do câncer
21. Ativa o fígado e a diurese
22. A cerveja age contra cálculos renais e biliares
E O MAIS IMPORTANTE:
23. A CERVEJA NÃO ENGORDA!!!
EIN PROSIT, E ATÉ A PRÓXIMA!

SEÇÃO: DEFESA DO CONSUMIDOR

Brasileiro tem pouco a comemorar no Dia Mundial das Telecomunicações

Neste domingo (17), comemora-se o Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU). A PROTESTE Associação de Consumidores lamenta que no Brasil, para ter seus direitos respeitados pelas Teles, seja preciso recorrer à Justiça. Como vem ocorrendo no caso no caso do bloqueio do acesso à internet nos celulares após o fim da franquia.
Antes da mudança adotada recentemente pelas empresas, o serviço de acesso à rede era apenas reduzido quando atingido o limite fixado nos contratos dos planos, e o consumidor podia continuar navegando.
As empresas do setor se mantem como campeãs de queixas nas entidades de defesa do consumidor por má qualidade na prestação dos serviços. São recorrentes os problemas de sinal, abrangência de cobertura, velocidade e capacidade de transmissão de dados, além de descumprimento de oferta aos consumidores por entregar menos do que se promete. E dois terços das famílias brasileiras ainda vivem uma lacuna digital, sem acesso à internet.
A PROTESTE está com ação civil pública na Justiça, desde o último dia 12, contra as principais operadoras (Vivo, Oi, Claro, TIM e NET) para que respeitem o Marco Civil da Internet e só ofereçam planos sem bloqueios à internet, que só podem ser feitos nos casos de falta de pagamento dos serviços. Caso tenha sucesso, a medida valerá para todo o País. O processo deu entrada no Tribunal de Justiça de São Paulo e o número é: 1045633-86.2015.8.26.0100.
No Estado de São Paulo, as operadoras de telefonia Vivo, Oi, Claro e TIM foram proibidas, nesta semana, de bloquear o acesso à internet móvel de clientes ao fim da franquia contratada nos planos ilimitados. A liminar, que determinou a medida, foi concedida pelo juiz de direito Fausto José Martins. A multa diária em caso de descumprimento é de R$ 25 mil. Ainda cabe recurso.
Em outros Estados, como Rio de Janeiro e Acre, houve decisões semelhantes que impediam as empresas de deixar clientes antigos sem acesso à internet naquelas regiões, mas foram derrubadas por recurso das empresas. No caso do Rio, a liminar determinava que as operadoras não poderiam mais suspender o serviço para clientes que tivessem contratado serviços ilimitados de acesso à rede por telefonia até 23 de fevereiro, data de entrada da ação no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. 

HUMOR VERDADE!


SEÇÃO: OPINIÃO

Urubus quebram o bico: Petrobras, saneada, lucra R$ 5,4 bi no 1° trimestre

15 de maio de 2015 | 20:11 Autor: Fernando Brito
petrobal1tri
Do Valor, há três dias, reverberando as expectativas da urubologia de mercado sobre a Petrobras:
“A Petrobras deve fechar o primeiro trimestre deste ano com um lucro líquido de R$ 2,72 bilhões, resultado 49,5% menor frente aos três primeiros meses do ano passado. A previsão toma como base a média das projeções de cinco bancos de investimento consultados pelo Valor, que indicam, ainda, para uma redução média de 4,7% no faturamento, para R$ 77,73 bilhões, e um crescimento de 23% no Ebitda, para R$ 17,64 bilhões, na mesma base de comparação.”
As previsões eram da Goldman Sachs, do Bradesco, Deutsche Bank e de outras instituições.
Do Valor, agora há pouco:
“A Petrobras encerrou o primeiro trimestre desse ano com lucro de R$ 5,33 bilhões, queda de 1% na comparação com o lucro líquido de R$ 5,393 bilhões apurado no mesmo intervalo do ano anterior.”
Uai, não eram 49,5% de queda?
E a relação entre o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) e dívida, que prenunciavam ia explodir, baixou de 4,77 vezes para 3,86, mesmo com a forte desvalorização cambial. Embora o valor nominal tenha crescido (de 282 para 332 bilhões de reais) o aumento, de 18%, foi inferior à depreciação do real (20,8%) e uma enorme parte destas dívidas é, como é natural em grandes empresas e especialmente no setor petroleiro, em dólar.
O fato é que em Nova York, onde não lêem os jornais brasileiros, no “after-hours” da bolsa local,o ADR (correspondente a ações) da Petrobras sobe 4.05% no momento em que escrevo, depois de já ter subido 2% no pregão normal.
Sem contar essa subida noturna, do início do ano para cá, a Petrobras lidera com folga a valorização entre as petroleiras – claro que em boa parte por ter sido atirada, artificialmente, lá em baixo. Subiu 38,4%, contra 12,3% da Shell, enquanto quase todas as outras amargam índices negativos.
Medida por um ano, mais ou menos o tempo em que a lava-Jato começou a repercutir fortemente, a perda é de 32%, menos da metade dos 67% que chegou a cair no pior momento em 12 meses.
Mas nisso entra, com muita força, a desvalorização do petróleo: no mesmo período, a Shell caiu 20,6%: a Total, 25,2%, a italiana Eni, 27,5%, a Exxon e a Chevron, as que menos perderam, tiveram queda em torno de 15%.
Como escrevi ontem aqui, os ratos e urubus não tiveram força para, mesmo tendo causado muito estrago, derrotar a Petrobras.

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