quinta-feira, 19 de julho de 2012

"Desilusão"

Como a folha no vento pelo espaço
Eu sinto o coração aqui no peito,
De ilusão e de sonho já desfeito,
A bater e a pulsar com embaraço.

Se é de dia, vou indo passo a passo
Se é de noite, me estendo sobre o leito,
Para o mal incurável não há jeito,
É sem cura que eu vejo o meu fracasso.

Do parnaso não vejo o belo monte,
Minha estrela brilhante no horizonte
Me negou o seu raio de esperança,

Tudo triste em meu ser se manifesta,
Nesta vida cansada só me resta
As saudades do tempo de criança.


Patativa do Assaré
(Antônio Gonçalves da Silva)


"A imagem diz tudo"

"A Primeira Morte"


A pequena tragédia de um homem comum diante do exame de colesterol.

A notícia veio em um exame de rotina, aberto na página do laboratório na internet enquanto tomava um chocolate quente. Na verdade, leite com um chocolate em pó cheio de porcarias que ele toma desde a infância e, por isso, aos 43 anos, é uma fonte de alegria permanente na prateleira da cozinha. Quando bateu na minha porta, os olhos escancarados, avisando que tinha uma má notícia, eu pensei logo em câncer. No nosso tempo, é o que a gente sempre pensa, mesmo que não diga. “Meu colesterol está alto”, ele disse. “Muito acima do péssimo.” Amoleci inteira e até esbocei um sorriso. “Ah, mas isso não é tão grave.” Mas era. Eu não fui capaz de perceber logo, mas era a primeira morte de meu melhor ami go.

Não era uma doença incurável, não era um drama humanitário, não era nada que alterasse a ordem do mundo. Era só a pequena tragédia dele. Comezinha e cotidiana. A tragédia de um homem comum, com uma vida comum, que sentia a primeira fisgada do fim.

No percurso de uma vida, quando temos a sorte de ter uma existência longa, passamos por várias pequenas mortes e renascimentos. É importante que partes de nós morram para que outras possam nascer – ou apenas para que esses pedaços mofados de nossas crenças sobre nós ou da crença de outros sobre nós saiam do caminho. É triste quando alguém é uma coisa só a vida toda – perdendo a chance de acolher todos os outros de si. Quando alguém anda pela vida apertado em uma roupa que nunca lhe serviu direito, mas que foi vestida nele ou nela por seus pais ainda na infância, como se fosse o único modelo que lhe coubesse.

É importante que, em algum momento, de preferência mais cedo do que tarde, a gente descubra que essa roupa não serve – ou que apenas algumas partes servem e outras precisam ser jogadas fora, para que novas possam ser inventadas. É essencial que nos libertemos dos dogmas impingidos sobre nós para podermos criar uma vida que faça mais sentido – e para nos sentirmos livres para recriá-la o tempo todo. O olhar do outro sobre nós, a começar pelo dos nossos pais, às vezes é redenção, em outras é prisão, em geral é ambos.

Por isso me parece que uma vida é mais rica quando morremos e renascemos muitas vezes. Mas esta é a existência psíquica, é o que se passa em nossas porções invisíveis, naquela parte da nossa geografia que não se pode tocar com as mãos. Poucas coisas ou nenhuma são mais assustadoras do que ousar se libertar de um jeito de ser cujo funcionamento conhecemos. Porque ainda que esse jeito nos sequestre o desejo, nos parece mais seguro do que enfrentar o vazio de descobrir formas de viver mais próximas de nossos anseios. Mas, se tivermos essa coragem que anda de mãos agarradas com o medo, nós nos responsabilizamos pelas nossas escolhas, seguimos e criamos e morremos e renascemos. Muitas vezes.Em algum momento, porém, o corpo anuncia uma morte da qual não é possível renascer. A rigor, começamos a morrer desde o nascimento. De fato, nosso declínio físico começa aos 20 e poucos anos, mas esses sinais podem ser ignorados. E são. Por volta dos 40 – um pouco depois, para quem tem mais sorte, um pouco antes, para quem tem mais azar –, recebemos a notícia da primeira morte que não podemos ignorar. A primeira morte do corpo.

Foi o que aconteceu com meu melhor amigo. Para não morrer nos próximos anos de enfarte ou AVC por causa das artérias entupidas de gordura, ele matou com um só golpe um mundo inteiro dentro de si. Não é uma mera mudança de hábitos, como médicos e nutricionistas tentam nos convencer em consultas, reportagens e sites da internet. É um mundo inteiro que se extingue como se o Sol explodisse de repente, muito antes dos bilhões de anos calculados pelos astrônomos. Para quem vive nesse planeta, é uma hecatombe. Para a imensidão do universo, é um nada, estrelas morrem o tempo todo sem que a ordem da vida dos outros se altere.

Para o planeta humano que é meu melhor amigo, foi uma hecatombe. Acabaram-se as feijoadas, o churrasco, a pizza, o hambúrguer, a batata frita, os pastéis, os bolos, os bolinhos, as tortas, os chocolates. Mas não só. Encerrou-se a possibilidade de renovar a qualquer momento a memória de uma vida de afetos: a receita de bacalhau da mãe que morreu, a torta de morangos que só a sogra sabe fazer, o feijão gordo que a mulher prepara toda quinta-feira e havia se tornado um acontecimento, a noite com o amigo de infância recheada de cumplicidade, chope e frituras.

Acabou-se a possibilidade de degustar territórios ainda não desbravados. As experiências gastronômicas com um amigo chefe de cozinha. O acesso às dores de alma e as alegrias de outros povos e terras através da comida, dos ingredientes e dos temperos, que o instigavam a jamais perder nenhuma chance de viajar. Suas próprias invenções com as panelas que reuniam os mais próximos em alegres descobertas na mesa da cozinha. Agora, ele terá de recusar pratos em almoços e jantares – e será um problema na cozinha alheia.

Um mundo dentro do mundo morreu em um segundo. E a notícia dessa morte o lembra o tempo todo de que é só a primeira das muitas que virão. “Tenho medo de morrer de repente”, ele diz. Porque sente que uma parte dele teve morte súbita tendo ele mesmo por testemunha. “Eu não fumo, não uso drogas, só bebo em ocasiões especiais”, ele diz, traído. Eu quase digo: “A vida não dá garantias”, mas me contenho a tempo.

Sei que dentro dele toca o réquiem de Verdi, dramático e grandiloquente, mas só ele escuta. Porque sua tragédia é prosaica, acontece com muitos, não é notícia nem na família. Ele é só mais um homem diante do parapeito da ponte – sem vontade de atirar-se dali, mas apavorado porque um dia vai estar lá embaixo.

Pesquisamos juntos na internet, tentamos inventar receitas, descobrir novos ingredientes, criar um mundo novo dentro do universo restrito ao qual ele foi confinado. Cheiramos desconfiados uma linguiça de soja, passamos retos pela manteiga, enchemos o carrinho de coisas verdes. Depois vamos ao cinema para esquecer seu pequeno drama diante da grandeza do drama maior de um outro, mas quando estaqueamos diante da pipoca, o luto desce sobre ele, inexorável. Sabemos que é preciso aceitar essa morte, assim como todas que virão, com o excesso de perdas que ela contém. Em geral não se morre de uma vez só, mas aos poucos. E é o corpo que nos ensina a brutalidade dessa verdade.

O colesterol não encolheu apenas a largura das artérias de meu melhor amigo, mas também a largura da sua vida. Ele sabe que não pode escapar dos limites impostos pelo corpo. Pode, como todos nós, no máximo adiá-los. No exame do laboratório o tal do LDL avisa que a juventude, aquele tempo no qual era possível fingir que não havia limites, acabou. Mas a gordura que entulha as artérias de meu melhor amigo não lhe obstrui o espírito. Porque morreu e nasceu muitas vezes ao longo de seus 43 anos, há nele uma vida dentro da vida que se amplia também nesse choque com os limites. Enquanto o corpo falha, sua mente recolhe suas lágrimas, sua surpresa e sua dor e os transforma em uma experiência a mais.

Sempre foi assim, afinal. É no confronto com a miséria da condição humana que produzimos o melhor do humano. Condenados eternamente ao fracasso de nosso embate com a morte, inventamos essa vida dentro da vida. Que, se tivermos a ousadia de morrer e nascer várias vezes no espaço de uma existência, será uma vida maior que a vida.

Não tenho dúvidas de que meu melhor amigo seguirá suspirando de saudades de uma picanha gorda ou de um feijão com costelinha de porco. Mas, nesse último final de semana, ele já havia colado um cartaz patético na cozinha, com imagens suas de a.C. e d.C. – “C” não de Cristo, mas de colesterol. Estava entrouxado de roupas porque acreditava que os 100 gramas que tinha perdido desde que abriu o exame tornaram-no “mais friorento”. E tentava inventar uma maionese caseira sem ovos nem óleo.

Soube então que estava salvo. Não do colesterol, mas de algo muito pior: uma vida pequena.
 
 
Eliane Brum
Jornalista, escritora e documentarista

"Seis invenções masculinas "

Vídeo Legal: Mulher consegue fazer a baliza e torcida comemora !

domingo, 1 de julho de 2012

Conforme foto do cartaz acima, a "Confraria do Zé Pajé", comemorou neste último sábado (dia 30/06/2012), o aniversário de JOÃOZINHO. Além do comparecimento a este evento, dos participantes aqui registrados com fotos, compareceu também: ERINALDO. 

Aniversário de Joãozinho de 2012: Fotos iniciais


Aniversário de Joãozinho de 2012: Parabéns


Aniversário de Joãozinho de 2012: Uso de data-show


Aniversário de Joãozinho de 2012: Presença de convidado


Aniversário de Joãozinho de 2012: Entrega de Presentes

Conforme fotos acima, o aniversariante recebeu do amigo GEILSON os seguintes presentes:
- um DVD MUSICAL de Zeca Baleiro ao Vivo;
- um CD MUSICAL de Ana Carolina 

Aniversário de Joãozinho de 2012: Entrega de CD Personalizado

Conforme fotos acima, o aniversariante recebeu do seu irmão FERNANDO um cd personalizado, intitulado: "O gosto musical de Joãozinho", contendo a seguinte relação de músicas:

RELAÇÃO DAS MÚSICAS DO CD PERSONALIZADO DE JOÃO
NOME DA MÚSICA
INTÉRPRETE
1
Se eu soubesse
Chico Buarque
2
Brigas nunca mais
Joyce
3
Você vai ver
Emílio Santiago
4
A vizinha do lado
Chico Buarque
5
Vamos falar de tereza
Amelinha
6
Canção da partida
Moraes Moreira
7
Retiros Espirituais
Flávio Venturine
8
De onde vem o baião
Elba Ramalho
9
Brejo da cruz
João Bosco
10
Flor da Idade
Caetano Veloso
11
Depois
Marisa Monte
12
Pela décima vez
Maria Bethânia
13
Feitio de Coração
João Nogueira/Luiz M.
14
Querido Diário
Chico Buarque


Aniversário de Joãozinho de 2012: Prestação de Contas


DESPESAS C/ANIVERSÁRIO DE JOÃOZINHO EM 2012
HISTÓRICO DAS DESPESAS
VALOR-R$
1
Jantar (carneiro cozido).............
60,00
2
Compra de cartolina p/cartaz
0,30
3
compra de 1 cd virgem
1,20
4
impressão de capa para cd
2,90
5
120 salgados (pg. A doce festa)
33,50
6
1 cd p/presente(lojas americanas)
19,99
7
1 dvd p/presente(lojas americanas)
14,99


0,00


0,00


0,00


0,00


0,00


132,88


quinta-feira, 21 de junho de 2012

ANIVERSARIANTE DE JUNHO DE 2012: Joãozinho


A "Confraria do Zé Pajé" convida todos os componentes a se fazerem presentes, no dia 30 de Junho de 2012, a fim de comemorarmos o aniversário de JOÃOZINHO.


OBS: A FOTO DO ANIVERSARIANTE E SEU IRMÃO, NA "CAPA DESTE BLOG", REPRESENTA  UMA HOMENAGEM DA CONFRARIA. ESTA FOTO FICARÁ NO BLOG ATÉ A COMEMORAÇÃO DESTE ANIVERSÁRIO.

Postado por: Rômulo (Diretor de Eventos)  

quarta-feira, 20 de junho de 2012

ASSISTA A CHARGE DE MAURICIO RICARDO: "Empresa Moderna"

Poema para reflexão

Viva!

Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas 
que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,
mas também já decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
e amigos que eu nunca mais vi.

Amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
e quebrei a cara muitas vezes!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

Mas vivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar!



a autoria deste poema é atribuída a Charlim Chaplin, mas que também pode ser de Augusto dos Anjos... 

"Sempre Maluf"

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"Tipos de Sensualidade"

"Conheça o IBELT. O acessório que vai salvar o seu relacionamento"

Assista esta PEGADINHA . É muito legal!!

"JOGADORES SORTUDOS"

"FILOSOFIA POPULAR"

POLÍTICA: "Aliança com Maluf é preço alto por coisa pequena, diz Erundina "

Luiza Erundina durante entrevista nesta quarta-feira, em Brasília. Foto: Beto Oliveira / Agência CâmaraA deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), que na terça-feira 19 abandonou o posto de candidata a vice-prefeita na chapa do petista Fernando Haddad, disparou uma série de ataques nesta quarta-feira 20. Erundina criticou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o também deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), cuja aliança com o PT precipitou a saída de Erundina da chapa, e também o PSDB, que cortejou o apoio de Maluf para as eleições municipais.
Em entrevista em Brasília, Erundina deixou claro que a foto em que Lula aparece com Maluf, tirada na segunda-feira 18 na casa de Maluf, a incomodou profundamente. “Você vai à residência da pessoa quando você tem amizade com ela, tem intimidade, tem respeito pela pessoa. Julgo muito sacrifício (o acordo com Maluf) por poucos minutinhos a mais de horário na TV. É importante o tempo de televisão, mas não a ponto de sacrificar a imagem, a história”, afirmou Erundina segundo o portal Terra. Erundina justificou sua posição dizendo que mais tempo de tevê não significa vitória nas urnas. “A mídia é importante, mas não determina o processo eleitoral se não vier somado a outras condições”, afirmou ela segundo aFolha de S.Paulo.
Erundina negou que tivesse conhecimento profundo sobre as negociações entre o PP e o PT. “Sabia que estava sendo discutida a aliança com PP por conta do interesse do tempo de televisão. Isso sim, mas não foi me dito que era coisa certa, definitiva. Não teria deixado chegar ao ponto que chegou”, disse ela segundo a Folha. Ainda segundo Erundina, ao conversar com Fernando Haddad sobre o apoio de Maluf, ele teria “minimizado” a parceria. Ao que parece, Erundina não está disposta a admitir uma mudança de posição. Na sexta-feira passada, ao ser anunciada como vice de Haddad, a aliança do PT com Maluf já estava bem encaminhada. Tanto é que a própria Erundina comentou o fato, ao dizer que Maluf não pautaria o projeto político da coligação. “Ele não é prefeito nem vice-prefeito. Quem vai governar conosco é o povo”.
Erundina lamentou a aliança com Maluf pois, segundo ela, Haddad “é o melhor candidato e tem chances reais” de ser eleito. Para ela, a aparição de Maluf pode prejudicar o candidato do PT pois criou “um clima de perplexidade e desconforto” na militância petista, que é “exigente” e não “indiferente”.
Erundina disse entender que o ex-presidente Lula “passou dos limites” ao se aliar com Maluf, mas disse não ter a intenção de julgar seu ex-companheiro. Segundo o Terra, Erundina disse que Lula “deve ter suas próprias razões” para se aproximar de Maluf. “Lula tem sensibilidade. Ele deve ter percebido no momento ‘fora’ que ele deu, né?”, disse.
A deputada federal também criticou a campanha do PSDB, que terá José Serra como candidato, e lamentou o fato de Maluf ter ressuscitado. “Ele estava morto, só faltou enterrar. Ele tem preço, e só não fechou aliança com o outro lado porque não deram o que ele queria”, afirmou.
TEXTO EXTRAÍDO DO SITE DA REVISTA "CARTA CAPITAL", EM 20-06-2012 

"As Vantagens da Prática do Sexo"

"Por que os homens são mais felizes !

quinta-feira, 7 de junho de 2012

PRIMEIRA PRESTAÇÃO DE CONTAS DE 2012 - Receitas e Despesas da Confraria


RECEITAS apuradas até 07-06-2012  
COMPONENTE MESES PAGOS VALOR-R$
1 Renato 3 x 10,00 30,00
2 Erivelton 4 x 10,00 40,00
3 Geilson 4 x 10,00 40,00
4 Joãozinho 4 x 10,00 40,00
5 Rômulo 5 x 10,00 50,00
6 Marco 4 x 10,00 40,00
7 Brasil 12 x 10,00 120,00
8 Fernando 2 x 10,00 20,00
9 Naírson 6 x 10,00 60,00
10 Júnior Suc. 4 x 10,00 40,00
11 Nailton 4 x 10,00 40,00
12 Antônio Furt. 12 x 10,00 120,00
13 Leonardo 1 x 10,00 10,00
14 Lopes 2 x 10,00 20,00
Totais das Receitas   670,00
DESPESAS - apuradas até 07-06-2012  
HISTÓRICO DAS DESPESAS VALOR-R$
1 Despesas c/Aniversários de  
  JÚNIOR - EM FEVEREIRO/2012 124,10
2 Despesas c/Aniversários de RÔMULO  
  e GEILSON - em MARÇO/2012 165,50
3 Despesas c/aniversários de BRASIL  
  e ERIVELTON - em MAIO/2012 160,55
  Totais das Despesas 450,15
Obs: o detalhamento das despesas está registrado
no BLOG DA CONFRARIA /no mês de comemoração do
aniversário do componente/na última postagem que
homenageia o aniversariante  
SALDO DE CAIXA EM 07-06-2012 VALOR-R$
Receitas(R$ 670,00) - Despesas(R$ 450,15) 219,85

Vídeo mostrando a ignorância de muita gente - O que você faria se descobrisse que seu filho usa CROCS ?

Assista este Vídeo de MARCELO ADNET. É muito legal !

Vídeo: lição de moral à repórter da BAND

"Peitos são como o sol !!!"

Cartazes da Marcha da Cerveja