segunda-feira, 11 de abril de 2011

TEXTO PARA REFLEXÃO:

Nascidos antes de 1980
(Autor Desconhecido)


Pensando bem, é difícil acreditar que estejamos vivos até hoje!

Quando éramos pequenos, viajávamos de carro sem cintos de segurança, sem ABS e sem air-bags.

Os vidros de remédios ou as garrafas de refrigerantes não tinham nenhum tipo de tampinha especial, nem data de validade.

E tinham também aquelas bolinhas de gude, que vinham embaladas sem instruções de uso.

A gente bebia água da chuva, da torneira e nem conhecia água engarrafada. Que horror!

Andávamos de bicicleta sem usar nenhum tipo de proteção e passávamos as tardes construindo nossas pipas ou nossos carrinhos de rolimã...

A gente se jogava nas ladeiras e esquecia que não tinha freios, até que déssemos de cara com a calçada ou com uma árvore e, depois de muitos acidentes de percurso, aprendíamos a resolver o problema, sozinhos!

Nas férias, saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo; nossos pais, às vezes não sabiam exatamente onde estávamos, mas sabiam que não estávamos em perigo.


Não existiam os celulares. Incrível!

A gente procurava encrenca. Quantos machucados, ossos quebrados e alguns dentes moles dos tombos.

Ninguém denunciava ninguém. Eram só 'acidentes' de moleques; na verdade, nunca encontrávamos um culpado.

Você lembra destes incidentes? Janelas quebradas, jardins destruídos, as bolas que caíam no terreno do vizinho... Existiam as brigas e, às vezes, muitos pontos roxos. Mesmo que nos machucássemos e chorássemos,

passava rápido; na maioria das vezes, nem mesmo nossos pais vinham a descobrir.

A gente comia muito doce, pão com muita manteiga, mas ninguém era obeso. No máximo, um gordinho saudável. Nem se falava em colesterol.

A gente dividia uma garrafa de suco, refrigerante ou até uma cerveja escondida, em três ou quatro moleques, e ninguém morreu por causa de vermes!

Não existia o Playstation, nem o Nintendo.

Não tinha TV a cabo, nem videocassete, nem Computador, nem Internet...

Tínhamos, simplesmente, amigos!

A gente andava de bicicleta ou à pé. Íamos à casa dos amigos, tocávamos a campainha, entrávamos e conversávamos.

Sozinhos, num mundo frio e cruel, sem nenhum controle.

Como sobrevivemos?

Inventávamos jogos: com pedras, feijões ou cartas.

Brincávamos com pequenos monstros: lesmas, caramujos, e outros animaizinhos, mesmo se nossos pais nos dissessem para não fazer isso!

Os nossos estômagos nunca se encheram de bichos estranhos!

No máximo, tomamos algum tipo de xarope contra vermes e outros monstros destruidores, um tal de óleo de rícino!

Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros e tiveram que refazer a segunda série.

Que horror!

Não se mudavam as notas e ninguém passava de ano, mesmo passando. As professoras eram insuportáveis! Não davam moleza.

Os maiores problemas na escola eram: chegar atrasado, mastigar chicletes na classe ou mandar bilhetinhos falando mal da professora. Correr demais no recreio ou matar aula, só para ficar jogando bola no campinho.

As nossas iniciativas eram 'nossas' mas, as conseqüências também. Ninguém se escondia atrás do outro.

Os nossos pais eram sempre do lado da Lei quando transgredíamos a regras.

Se nos comportávamos mal, nossos pais nos colocavam de castigo e, por incrível que pareça, nenhum deles foi preso por isso.

Sabíamos que, quando os pais diziam 'não', era 'não'.

A gente ganhava brinquedos no Natal ou no aniversário, não todas as vezes que ia ao supermercado.

Nossos pais nos davam presentes por amor, nunca por culpa.

Nossas vidas não se arruinaram porque não ganhamos tudo o que gostaríamos, que queríamos...

Esta geração produziu muitos inventores, artistas, amantes do risco e ótimos 'solucionadores' de problemas.

Nos últimos 50 anos, houve uma desmedida explosão de inovações, tendências.

Tínhamos liberdade, sucessos, algumas vezes problemas e desilusões, mas tínhamos muita responsabilidade.


Não é que aprendemos a resolver tudo, e sozinhos?

Se você é um destes sobreviventes, parabéns.

Você curtiu os anos mais felizes de sua vida.

É isso............

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TEXTO PARA REFLEXÃO:

"NENHUMA ESCOLA É UMA ILHA"

A tragédia no Realengo, a meu ver, pode e deve ser início de um debate importante sobre a nossa sociedade.


A tragédia na escola do Rio de Janeiro acontece num contexto bastante relevante. Em outubro de 2009, Geyse Arruda foi hostilizada por seus colegas de faculdade porque, segundo eles, ela não sabia se vestir de modo “apropriado” para freqüentar as aulas. Em junho de 2010, Bruno, goleiro do Flamengo, é suspeito de matar a ex-namorada, Elisa Samudio, por não querer pagar pensão ao filho. Suposta garota de programa, Samudio foi hostilizada na opinião de muitos brasileiros. Após rompimento, Mizael Bispo, inconformado, mata sua ex-namorada Mércia Nakashima em maio de 2010. Em novembro de 2010, grupos de jovens agridem homossexuais na Avenida Paulista, enquanto Mayara Petruso incita o assassinato de nordestinos pelo Twitter. E mais recentemente, em cadeia nacional, Jair Bolsonaro faz discurso de ódio contra homossexuais e negros. Tudo isso instigado e complementado pelo discurso intolerante, preconceituoso, conservador e mentiroso do candidato José Serra à presidência da República. A mídia? Estava ao lado de Serra, corroborando em suas artimanhas, reforçando preconceitos contra Dilma, contra as mulheres e contra os tantos mais “adversários” do candidato tucano.


Wellington matou mais meninas na escola carioca. Se, por um lado, jamais saberemos as reais razões que o fizeram agir dessa forma, por outro sabemos o quanto a sociedade brasileira tem sido, no mínimo, indulgente com atos de intolerância, machismo, ódio e preconceito contra mulheres, negros e homossexuais. Se não há uma ligação direta entre esses diversos acontecimentos, eles pelo menos nos fazem pensar o quanto vale a vida de alguém em um contexto de tantos ódios? Quantas mulheres morrerão hoje vítimas do machismo? Quantos gays sofreram violência física? Quantos negros sentirão declaradamente o ódio racial que impregna o nosso país? O que é o bullying se não o prolongamento para a escola desse tipo de mentalidade? Quantas pessoas apoiaram as declarações de ódio de Bolsonaro via Facebook? Aquilo que acontece no ambiente escolar nada mais é do que um microcosmo do que a sociedade elege como valores primordiais. E o Brasil, que por tanto tempo negou a “pecha” de racista e preconceituoso, vê sua máscara cair.


Não adianta culpar o bullying, achando que ele é um problema de jovens, um problema das escolas. Não adiante grades e detectores de metal nas entradas ou a proibição da venda de armas. Como professora, sei que o que os alunos reproduzem em sala nada mais é do que ouviram da boca de seus pais ou na mídia. Não adianta pedir paz e tolerância no colégio enquanto a mídia e a sociedade fazem outra coisa. Na escola, o problema do bullying é tratado como algo independente da realidade política, econômica e social do país. Mas dá pra separar tudo isso? Dá pra colocar a questão só em “valores” dos adolescentes, da influência do malvado do computador ou dos videogames? Ou é suficiente chamar o ato de Wellington de uma “violência pós-moderna” sem explicação? Das muitas agressões cotidianas, a da escola do Realengo é apenas uma demonstração da potencialidade de nossos ódios. A única coisa que me pergunto é: teremos a coragem de fazer esse tipo de discussão?


Ana Flávia C. Ramos é professora, historiadora pela Unicamp

SEÇÃO DE HUMOR

Título da Piada: "O Último Romântico"

Num barzinho, o sujeito resolve abordar uma loira de uma maneira pouco natural:

— Como você é bela! Case-se comigo e eu te farei a mulher mais feliz do mundo! Por você, atravessarei oceanos, escalarei montanhas, cruzarei fronteiras, descerei despenhadeiros, nadarei através das correntezas...

A loira se levanta e vai mudando de lugar, quando o cara a interpela:

— Ei! Moça, o que foi? Não quer se casar comigo?

E ela responde:

— Eu, hein? Pra que eu vou querer um marido que não pára em casa?

segunda-feira, 28 de março de 2011

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TEXTO EDUCATIVO:

Curriculum Vitae de Paulo Salim Maluf, criador do PAS - Programa de Ajuda ao Salim !


Caríssimos, aqui vai uma contribuição (não monetária) à ficha deste valoroso patriota tão injustiçado e difamado!

Cargo Desejado: Qualquer cargo executivo- Prefeito, Governador ou Presidente


Experiência:

1969 - Fui indicado para prefeito de São Paulo pelo Marechal Costa e Silva, presidente da ditadura militar.

1970 - Com o dinheiro do contribuinte paulistano, dei 25 carros aos jogadores da Seleção Brasileira e comissão técnica.

- Em 86 fui condenado pela Justiça a devolver este dinheiro aos cofres públicos.

1971 - Construí o "Minhocão", ligando minha casa à fábrica da Eucatex, onde era vice-presidente.

1977 - Defendi que o AI-5 (instrumento que suspendia direitos políticos de qualquer cidadão e cassava mandatos eletivos) fosse incorporado à Constituição.

1978 - Construí o cemitério de Perus para enterrar presos políticos assassinados, e vítimas do "Esquadrão da Morte".

Lancei o programa Pró-família, com o objetivo de esterilizar mulheres negras e pobres, financiado pela Japanese Organization for International Cooperation in Family Planning.

1982 - Fui eleito deputado federal, e COMPARECI SÓ A 3 DAS 654 SESSÕES nas quais deveria estar presente. Fui condenado a devolver à Câmara os jetons que recebi indevidamente durante meu mandato.

1984 - Comandei a campanha CONTRA as Diretas Já, sendo candidato do regime militar à presidência.

1985 - Fui derrotado por Tancredo Neves nas eleições indiretas.

1986 - Fui derrotado nas eleições para o Governo de SP.

1988 - Fui derrotado nas eleições à Prefeitura de São Paulo.

1989 - Declarei durante campanha que "se está com desejo sexual, estupra, mas não mata". Fui derrotado novamente, apesar de estar sendo FINANCIADO POR PC FARIAS.

1990 - Numa das campanhas mais caras já vistas, gastei 50 milhões de dólares e perdi.

2000 - Eu e Celso Pitta fomos denunciados pelo Ministério Público por desvio de verbas.


Outros feitos notáveis:

- Destruí os sistemas de Saúde e Educação do Estado, com arrocho salarial dos funcionários e abandono das escolas, postos de saúde e hospitais.

- Criei a ROTA, tropa de elite da PM que, às vésperas das eleições de 1982, massacrou 2509 presos no Carandiru.

- Fui nomeado governador, gastei uma fortuna em verbas de representação (jantares, presentes, gratificações). De todo esse dinheiro, fui condenado a devolver somente o gasto com "flores e presentes para amigos e políticos", o SUFICIENTE PARA CONSTRUIR UMA COHAB.

- Logo após minha nomeação para governador, me envolvi no escândalo Lutfalla", empresa de meu sogro que contraiu empréstimos ilegais quando estava à beira da falência. Eu era seu maior acionista.

- Construí a Rodovia dos Trabalhadores (assim como a Imigrantes) a um custo 3 vezes superior à Rodovia dos Bandeirantes, e de valor igual ao gasto com toda a extensão da Rod. Fernão Dias, até Minas Gerais.

- Ordenei à PM que batesse em professores que reivindicavam melhores salários.

- Disse que "As professoras não são mal remuneradas, são é mal casadas".

- Gastei 400 MILHÕES DE DÓLARES (de acordo com a própria Petrobrás) com a PAULIPETRO, sem a aprovação ou mesmo fiscalização do Tribunal de Contas e até hoje não prestei contas desse dinheiro. Infelizmente nenhuma gota de petróleo foi encontrada. Este dinheiro foi 8 VEZES MAIOR QUE O ORÇAMENTO PARA SAÚDE DE MEU GOVERNO.

- Disse que "se Celso Pitta for mau prefeito, que ninguém mais vote em mim". Ele foi, porém eu estou aqui, apostando que os eleitores já se esqueceram.

- Considerações Finais: Passe adiante o meu Currículo, assim todos vão me conhecer melhor!

OBS.: Isso NÃO é uma corrente, mas se você não passar esta mensagem para outros eleitores, correremos o risco de muitos realmente esquecerem e votarem nele para o Governo, ou outro cargo que pretenda ocupar !

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TEXTO PARA REFLEXÃO:

Título do Texto: “Reverência ao Destino”

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil
é expressar por atitudes e gestos o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil
é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil
é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.

Fácil
é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil
é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem pra fazer.

Fácil
é demostrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil
é mentir para o nosso coração.

Fácil
é ver o que queremos enxergar.
Difícil
é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil
é dizer ” oi " ou ” como vai ? "
Difícil
é dizer "adeus". Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...

Fácil
é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil
é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo, como uma corrente elétrica, quando tocamos a pessoa certa.

Fácil
é querer ser amado.
Difícil
é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.

Fácil
é ouvir a música que toca.
Difícil
é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil
é ditar regras.
Difícil
é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil
é perguntar o que se deseja saber.
Difícil
é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.

Fácil
é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil
é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil
é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.

Fácil
é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil
é entender que somente uma vai te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil
é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.

Fácil
é sonhar todas as noites.
Difícil
é lutar por um sonho.

Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.

(não é de Carlos Drummond de Andrade)

SEÇÃO: POLÍTICA

A ausência de Lula

Por: Mino Carta, em 25 de março de 2011 às 11:10h

Modesta dissertação sobre a enésima confirmação dos delírios da mídia. Por Mino Carta. Foto: Luis Carlos Murauskas/Folhapress

O ausente foi mais presente do que os presentes. A frase não é minha, é do professor Delfim Netto, e diz respeito às reações da mídia nativa à ausência de Lula no almoço oferecido pela presidenta Dilma a Barack Obama. Os jornalões mergulharam no assunto em colunas e reportagens por três dias a fio, entregues com sofreguidão à tarefa de aduzir o porquê daquela cadeira vazia sem receio de provar pela enésima vez sua vocação onírica.

Neste espaço, o sonho midiático foi meu tema da semana passada, mas os especialistas em miragens insistem em mostrar a que vêm, sem contar o complexo de inferioridade tão explicitamente exposto com a visita do presidente americano apresentada como um celebrity show. As emissoras globais ficaram no ar 24 horas para contar todos os passos de Obama ou mesmo para esperar que ele os desse. A certa altura vimos um perdigueiro da informação aguardar no Galeão, por mais de uma hora, a chegada do avião que levava o visitante de Brasília ao Rio, em proveito exclusivo de uma visita instrutiva dos telespectadores a um aeroporto às moscas.

Leia mais de Mino Carta

É o recalque do vira-lata, e esta definição também não é minha, já caiu da boca de Lula. Quanto à sua ausência no almoço de Brasília, li entre as versões que ele não apareceu para “não ofuscar” a anfitriã, a mostrar toda a sua pretensão, acompanhada pela dúvida de um colunista: “ao recusar o convite”, foi malandro ou zé mané? Textos de calibres diversos clamam contra “a descortesia”. Uma colunista do Estadão aventa a seguinte hipótese: o ex-presidente quis evitar o constrangimento “de ouvir sem compreender a conversa na mesa, da qual fazia parte Fernando Henrique Cardoso”. Ah, o príncipe dos sociólogos, este é um poliglota. E não falta quem convoque a inveja de Lula por Dilma, que recebe Obama em lugar dele, embora o tivesse convidado em 2008.

Segundo um colunista do Valor Econômico, o ex também foi descortês com Obama, que já o tratou tão bem. A Folha localizou “um amigo de Lula” disposto à revelação: ele está irritado “com os elogios excessivos da mídia a Dilma”. Uma colunista da Folha vislumbra na ausência de Lula a demonstração “do contraste de estilos” e até a torna mais evidente. Neste esforço concentrado no sentido de provocar algum desentendimento entre o ex e a atual, imbatível o editorial do Estadão de domingo 20, provavelmente escrito por um aluno de Maquiavel incapaz de entender a ironia do mestre.

Fala-se em “mudança de mentalidade que emana do Planalto”, “sobriedade em lugar de espalhafato”, “distanciamento das inevitáveis servidões” do ofício presidencial. Transparente demais a manobra. Não escapa, porém, ao ato falho, ao discordar da presidenta no que se refere à posição de Dilma quanto “ao atual surto inflacionário”, embora formulada a objeção com suave cautela, para aplaudir logo o propósito do governo de abrir os aeroportos à iniciativa privada em regime de concessão.

São teclas antigas de quem professa a religião do Deus Mercado e enxerga nas privatizações os caminhos da Graça. Os praticantes brasileiros dos jogos financeiros não estão sozinhos: de fato, para variar, trata-se de pontuais discípulos, ou imitadores. Os Estados Unidos ensinam, por lá os vilões do neoliberalismo, responsáveis pela crise mundial, continuam a postos para atiçar a doença. O exemplo seduz. Aí se origina a tentativa, levada adiante obviamente pela mídia, de derrubar o ministro Guido Mantega, representante da continuidade que a tigrada gostaria de ver interrompida de vez.

As consequências da aventura neoliberal, que deixaria o próprio Adam Smith em pânico, atingem inclusive o Brasil. No ano passado crescemos 7,5%, este ano a previsão fica bastante abaixo, entre 4% e 4,5%. Será um bom resultado no confronto com outros, mas dirá que ninguém está a salvo. CartaCapital confia na permanência de Mantega e na continuidade, ainda que, desde a posse, reconheça na presidenta a capacidade de imprimir à linha do governo características da sua personalidade.

É simplesmente tolo imaginar a ruptura almejada pela mídia, perfeita intérprete de um sentimento que sobe das entranhas de burgueses e burguesotes contra o metalúrgico nordestino eleito à Presidência duas vezes por larga maioria e destinado a passar à história como o melhor e mais amado desde a fundação da República. Pelo menos até hoje. Os senhores do Brazil zil zil ainda cultivam o ódio de classe. O mesmo Lula, que frequentemente mantém contatos com a sucessora, a qual, do seu lado, sabia previamente da ausência do antecessor ao almoço, observa: “Quando me elegi, me apresentaram como a continuidade de FHC, agora dizem que Dilma não dá continuidade ao meu governo”.

O ex-presidente tucano formula, aliás,- a sua hipótese sobre a ausência de Lula: inveja dele mesmo, FHC. Quem sabe o contrário se dê de fato quando, dentro de poucos dias, Lula receber o canudo honoris causa da Universidade de Coimbra.

Teste final: se Lula fosse ao almoço, que diria a mídia? Foi para: A. Não ficar atrás de FHC; B. Pronunciar um discurso de improviso em louvor a Chávez, Fidel e Ahmadinejad. C. Ofuscar Dilma.

Mino Carta

Mino Carta é diretor de redação de CartaCapital. Fundou as revistas Quatro Rodas, Veja e CartaCapital. Foi diretor de Redação das revistas Senhor e IstoÉ. Criou a Edição de Esportes do jornal O Estado de S. Paulo, criou e dirigiu o Jornal da Tarde. redacao@cartacapital.com.br

domingo, 20 de março de 2011

ANIVERSÁRIOS DE 2011: Erinaldo/Geilson e Rômulo-INTRODUÇÃO

conforme foto do cartaz acima, a "Confraria do Zé Pajé", comemorou neste último sábado (dia 19-03-2011), os aniversários de ERINALDO, GEILSON e RÔMULO. Compareceram a este evento os seguintes componentes:
1)-Rômulo;
2)-Geilson;
3)-Renato;
4)-Joãozinho;
5)-Tasso;
6)-Nailton;
7)-Antônio;
8)-Brasil;
9)-Erinaldo;
10)-Erivelton;
11)-Airton;
12)-Lopes(visitante)

ANIVERSÁRIOS DE 2011: Erinaldo/Geilson e Rômulo-Seção de FOTOS DIVERSAS









ANIVERSÁRIOS DE 2011: Erinaldo/Geilson e Rômulo-Seção entrega de PRESENTES


Conforme fotos acima, o aniversariante RÔMULO recebeu do amigo RENATO os seguintes presentes:

1)-um DVD MUSICAL da cantora Roberta Sá, intitulado: "Ao vivo no Rio";
2)-um CD da cantora Cássia Eller, intitulado: "Acústico"

ANIVERSÁRIOS DE 2011: Erinaldo/Geilson e Rômulo-Seção entrega de PRESENTES


Conforme fotos acima, o aniversariante ERINALDO recebeu do seu irmão ERIVELTON os seguintes presentes:
1)- um DVD musical da cantora Marisa Monte, intitulado: "memórias, crônicas e declarações de amor";
2)- um cd da cantora Adriana Calcanhoto, intitulado: "Seleção Essencial"

ANIVERSÁRIOS DE 2011: Erinaldo/Geilson e Rômulo-Seção entrega de PRESENTES


Conforme fotos acima, o aniversariante GEILSON recebeu do amigo BRASIL os seguintes presentes:
1) - um DVD MUSICAL intitulado: "Zé Ramalho canta Raul Seixas";
2)- um CD da cantora Elba Ramalho, intitulado "Seleção Essencial"

ANIVERSÁRIOS DE 2011: Erinaldo/Geilson e Rômulo-Seção entrega de CD Personalizado


Conforme fotos acima, o aniversariante RÔMULO recebeu do visitante LOPES um cd personalizado intitulado: "O GOSTO MUSICAL DE RÔMULO", que tem a seguinte relação de músicas:

1) -Patiense (Paula Toller);
2)-Nossa Canção(Vanessa da Mata);
3)-Dezembros (Fagner + Zeca Balero);
4)-Certas Coisas(Milton Nascimento);
5)-Quem de nós dois (Alex Cohen);
6)-Monte Castelo (Leila Pinheiro);
7)-Brincar de Viver (Maria Bethânia);
8)-Alweys (Bon Jovi);
9)-Quando Fecho os Olhos(Gal Costa);
10)-Avesso (Jorge Versilo);
11)-Pássaro de Fogo (Paula Fernandes);
12)-Alô Fevereiro(Roberta Sá);
13)-O Tempo não para (Zélia Duncan);
14)-Whats Up (Danni Carlos).

ANIVERSÁRIOS DE 2011: Erinaldo/Geilson e Rômulo-Seção entrega de CD Personalizado


Conforme fotos acima, o aniversariante GEILSON recebeu do amigo NAILTON o cd personalizado intitulado; "O GOSTO MUSICAL DE GEILSON", que tem uma relação de músicas baseada em três cantores cearenses: Fagner, Ednardo e Belchior.

segunda-feira, 14 de março de 2011

AVISO IMPORTANTE:

AVISO AOS COMPONENTES DA "CONFRARIA DO ZÉ PAJÉ" QUE NESTE PRÓXIMO SÁBADO, OU SEJA, DIA 19/03/2011, IREMOS COMEMORAR OS SEGUINTES ANIVERSÁRIOS:
1) DE ERINALDO (COM UM POUQUINHO DE ATRASO);
2) DE GEILSON;
3) DE RÔMULO


Texto postado por Rômulo(Diretor de Eventos)