quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

SEÇÃO DE HUMOR: Piada

Título da Piada: "O Guarda e o Infrator de Trânsito"

Escrito por Jose Reinaldo

Dom, 16 de Janeiro de 2011 22:26

Ao ver que um guarda de trânsito estava no seu encalço

o camarada acelerou o carro ...

O guarda então acelerou também e deu início a uma

grande perseguição, até que finalmente conseguiu alcançar

o infrator...

Mandou que ele encostasse o carro,

pediu seus documentos e perguntou:

-Porque que ao tentar abordá-lo o senhor pisou no acelerador

em vez de parar?

O sujeito então lhe explicou:

-Sabe o que é, sue guarda?

O ano passado minha mulher fugiu com um guarda de trânsito...

Eu pensei que o senhor fosse ele querendo devolvê-la...

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Seção: Comentários

Extraído do blog Os Amigos do Presidente Lula:

Comentários pelas ruas de São Paulo


- Depois de tanta chuva, Alckmim anunciou a construção da hidroelétrica do Anhangabaú.

- Em SP não se fala mais direita e esquerda… agora é bombordo e estibordo!

- Se a São Silvestre fosse em janeiro, o Cesar Cielo ia humilhar!

- Depois do Airbag, os coletes salva vidas são os opcionais mais importantes nos carros de Sao Paulo.

- O melhor serviço de entrega em SP é do Submarino.

- Ninguém passa fome em São Paulo, Bolinho de Chuva é o que não falta.

- Vamos assistir a chuva lá em casa hoje??

- Quem acha que a água do mundo está acabando não mora em SP.

- Meu passeio ciclístico de hoje fiz de pedalinho.

- Agora, todo paulistano tem casa com vista para o mar.

- Tem carioca morrendo de inveja, agora São Paulo tem dois mares: Mar ginal Tiete e Mar ginal Pinheiros.

- A Dilma está lançando o BALSA-familia pra ajudar São Paulo

- Pelo menos a SABESP cumpriu o prometido: água e esgoto na casa de todo mundo.

- O Alckmim tá trocando o bilhete Único pelo bilhete ÚMIDO!!

- A Marta disse para o Alckmim: Relaxa e bóia!!!

Do leitor – João Batista

SEÇÃO DE HUMOR: Piada

Título da Piada: "O BÊBADO NO A.A."
Um bêbado, já bem alcoolizado, entrou numa sala, onde, na porta, estava escrito: AA, e pediu:
- Ô, balconista, me vê uma pinga cheia aí, com um pouquinho de fernet. Pra começar.
Um homem, muito sério, pegou-o gentilmente pelo braço e lhe sussurrou:
- Meu amigo, aqui não tem bebida nenhuma, pelo contrário, somos os Alcoólicos Anônimos. Se você quiser pode se juntar a nós.
E o bêbado:
- Alcoólicos Anônimos? Puxa vida, então eu me enganei, eu pensava que vocês eram os Alcoólicos Assumidos.

Autor: João Batista dos Santos

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Seção: Comentários

A fúria do clima e a conta

Coluna do Leitor

Texto publicado na Revista Carta Capital em 18 de Janeiro de 2011 às 16:56h

As tragédias no Rio de Janeiro pegaram todos de surpresa, mas não deveriam. O leitor Saulo Rodrigues Filho enumera algumas medidas que devem ser tomadas que isso não aconteça novamente

A inesperada magnitude da catástrofe climática que se abateu sobre a região Serrana do Rio de Janeiro, sem precedentes nos registros históricos, pegou a todos de surpresa, inclusive aqueles que se dedicam a estudar os fenômenos climáticos ao redor do mundo. Por isso, como especialista nesse tema, quero apresentar minha leitura sobre o que ocorreu e minha angústia com o que pode vir a ocorrer num futuro muito próximo.

O dilúvio do dia 11 de janeiro de 2011 trouxe mais de 600 mortes, podendo chegar a 700, apenas na região Serrana, com perdas materiais que somam algo como 1% do PIB nacional, considerando os prejuízos causados nos três estados mais atingidos, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

A pior notícia? A de que isso ainda é pouco mediante o potencial de destruição desse tipo de extremo climático, onde as encostas, preservadas ou não, simplesmente se liquefazem, deixando os canais fluviais subitamente entulhados, espraiando a destruição até para áreas relativamente afastadas das suas margens. Nenhum mapa de risco climático teria sido capaz de prognosticar aquilo que estamos assistindo, estupefatos.

Imaginem se dilúvio semelhante tivesse sido despejado a poucos quilômetros de distância, nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo ou Belo Horizonte. A densidade populacional, e as precárias condições de ocupação das encostas nessas cidades, teriam levado não às centenas de vítimas de agora, mas a dezenas de milhares de mortes, talvez centenas de milhares de uma só vez. E a população atingida seria quase exclusivamente formada pelos estratos inferiores da pirâmide social, num perverso e brutal mecanismo de “desocupação” das favelas. Economicamente, os prejuízos poderiam atingir a casa dos dois dígitos percentuais do PIB.

Esse fenômeno tecnicamente conhecido como solifluxão, quando o solo flui, também chamado de deslizamento de encostas, até hoje, podia ser observado em pontos isolados, preferencialmente onde o desmatamento e a ocupação irregular favorecem esse tipo de evento. A partir de agora, não mais. Verificamos que trata-se de uma escalada progressiva ao longo dos últimos anos, que pode atingir indistintamente qualquer território da Serra do Mar e da Mantiqueira, do Espírito Santo a Santa Catarina, onde vivem cerca de 100 milhões de brasileiros.

A regularidade alarmante dos extremos de chuva que vêm assolando a região Sudeste do Brasil exige medidas urgentes de adaptação às novas condições climáticas. Desde 2008, houve os desastres do Reveillon de Angra dos Reis, de menor magnitude, passando pelo do Morro do Bumba, em Niterói e arredores, numa escala muito maior, chegando à catástrofe de dimensões bíblicas que assistimos consternados em Nova Friburgo e Teresópolis, em 2011.

Para quem acompanha o debate cientifico sobre mudanças climáticas, fica claro que esse evento de 2011 será lembrado como uma das evidências mais eloquentes de que o clima global está mudando de forma assustadora, por seu ineditismo e magnitude. A partir de agora, não há mais espaço para o ceticismo dos poucos que ainda resistiam em admitir a existência do fenômeno global. Chega de “brincar com fogo”, que nesse caso é a água destruidora!

As medidas de adaptação às mudanças climáticas estão previstas nos relatórios do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) da ONU desde 1990. Sabe-se também que os países mais vulneráveis são, perversamente, aqueles que menos contribuíram com as emissões de gases de efeito estufa, os países em desenvolvimento. Vulneráveis não apenas por sua menor capacidade econômica e conjuntural de enfrentar os novos desafios climáticos, mas também por estarem concentrados nas regiões mais quentes e climaticamente instáveis do globo.

Por isso, na última reunião realizada em Cancún, no México, em dezembro de 2010, a 15a Conferência do Clima aprovou a constituição de um fundo internacional de 100 bilhões de dólares para o financiamento de medidas de adaptação nos países mais pobres. Pode não parecer, mas trata-se de uma migalha diante dos investimentos necessários nesses países.

Para se ter uma idéia, apenas o Brasil absorveria um montante como esse para implantar as necessárias medidas de redução de sua vulnerabilidade ao clima: constituição de sistemas de monitoramento e alerta eficientes; construção de redes de drenagem pluvial nas inúmeras encostas da região Sudeste, devidamente redimensionadas à nova realidade climática; programas de reflorestamento de encostas e de saneamento; programas de treinamento e capacitação das instituições de governo responsáveis por áreas tais como: infra-estrutura, defesa civil, agricultura, transporte, habitação, saúde pública e educação. Isso sem falar nas outras regiões do país, que também exigem investimentos para a prevenção de catástrofes climáticas, como as secas no Semi-Árido do Nordeste que devem se agravar, os incêndios florestais que aumentam sua freqüência com o aquecimento na Amazônia e no Cerrado, e as inundações onde há rios caudalosos país afora.

Por fim, diante de um evento climático dessa magnitude não basta apontar o descaso das autoridades (ir)responsáveis pelo planejamento urbano e territorial, que historicamente têm contribuído para o agravamento da situação. Também a população que trata com total desrespeito o ambiente onde vive, desmatando encostas e entulhando lixo nos próprios quintais deve ser responsabilizada e chamada a uma urgente mudança de atitude.

A partir de agora, mais do que nunca, podemos advogar nos fóruns internacionais que parcela majoritária da conta para cobrir os custos desse imenso trabalho de prevenção de desastres climáticos deve ser apresentada aos verdadeiros responsáveis pela mudança do clima global, os países desenvolvidos, que por séculos vêm entulhando a atmosfera com gases de efeito estufa pela queima de combustíveis fósseis.

Saulo Rodrigues Filho é doutor em Ciências Ambientais pela Universidade de Heidelberg, Alemanha, geólogo e professor do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília

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SEÇÃO DE HUMOR: PIADA

Título da Piada: "AMOR, SUBLIME AMOR"
- Benhê, você me ama mesmo?
- Amo, claro.
- Mesmo eu sendo mais velha do que você?
- Isso não tem nada demais, ué.
- É mesmo?
- Claro.
- Você me ama acima de qualquer coisa, de qualquer pessoa?
- Amo, acima de qualquer coisa e de qualquer pessoa.
- Você me ama acima de Deus?
- Amo.
- Você me ama... hum... acima até da sua própria vida?
- Eu daria a minha vida por você, minha santa.
- Hum... Você me amaria mesmo se eu perdesse todo o meu dinheiro?
- Com certeza, benzinho. Mas por que tanta pergunta assim?
- Bom... Você promete que não vai ficar brabo?
- Prometo.
- No duro?
- No duro.
- Bom, é que eu... perdi tudo o que tinha, amor. Minhas empresas faliram. Todas. Só me restaram dívidas.
- É?
- É, meu lindo. Mas isso não tem importância, né? Já que você me ama acima de tudo, até da minha grana...
- Amor...
- Hã?
- Pode deixar que eu te gosto de qualquer jeito mesmo.
- Jura?
- Juro. E é por isso que hoje mesmo eu vou pros Estados Unidos ganhar bastante dinheiro pra gente poder se casar e viver com todo o conforto que você está acostumada.
- Sério, bem?
- Opa.
- Você vai hoje mesmo?
- Vou. Estou indo agorinha mesmo pro aeroporto comprar passagem pro primeiro avião.
- Nossa, bem, que legal! Eu sabia que você me amava mesmo. Eu sabia que o fato de eu ter sessenta anos e você, vinte e um, não tinha importância nenhuma. Mas você volta, né, amor?
- Volto, sim. Com certeza.
- Quando, bem?
- Bom, pelos meus cálculos, daqui a uns cinqüenta anos, minha santa... Adiós, old woman...

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

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SEÇÃO: EDUCAÇÃO

Texto publicado no blog: luisnassif, quata-feira, 12/01/2011 - 11:36

Por: Stanley Burburinho

Do UOL

USP perde candidatos para novas universidades federais

São Paulo - A ampliação da oferta de vagas em universidades federais no Estado é apontada por especialistas como uma das principais causas das abstenções recordes na segunda fase do vestibular da Fuvest, que seleciona para a Universidade de São Paulo (USP) e a Santa Casa. Ontem, o índice chegou a 9%. Anteontem, 8,33%. O padrão era em torno de 5% a 6%.

Neste ano, as três universidades federais em São Paulo ofereceram 5.118 vagas. Em 2005, eram 1.403, já que a Universidade Federal do ABC começou a funcionar em 2007, com 1,5 mil vagas. Há quatro anos, eram duas federais no Estado: Unifesp, com câmpus na capital, e os de São Carlos e Araras da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). A partir de 2008, foram abertos, além da federal do ABC, o câmpus de Sorocaba da UFSCar e outros quatro da Unifesp (Baixada Santista, Diadema, Guarulhos e São José dos Campos).

Seção: POLÍTICA

Texto publicado no Jornal "Valor"

Discrição marca os primeiros dias de Dilma

Por: Cristiano Romero e Rosângela Bittar | De Brasília
12/01/2011

Há dez dias no cargo, a presidente Dilma Rousseff começa a mostrar um estilo de governar inteiramente distinto ao de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva. A começar pelos horários. Dilma chega um pouco mais tarde que Lula ao Palácio do Planalto - entre 9h e 9h30 -, mas, geralmente, sai mais tarde - em média, entre 21h30 e 22h. Ao contrário do ex-presidente, começa as reuniões no horário e não tolera atrasos.

Em apenas uma semana e meia, a presidente demonstrou estar muito à vontade no cargo. Seu interesse pela gestão é primordial. Ontem, ela decidiu de última hora participar de uma reunião interministerial, na Casa Civil, agendada para debater o problema da dengue. Ao chegar lá, solicitou, como é de praxe em seus encontros com ministros, um diagnóstico detalhado da situação da doença em todo o país. Depois, cobrou ações, fez raciocínios junto com os presentes e tomou uma decisão: propor um pacto contra a dengue aos Estados mais afetados pela epidemia.

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É Presidenta mesmo ! com "a"

Por: Marcos Bagno


O Brasil ainda está longe da feminização da lín-gua ocorrida em outros lugares. Dilma Rousseff adotou a forma “presidenta”, que assim seja chamada.

Se uma mulher e seu cachorro estão atraves-sando a rua e um motorista embriagado atinge essa senhora e seu cão, o que vamos encontrar no noticiário é o seguinte: “Mulher e cachorro são atropelados por motorista bêbado”. Não é impressionante? Basta um cachorro para fazer sumir a especificidade feminina de uma mulher e jogá-la dentro da forma supostamente “neutra” do masculino. Se alguém tem um filho e oito filhas, vai dizer que tem nove filhos. Quer dizer que a língua é machista? Não, a língua não é machista, porque a língua não existe: o que existe são falantes da língua, gente de carne e osso que determina os destinos do idioma. E como os destinos do idioma, e da sociedade, têm sido determinados desde a pré-história pelos homens, não admira que a marca desse predomínio masculino tenha sido inscrustada na gramática das línguas.

Somente no século 20 as mulheres puderam começar a lutar por seus direitos e a exigir, inclusive, que fossem adotadas formas novas em diferentes línguas para acabar com a discriminação multimilenar. Em francês, as profissões, que sempre tiveram forma exclusivamente masculina, passaram a ter seu correspondente feminino, principalmente no francês do Canadá, país incomparavelmente mais democrático e moderno do que a França. Em muitas sociedades desapareceu a distinção entre “senhorita” e “senhora”, já que nunca houve forma específica para o homem não casado, como se o casamento fosse o destino único e possível para todas as mulheres. É claro que isso não aconteceu em todo o mundo, e muitos judeus continuam hoje em dia a rezar a oração que diz “obrigado, Senhor, por eu não ter nascido mulher”.

Agora que temos uma mulher na Presidência da República, e não o tucano com cara de vampiro que se tornou o apóstolo da direita mais conservadora, vemos que o Brasil ainda está longe da feminização da língua ocorrida em outros lugares. Dilma Rousseff adotou a forma presidenta, oficializou essa forma em todas as instâncias do governo e deixou claro que é assim que deseja ser chamada. Mas o que faz a nossa “grande imprensa”? Por decisão própria, com raríssimas exceções, como CartaCapital, decide usar única e exclusivamente presidente. E chovem as perguntas das pessoas que têm preguiça de abrir um dicionário ou uma boa gramática: é certo ou é errado? Os dicionários e as gramáticas trazem, preto no branco, a forma presidenta. Mas ainda que não trouxessem, ela estaria perfeitamente de acordo com as regras de formação de palavras da língua.

Assim procederam os chilenos com a presidenta Bachelet, os nicaraguenses com a presidenta Violeta Chamorro, assim procedem os argentinos com a presidenta Cristina K. e os costarricenses com a presidenta Laura Chinchilla Miranda. Mas aqui no Brasil, a “grande mídia” se recusa terminantemente a reconhecer que uma mulher na Presidência é um fato extraordinário e que, justamente por isso, merece ser designado por uma forma marcadamente distinta, que é presidenta. O bobo-alegre que desorienta a Folha de S.Paulo em questões de língua declarou que a forma presidenta ia causar “estranheza nos leitores”. Desde quando ele conhece a opinião de todos os leitores do jornal? E por que causaria estranheza aos leitores se aos eleitores não causou estranheza votar na presidenta?

Como diria nosso herói Macunaíma: “Ai, que preguiça…” Mas de uma coisa eu tenho sérias desconfianças: se fosse uma candidata do PSDB que tivesse sido eleita e pedisse para ser chamada de presidenta, a nossa “grande mídia” conservadora decerto não hesitaria em atender a essa solicitação. Ou quem sabe até mesmo a candidata verde por fora e azul por dentro, defensora de tantas ideias retrógradas, seria agraciada com esse obséquio se o pedisse. Estranheza? Nenhuma, diante do que essa mesma imprensa fez durante a campanha. É a exasperação da mídia, umbilicalmente ligada às camadas dominantes, que tenta, nem que seja por um simples – e no lugar de um –a, continuar sua torpe missão de desinformação e distorção da opinião pública.

Marcos Bagno é professor de Linguística na Universidade de Brasília.

Via Carta Capital

"O Caso da primeira cidade do Brasil a levar internet para todos"

texto publicado no blog: luisnassif, quarta-feira, 12/01/2011 - 18:02


Por Lilian Milena

A pequena Sud Mennucci driblou a situação nacional de baixo acesso a internet. Situada a 614 km da capital de São Paulo, e com pouco mais de 7.900 habitantes, é considerada a primeira cidade brasileira a levar acesso à internet a todas as residências do município.

Hoje, 70% das residências contam com equipamentos necessários para captar o sinal wi-fi oferecido pela prefeitura, enquanto em nível nacional, apenas 21% das residências contam com esse serviço, segundo dados da Pesquisa Nacional da Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

SEÇÃO DE HUMOR: "Humor Clínico" - Uma Contribuição de Professor Fernando

Após a cirurgia:
- Doutor, entendo que vocês médicos se vistam de branco. Mas por que essa luz tão forte?
- Meu filho, eu sou São Pedro.
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No psiquiatra:
- Doutor, tenho complexo de feia.
- Que complexo que nada.
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- Doutor, o que eu tenho?
- Ainda não sei, mas vamos descobrir na autopsia.
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- Meu médico é um incompetente. Tratou do fígado de minha esposa por vinte anos e ela morreu do coração.
- O meu é muito melhor. Se trata você do fígado, você morre do fígado.
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- Doutor, vim aqui para que o senhor me tire os dentes.
- Mas minha senhora, não sou dentista, sou gastroenterologista... e vejo que a senhora não tem nenhum dente na boca.
- É claro, engoli minha dentadura.
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Um psicanalista no consultório de outro:

- Doutor, venho ao colega para me aconselhar em um caso impossível.
- De que se trata, colega?
- Estou atendendo um argentino com complexo de inferioridade!

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O psiquiatra incentiva o paciente:
- Pode me contar desde o princípio...
- Pois bem, doutor! No princípio eu criei o céu e a terra...

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O psiquiatra para o paciente:
- Meu amigo, eu tenho uma boa e uma má notícia para você. A má é que você tem fortes tendências homossexuais.
- Meu Deus, doutor! E qual e a boa notícia?
- A boa notícia é que acho você um gato....

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- Sabe como diferenciar o psiquiatra do seu paciente?
- O psiquiatra é aquele que tem a chave do consultório.

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O paciente chega ao Psiquiatra tímido, cabisbaixo:
- Doutor, eu tenho dupla personalidade.
- Esquenta não, meu filho. Senta aí e vamos conversar nós quatro...

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Paciente chega ao médico e se queixa:
- Doutor, estou com dor aqui do lado direito da barriga e meus olhos ficaram amarelados!
O médico responde:
- Muito bem, e o Sr. bebe?
- Obrigado, eu vou aceitar uma dosezinha!

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Quando chega um paciente babando e fazendo sons esquisitos no consultório do neurologista, ele exclama:
- Ai, meu Deus! O que eu faço?
Já quando chega um paciente babando e fazendo sons esquisitos no consultório do neurocirurgião, ele exclama:
- Ai, meu Deus! O que eu fiz?

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No consultório psiquiátrico:
Paciente:
- Doutor, vou lhe contar um segredo: eu sou um galo!
O psiquiatra resolve aprofundar a anamnese:
- E desde quando o senhor acha que é um galo?
Paciente:
- Ah, desde que eu era um pintinho.

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Sabem qual a diferença entre um clínico, um cirurgião-geral, um psiquiatra e um patologista?
O clínico: Sabe tudo e não resolve nada.
O cirurgião: Não sabe nada mas resolve tudo.
O psiquiatra: Não sabe nada e não resolve nada.
O patologista: Sabe tudo, resolve tudo, mas sempre chega atrasado.

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O cara sofria de amnésia e procurou o médico:
- Doutor, estou com uma terrível amnésia.
- Desde quando?
- Desde quando, o quê, doutor?

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Psiquiatra para o paciente bebum:
- O senhor vai parar de beber cerveja! Durante um ano só vai beber leite.
- Outra vez, doutor?
- Por que, o senhor já fez esse tratamento?
- Já, durante meu primeiro ano de vida...

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Seção: POLÍTICA

Título do Texto: "Sócio inesperado"

Por: Mauricio Dias

Texto publicado na Revista Carta Capital em 3 de janeiro de 2011 às 17:45h

Lula entra no “Clube dos Eleitos” juntamente com 12 advogados, 2 militares, um médico, um economista e um sociólogo

Dentro de alguns dias, o presidente Lula será um ex-presidente. Deixa o poder, após oito anos, com o feito inédito de eleger um sucessor que ele próprio escolheu.

Despede-se com taxas elevadas de desaprovação da mídia e com históricas taxas, em torno de 80%, de aprovação da sociedade. Quem se engana?

Lula, um ex-torneiro mecânico, pernambucano de baixa escolaridade, driblou o provável destino ao escapar do Nordeste para o Sudeste como migrante pau de arara.

Em São Paulo, travou lutas históricas no sindicalismo do ABC paulista, no fim dos anos 1970, e terminou encarcerado, suspeito de ser um perigoso subversivo. Havia uma evidência sólida, uma barba espessa, naquele líder operário que os militares trancafiaram por uns tempos sob aplauso de muitos patrões.

Fundou o Partido dos Trabalhadores. Nome que, supostamente, expressava uma representação de classe. Teve apoio fundamental da Igreja Católica, de movimentos sociais, de intelectuais e de ex-militantes da esquerda armada. Contou, também, com a rejeição quase absoluta do Partido Comunista Brasileiro. O velho partidão que veio a falecer antes mesmo que o Muro de Berlim ruísse, sem conseguir sua principal meta: organizar os liberais para que fizessem a revolução burguesa. Talvez por cacoete, nascido dessa aproximação tática, muitos sobreviventes tornaram-se força auxiliar da direita e, juntos, fizeram de Lula o principal adversário. Pura reação do fracasso. Afinal, ao dar vigor ao capitalismo brasileiro, Lula fez, ao modo dele, o que os comunistas brasileiros tentavam. Há um conteúdo revolucionário nesse processo.

Para entrar no seletivo “Clube de Eleitos” de ex-presidentes, era um concorrente absolutamente improvável. Recebeu “bola preta” dos eleitores por três vezes. Por preconceito, o clube só dava acesso, pelo voto popular, a quem tinha diploma universitário ou espada de general. Quando Lula foi eleito, em 2002, aquele círculo restrito de ex-presidentes, em 103 anos de República, era composto de 12 advogados, dois militares, um médico, um economista e um sociólogo.

Agora o “Clube de Eleitos” terá um torneiro-mecânico como associado, que, mais do que ex-presidente, tornou-se um protagonista brasileiro no século XXI.

Foi esse presidente-operário que tirou muitos milhões da miséria absoluta. Impôs uma política externa altiva para o País e, principalmente, criou um novo parâmetro no processo de desenvolvimento do Brasil: é possível crescer distribuindo renda.

O pior de Lula talvez tenha sido o fim total de algumas ilusões, seguido pelo aprendizado dos truques políticos, naturais do poder, sobre os quais nunca falará publicamente porque, em geral, nos horroriza. Mas foi isso, certamente, que surpreendeu os adversários: esperavam que o presidente “chutasse o balde” e perdesse o controle da base de apoio na sociedade que o elegeu e no Congresso também escolhido pela sociedade.

Em 2005, durante o episódio conhecido como “mensalão”, resistiu ao “golpe branco” tramado pela oposição e armado em dois lances: o impeachment fracassado, seguido de igual fracasso da pressão persuasória para fazê-lo desistir do segundo mandato.

Lula não se rendeu à principal perversão do poder: o continuísmo além da regra. Há evidências, ainda agora, dos momentos de ambiguidade que viveu: sair ou ficar?

Superar a vontade de continuar dá a dimensão humana da decisão que tomou.

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Mauricio Dias

Maurício Dias é jornalista, editor especial e colunista da edição impressa de CartaCapital. A versão completa de sua coluna é publicada semanalmente na revista. mauriciodias@cartacapital.com.br

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TEXTO PARA REFLEXÃO:

Título do Texto: "Atitude é tudo..."


Joel era o tipo do cara que você gostaria de conhecer.
Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer.
Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo:
- Se melhorar, estraga.
Ele era um gerente especial, em um restaurante, pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes.
Ele era um motivador nato.
Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Joel estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.
Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:
- Você não pode ser uma pessoa tão positiva todo o tempo. Como você faz isso?
Ele me respondeu:
- A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo: Joel, você tem duas escolhas hoje. Pode ficar de bom humor ou de mau humor. Eu escolho ficar de bom humor. Cada vez que algo de ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. Eu escolho aprender algo. Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.
- Certo, mas não é fácil - argumentei.
- É fácil sim, disse-me Joel. A vida é feita de escolhas. Quando você examina a fundo, toda situação sempre oferece escolha. Você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. É sua a escolha de como viver a sua vida.
Eu pensei sobre o que Joel disse e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha.
Anos mais tarde, soube que Joel cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã. Foi rendido por assaltantes.
Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo. Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.
Por sorte ele foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital. Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo.
Encontrei Joel mais ou menos por acaso. Quando lhe perguntei como estava, respondeu:
- Se melhorar estraga.
Contou-me o que havia acontecido perguntando:
- Quer ver minhas cicatrizes?
Recusei ver seus antigos ferimentos mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto.
- A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu. Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas: poderia viver ou morrer. Escolhi viver.
- Você não estava com medo? perguntei.
- Os para-médicos foram ótimos. Eles me diziam que tudo ia dar certo e que eu ia ficar bom. Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado. Em seus lábios eu lia: "esse ai já era". Decidi então que tinha que fazer algo.
- O que fez?, perguntei.
- Bem, havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. Me perguntou se eu era alérgico a alguma coisa. Eu respondi: "sim". Todos pararam para ouvir a minha resposta. Tomei fôlego e gritei: "Sou alérgico a balas!" Entre as risadas, lhes disse: "Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como morto."
Joel sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas também graças à sua atitude.

Aprendi que todo dia temos a opção de viver plenamente.

Afinal de contas, "ATITUDE É TUDO".

E você, como escolhe viver sua vida???

(autor desconhecido)