segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Seção: POLÍTICA


Título: "Dilma, mostre que é de briga !"

Por: Mino Carta

Texto publicado na Revista Carta Capital em 8 de outubro de 2010 às 9:41h

O Brasil merece a continuidade do governo Lula em lugar da ferocidade dos eleitores tucanos. Por Mino Carta. Foto: Roberto Stuckert Filho

O Brasil merece a continuidade do governo Lula em lugar da ferocidade dos eleitores tucanos

As reações de milhares de navegantes da internet envolvidos na celebração dos resultados do primeiro turno como se significassem a derrota de Dilma Rousseff exibem toda a ferocidade – dos súditos de José Serra. Sem contar que a pressa de suas conclusões rima sinistramente com ilusões.

Escrevi ferocidade, e não me arrependo. Trata-se de um festival imponente de preconceitos e recalques, de raiva e ódio, de calúnias e mentiras, indigno de um país civilizado e democrático. É o destampatório de vetustos lugares-comuns cultivados por quem se atribui uma primazia de marca sulista em relação a regiões- entendidas como fundões do Brasil. É o coro da arrogância, da prepotência, da ignorância, da vulgaridade.

É razoável supor que essa manifestação de intolerância goze da orquestração tucana, excitada pelo apoio maciço da mídia e pelos motes da campanha serrista. Entre eles, não custa acentuar, a fatídica intervenção da mulher do candidato do PSDB, Mônica, pronta a enxergar na opositora uma assassina de criancinhas. A onda violeta (cor do luto dos ritos católicos) contra a descriminalização do aborto contou com essa notável contribuição.

Ocorre recordar as pregações dos púlpitos italianos e espanhóis: verifica-se que a Igreja Católica não hesita em interferir na vida política de Estados laicos. Não são assassinos de criancinhas, no entanto, os parlamentares portugueses que aprovaram a descriminalização do aborto, em um país de larguíssima maioria católica. É uma lição para todos nós. Dilma Rousseff deixou claro ser contra o aborto “pessoalmente”. Não bastou. Os ricos têm todas as chances de praticar o crime sem correr risco algum. E os pobres? Que se moam.

A propaganda petista houve por bem retirar o assunto de sua pauta. É o que manda o figurino clássico, recuar em tempo hábil. Fernando Henrique Cardoso declarava-se ateu em 1986. Mudou de ideia depois de perder a Prefeitura de São Paulo para Jânio Quadros e imagino que a esta altura não se abstenha aos domingos de uma única, escassa missa. Se não for o caso de comungar.

A política exige certos, teatrais fingimentos. Não creio, porém, que os marqueteiros nativos sejam os melhores mestres em matéria. Esta moda do marqueteiro herdamos dos Estados Unidos, onde os professores são de outro nível, às vezes entre eles surgem psiquiatras de fama mundial e atores consagrados. Em relação ao pleito presidencial, as pesquisas falharam e os marqueteiros do PT também.
Leio nesses dias que Dilma foi explicitamente convidada por autoridades do seu partido a descer do salto alto. Se subiu, de quem a responsabilidade? De todo modo, se salto alto corresponde a uma campanha bem mais séria e correta do que a tucana, reconhecemos nela o mérito da candidata.

Acaba de chegar o momento do confronto direto, dos debates olhos nos olhos. Ao reiterar nosso apoio à candidatura de Dilma Rousseff, acreditamos, isto sim, que ela deva partir firmemente para a briga, o que, aliás, não discreparia do temperamento que lhe atribuem. Não para aderir ao tom leviano e brutalmente difamatório dos adversários, mas para desnudar, sem meias palavras, as diferenças entre o governo Lula e o de FHC. Profundas e concretas, dizem respeito a visões de vida e de mundo, e aos genuínos interesses do País, e a eles somente. Em busca da distribuição da riqueza e da inclusão de porções cada vez maiores da nação, para aproveitar eficazmente o nosso crescimento de emergente vitorioso.

CartaCapital está com Dilma Rousseff porque é a chance da continuidade e do aprofundamento das políticas benéficas promovidas pelo presidente Lula. E também porque o adágio virulento das reações tucanas soletra o desastre que o Brasil viveria ao cair em mãos tão ferozes.

P.S. Bem a propósito: a demissão de Maria Rita Kehl por ter defendido na sua coluna do Estado de S. Paulo a ascensão social das classes mais pobres prova que quem constantemente declara ameaçada a liberdade de imprensa não a pratica no seu rincão.


"será que ele leu a bula errada ?"

SEÇÃO: HUMOR

TÍTULO: "HINO DO INTERNAUTA"

O vírus dos pilantras às mouses plácidas
De um pontocom um browser retumbante
E o uol da liberdade em disco rígido
Brilhou no excel da página nesse instante

Se open word deu inválid
Conseguimos formatar no Macintoshi
Enter save, ó megabyte,
Desafio o nosso site a própria soft

Ó dábliu, dábliu, dábliu, dábliu
Cyber, cyber!!

Brasil, um povo online, honrai os links,
De amor e de esperança download desce
E em teu formoso excel risonho e windows
A imagem do e-mail à tela adress

Gigabyte pela própria netscape
És belo, és forte até quando és moroso
E o teu cursor speedy essa tua senha
Tecla adorada

Entre outras news, eu imprimi
Ó pasta amada,
Dos zip deste Bol esc mãe Pentium
Fax modem, Brasil!!!!

"como é visto o vendedor"

TEXTO PARA REFLEXÃO:

TÍTULO DO TEXTO: "NÃO ESQUEÇA O PRINCIPAL"

Conta a lenda que certa mulher pobre com uma criança no colo, passando diante de uma caverna escutou uma voz misteriosa que lá dentro lhe dizia:

"Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas não se esqueça do principal. Lembre-se, porém, de uma coisa: Depois que você sair, a porta se fechará para sempre. Portanto, aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do principal...."

A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no seu avental. A voz misteriosa falou novamente:

"Você só tem oito minutos."

Esgotados os oito minutos, a mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou...

Lembrou-se, então, que a criança ficara lá e a porta estava fechada para sempre!

A riqueza durou pouco e o desespero, sempre.

O mesmo acontece, às vezes, conosco. Temos uns oitenta anos para viver, neste mundo, e uma voz sempre nos adverte:

"Não se esqueça do principal!"

E o principal são os valores espirituais, a oração, a vigilância, a família, os amigos, a vida! Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais nos fascinam tanto que o principal vai ficando sempre de lado... Assim, esgotamos o nosso tempo aqui, e deixamos de lado o essencial:

"Os tesouros da alma!"

Que jamais nos esqueçamos que a vida, neste mundo, passa rápido e que a morte chega de inesperado. E quando a porta desta vida se fechar para nós, de nada valerão as lamentações.

Portanto, que jamais esqueçamos do principal!

(Autor desconhecido)

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"sem nenhuma intenção"

SEÇÃO: HUMOR

Quantas pessoas são necessárias para trocar uma lâmpada?
Depende do tipo de pessoa:

Gays?
Seis: um para trocar e cinco para ficar gritando: Linda! Poderosa! Maravilhosa! Divina! Tuuudoo!

Peruas?

Duas: uma chama o eletricista e a outra prepara os drinques.

Psicólogos?
Apenas um, mas a lâmpada PRECISA QUERER ser trocada.

Loiras?
Cinco: uma para segurar a lâmpada e outras quatro para girarem a cadeira.

Consultores?
Dois... Um sempre abandona o trabalho no meio do projeto.

Bêbados?
Um, só pra segurar a lâmpada, enquanto o teto vai rodando.

Desenvolvedores de sistemas?
Trocar pra que! Não tem problema algum com a lâmpada velha, porque nos testes aqui no escritório ela funcionava bem ...

Ativistas Gays?
Nenhum. A lâmpada não precisa mudar para ser aceita pela sociedade.

Cantores sertanejos?
Dois: um troca a lâmpada e o outro escreve uma canção sobre os bons tempos da lâmpada antiga...

Machões?
Nenhum: macho não tem medo de escuro.

Patricinhas?
Duas: uma pra segurar a Coca light e outra pra chamar o papai.

Argentinos?
Um só: ele segura a lâmpada e o mundo gira ao seu redor.

Advogados?
Um , mas só se a lâmpada assinar a procuração e o contrato, onde ele cobra 30% de honorários.

Mulher com TPM?
Só ela! Sozinha!! Porque ninguém, dentro desta casa sabe como trocar uma lâmpada! São um bando de IMPRESTÁVEIS!!! Eles nem percebem que a lâmpada queimou! Eles podem ficar em casa no escuro por três dias antes de notar que a droga da lâmpada queimou! E quando eles notarem, vão passar mais cinco dias esperando que EU troque a lâmpada, porque eles acham que eu sou a ESCRAVA deles!!! E quando eles se derem conta de que eu não vou trocar a lâmpada, eles ainda vão ficar mais dois dias no escuro porque não sabem que as lâmpadas novas ficam dentro da droga da dispensa! E se, por algum milagre, eles encontrarem as lâmpadas novas, vão arrastar a poltrona da sala até o lugar onde está a lâmpada queimada e vão arranhar o piso todo, porque são INCAPAZES de saber onde a escada fica guardada! É inútil esperar que eles troquem a lâmpada, então sou eu mesmo quem vai trocá-la!

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Esse gosta da sogra !

TEXTO PARA REFLEXÃO:

Título do texto: "O FRIO QUE VEM DE DENTRO"

Conta-se que seis homens ficaram presos numa caverna por causa de uma
avalanche de neve.
Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles
trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles
se aqueciam.
Eles sabiam que se o fogo apagasse todos morreriam de frio antes que o dia
clareasse.
Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira: era a única maneira
de poderem sobreviver.
O primeiro homem era racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e
descobriu que um deles tinha a pele escura.
Então, raciocinou consigo mesmo: "Aquele negro! Jamais darei minha lenha
para aquecer um negro". E guardou-a protegendo-a dos olhares dos demais.
O segundo homem era um rico avarento. Estava ali porque esperava receber os
juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um homem da montanha que trazia
sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas.
Ele calculava o valor da sua lenha e, enquanto sonhava com o seu lucro,
pensou: "Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso? Nem pensar".
O terceiro homem era negro. Seus olhos faiscavam de ressentimento. Não havia
qualquer sinal de perdão ou de resignação que o sofrimento ensina.
Seu pensamento era muito prático: "É bem provável que eu precise desta lenha
para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar
aqueles que me oprimem". E guardou suas lenhas com cuidado.
O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros
os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Este pensou: "Esta nevasca
pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha."
O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente
para as brasas, nem lhe passou pela cabeça oferecer a lenha que carregava.
Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para
pensar em ser útil.
O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos os
sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido. "Esta
lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor
dos gravetos".
Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa
da fogueira se cobriu de cinzas e, finalmente apagou.
No alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à caverna
encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de
lenha.
Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse:
"O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro".
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Não deixe que a friagem que vem de dentro mate você.
Abra o seu coração e ajude a aquecer aqueles que o rodeiam.
Não permita que as brasas da esperança se apaguem, nem que a fogueira do
otimismo vire cinzas.
Contribua com seu graveto de amor e aumente a chama da vida onde quer que
você esteja.

sábado, 2 de outubro de 2010

"A Tatuagem da Vovó"

TEXTO PARA REFLEXÃO:

Título: "O Alpinista"


Contam que um alpinista, desesperado por conquistar uma altíssima montanha, iniciou sua escalada depois de anos de preparação. Como queria a glória só para ele, resolveu subir sem companheiros
.

Durante a subida foi ficando tarde e mais tarde, e ele não havia se preparado para acampar, sendo que decidiu seguir subindo... e por fim ficou escuro.

A noite era muito densa naquele ponto da montanha, e não se podia ver absolutamente nada. Tudo era negro, visibilidade zero, a lua e as estrelas estavam encobertas pelas nuvens.

Ao subir por um caminho estreito, a apenas poucos metros do topo, escorregou e precipitou-se pelos ares, caindo a uma velocidade vertiginosa. O alpinista via apenas velozes manchas escuras passando por ele e sentia a terrível sensação de estar sendo sugado pela gravidade. Continuava caindo...

E em seus angustiantes momentos, passaram por sua mente alguns episódios felizes e outros tristes de sua vida.

Pensava na proximidade da morte, sem solução... De repente, sentiu um fortíssimo solavanco, causado pelo esticar da corda na qual estava amarrado e presa nas estacas cravadas na montanha.

Nesse momento de silêncio e solidão, suspenso no ar, não havia nada que pudesse fazer e gritou com todas as suas forças: MEU DEUS, ME AJUDA !!!

De repente, uma voz grave e profunda vinda dos céus lhe respondeu:

- QUE QUERES QUE EU TE FAÇA?

- Salva-me, meu DEUS !!!

- -REALMENTE CRÊS QUE EU POSSO SALVÁ-LO?

- Com toda certeza Senhor !!!

- -ENTÃO CORTA A CORDA NA QUAL ESTÁS AMARRADO...

Houve um momento de silêncio; então o homem agarrou-se ainda mais fortemente à corda..

Conta a equipe de resgate, que no outro dia encontraram o alpinista morto, congelado pelo frio, com as mãos agarradas fortemente à corda... A APENAS DOIS METROS DO SOLO...

E você? Cortaria a corda ?

Às vezes precisamos tomar decisões que testam nossa fé em Deus.

E você? Que está tão agarrado às cordas? Te soltarias?

"O Suicida"

SEÇÃO: HUMOR

Título da Piada: "Uma Loira de Respeito"

No casamento da loira, sua mãe, uma mulher muito antiquada, dá alguns conselhos:

— Não esqueça uma coisa, filha... Nunca deixe que seu marido a veja sem nada. Use sempre alguma peça de roupa.

A loira não entendeu direito (novidade!) mas concordou.

Já no final da lua de mel, o marido pergunta:

— Amor... Já teve algum caso de loucura na sua família?

— Que eu saiba, não.... Por quê?

— A gente está há um mês em lua de mel... Já transamos, tomamos banho juntos, conversamos, transamos mais um pouco... E você nunca tira esse chapéu esquisito da cabeça!

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"colchão para solteiros !"

TEXTO PARA REFLEXÃO:

Título: "POR QUE O DEFEITO É SEMPRE DO OUTRO?"


Quando o outro não faz..
É preguiçoso.
Quando você não faz...
Está muito ocupado.

Quando o outro fala...
É intrigante.
Quando você fala...
É crítica construtiva.

Quando o outro se decide a favor de um ponto...
é "cabeça dura".
Quando você o faz...
Está sendo firme.

Quando o outro não cumprimenta,
é mascarado.
Quando você passa sem cumprimentar...
É apenas distração.

Quando o outro fala sobre si mesmo,
é egoísta.
Quando você fala...
É porque precisa desabafar.

Quando o outro se esforça para ser agradável,
tem uma segunda intenção.
Quando você age assim...
É gentil.

Quando o outro encara os dois lados do problema,
está sendo fraco.
Quando você o faz...
Está sendo compreensivo.

Quando o outro faz alguma coisa sem ordem,
está se excedendo.
Quando você faz...
É iniciativa.

Quando o outro progride,
teve oportunidade.
Quando você progride...
É fruto de muito trabalho.

Quando o outro luta por seus direitos,
é teimoso.
Quando você o faz...
É prova de caráter.

Quando você manda um e-mail com esse texto,
é porque gosta dos amigos.
Quando o outro manda...
É um desocupado.

Quando pensar em julgar o outro... olhe primeiro para dentro de você....

Em muitos julgamento mesquinhos, julgamos a nós mesmos na figura do outro.

"Bar Gay"

SEÇÃO: HUMOR

Título da Piada: "Errando o Verbo"

O marido, ao chegar em casa no final da noite, diz à mulher que já estava deitada:

- Querida, eu quero amá-la!

A mulher, com voz sonolenta:

- A mala? Ah... não sei onde está, não! Usa a mochila que está no maleiro do quarto de visitas.

- Não é isso querida, hoje vou amar-te!

- Por mim, você pode ir até Júpter, até Saturno e até a puta que o pariu, desde que me deixe dormir em paz

"Alegrias no esporte"



TEXTO PARA REFLEXÃO:

Título: "O DINHEIRO"

Ele pode comprar uma casa,

Mas não um lar

Ele pode comprar uma cama,

Mas não o sono

Ele pode comprar um relógio,

Mas não o tempo

Ele pode comprar um livro,

Mas não o conhecimento

Ele pode comprar um título,

Mas não o respeito

Ele pode comprar um médico,

Mas não a saúde

Ele pode comprar um sangue,

Mas não a vida

Ele pode comprar o sexo,

Mas não o amor

(Ensinamento chinês)

"coisas de loiras"

SEÇÃO: HUMOR

Título da Piada: "Profissão Perigo"

Na sala de aula, pergunta a professora:

— Aninha, o quê o seu pai faz?

— Meu pai é dentista, professora!

— Juquinha, e o seu pai?

— Médico, professora!

— Joãozinho, e o seu?

— Traficante, professora!

— Nooossssa! — reagiu a classe em uníssono.

Na hora do intervalo um amigo vira-se para Joãozinho e pergunta, indignado:

— Mas você não falou que o seu pai era deputado?

— Sim... Mas é que tenho vergonha de dizer isso na frente de todo mundo!

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domingo, 26 de setembro de 2010

"A IMAGEM DIZ TUDO"

SEÇÃO: HUMOR

O promotor pergunta ao réu:
- O senhor matou a vítima?
- Não, eu não sou o assassino.
- O senhor sabe da pena por perjúrio?
- Sei, sim. É muito menor do que a de assassinato!

"O MAIÔ ERRADO"

TEXTO PARA REFLEXÃO:

TÍTULO DO TEXTO: "O JULGAMENTO"


Havia numa aldeia um velho muito pobre, mas até reis o invejavam, pois ele
tinha um lindo cavalo branco...
Reis ofereciam quantias fabulosas pelo cavalo, mas o homem dizia:
- Este cavalo não é um cavalo para mim, é uma pessoa. E como se pode vender
uma pessoa, um amigo ?
O homem era pobre, mas jamais vendeu o cavalo.
Numa manhã, descobriu que o cavalo não estava na cocheira.
A aldeia inteira se reuniu, e disseram:
- Seu velho estúpido! Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado. Teria sido melhor vendê-lo. Que desgraça !
O velho disse:
- Não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. Este é o fato, o resto é julgamento. Se se trata de uma desgraça ou de uma benção, não sei, porque este é apenas um julgamento. Quem pode saber o que vai se seguir ?
As pessoas riram do velho.
Elas sempre souberam que ele era um pouco louco.
Mas, quinze dias depois, de repente, numa noite, o cavalo voltou.
Ele não havia sido roubado, ele havia fugido para a floresta.
E não apenas isso, ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.
Novamente, as pessoas se reuniram e disseram:
- Velho, você estava certo. Não se trata de uma desgraça, na verdade provou
ser uma benção.
O velho disse:
- Vocês estão se adiantando mais uma vez. Apenas digam que o cavalo está de
volta... quem sabe se é uma benção ou não? Este é apenas um fragmento. Você
lê uma única palavra de uma sentença - como pode julgar todo o livro ?
Desta vez, as pessoas não podiam dizer muito, mas interiormente sabiam que
ele estava errado.
Doze lindos cavalos tinham vindo...
O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens.
Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um cavalo e fraturou as pernas.
As pessoas se reuniram e, mais uma vez, julgaram.
Elas disseram:
- Você tinha razão novamente. Foi uma desgraça. Seu único filho perdeu o
uso das pernas, e na sua velhice ele era seu único amparo. Agora você está
mais pobre do que nunca.
O velho disse:
- Vocês estão obcecados por julgamento. Não se adiantem tanto. Digam apenas
que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe se isso é uma desgraça ou
uma benção. A vida vem em fragmentos, mais que isso nunca é dado.
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos
os jovens da aldeia foram forçados a se alistar.
Somente o filho do velho foi deixado para trás, pois recuperava-se das fraturas.
A cidade inteira estava chorando, lamentando-se porque aquela era uma luta
perdida e sabiam que a maior parte dos jovens jamais voltaria.
Elas vieram ate o velho e disseram:
- Você tinha razão, velho - aquilo se revelou uma benção. Seu filho pode estar aleijado, mas ainda está com você. Nossos filhos foram-se para sempre.
O velho disse:
- Vocês continuam julgando. Ninguém sabe ! Digam apenas que seus filhos foram forçados a entrar para o exército e que meu filho não foi. Mas somente Deus sabe se isso é uma benção ou uma desgraça. Não julgue, porque dessa maneira jamais se tornará uno com a totalidade. Você ficará obcecado com fragmentos, pulará para as conclusões a partir de coisas pequenas.
Quando você julga, você deixa de crescer. Julgamento significa um estado
mental estagnado. E a mente deseja julgar, porque estar em um processo é
sempre arriscado e desconfortável. Na verdade, a jornada nunca chega ao
fim. Um caminho termina e outro começa: uma porta se fecha, outra se abre.
Você atinge um pico, sempre existira um pico mais alto. Aqueles que não
julgam estão satisfeitos simplesmente em viver o momento presente e de nele
crescer... somente eles são capazes de caminhar com Deus.

(autor desconhecido)

"identificação para bêbados"

SEÇÃO: HUMOR

Numa audiência de julgamento de um caso de corrupção, o promotor interroga uma testemunha:
- É verdade que você aceitou dez mil reais para encobrir este caso?
A testemunha fica olhando fixamente para o horizonte, distraída, como se não tivesse ouvido a pergunta. O promotor repete:
- É verdade que você aceitou dez mil reais para encobrir este caso??
Como a testemunha continuava sem responder, o juiz interveio:
- Cavalheiro, por favor, responda à questão.
A testemunha, surpresa:
- Oh! Desculpe, eu pensei que ele estava falando com o senhor...

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"A Esmola"

TEXTO PARA REFLEXÃO:

TÍTULO DO TEXTO: "O VESTIDO AZUL"

Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita.
Ela freqüentava a escola local. Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram muito velhas e maltratadas.
O professor ficou penalizado com a situação da menina.

"Como é que uma menina tão bonita, pode vir para a escola tão mal arrumada?".

Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo.
Ela ficou linda no vestido azul.

Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas.

Quando acabou a semana, o pai falou: "mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços?.Que tal você ajeitar a casa? Nas horas vagas, eu vou dar uma
pintura nas paredes, consertar a cerca e plantar um jardim."

Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e o cuidado em todos os detalhes.

Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade.

Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado.
Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro.

A rua de barro e lama foi substituída por asfalto e calçadas de pedra.
Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.

E tudo começou com um vestido azul.

Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, deu a sua parte. Fez o primeiro movimento que acabou fazendo que outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias.

Será que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar em que vive?
Por acaso somos daqueles que somente apontamos os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito?

Lembremos que é difícil mudar o estado total das coisas. Que é difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada. É difícil reconstruir um planeta, mas é possível dar um vestido azul.

Há moedas de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento próprio e com bondade.
Você acaba de receber um lindo vestido azul.!!!!!!
Faça a sua parte.
Ajude-nos a melhorar o PLANETA!

BOA MENSAGEM !

SEÇÃO: HUMOR

O farmacêutico entra na sua farmácia e repara num homem petrificado, com os olhos esbugalhados, mão na boca, encostado em uma das paredes. Ele pergunta para o auxiliar:
- Que significa isto? Quem é esse cara encostado naquela parede?
- Ah! É um cliente que queria comprar remédio para tosse. Ele achou caro, então eu vendi um laxante.
- Você ficou maluco? Desde quando laxante é bom para tosse?
- É excelente. Olha só o medo que ele tem de tossir!!

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CUIDADO COM O PEDIDO !

TEXTO PARA REFLEXÃO:

TÍTULO DO TEXTO: "PARA ENTENDER O VALOR DO TEMPO"

Para entender o valor de um ano:

Pergunte a um estudante que não passou nos exames finais;

Para entender o valor de um mês:

Pergunte a mãe que teve um filho prematuro;

Para entender o valor de uma semana:

Pergunte ao editor de uma revista semanal;

Para entender o valor de uma hora:

Pergunte aos apaixonados que estão esperando o momento do encontro;

Para entender o valor do minuto:

Pergunte a uma pessoa que perdeu o avião, o trem, ou o ônibus;

Para entender o valor de um segundo:

Pergunte a uma pessoa que sobreviveu a um acidente;

Para entender o valor de um milisegundo:

Pergunte a uma pessoa que ganhou a medalha de prata nas olimpiadas;

O tempo não espera por ninguém.

Valorize cada momento de sua vida.

(autor desconhecido)

o poder de uma boato

SEÇÃO: HUMOR

PIADA DE LOIRA:
Uma loira chegou com seu carro novinho numa loja de acessórios e disse pro vendedor:
Quero instalar um pára-raios no meu carro.
E o vendedor explicou:
Olha, eu nunca ouvi falar nesse equipamento pra veículo. Por que é que você quer instalar um pára-raios no seu carro?
E a loura:
Heloooooooooouuuuuuuu! Nunca ouviu falar de seqüestro relâmpago não, ô desinformado?