sexta-feira, 23 de outubro de 2009

SEÇÃO: HUMOR

TÍTULO DA PIADA: “dividindo as dores...”

O marido e a mulher foram ao hospital para ter um bebê. Chegando lá, o médico

disse que tinham inventado uma máquina que dividiria as dores do parto com o

pai da criança. Perguntando se eles queriam experimentar o novo invento, de

pronto obteve aceitação do casal. O médico regulou a máquina para transferir

somente 10% da dor para o pai, dizendo que seria o bastante, pois sendo um homem

ele não conseguiria suportar mais do que isso. A mulher começou o trabalho de parto

e o marido estava se sentindo muito bem. Assim resolveram aumentar a taxa de dor

para 20%, e o marido continuava bem. O médico, intrigado, mediu a pressão, conferiu

o coração e tudo estava normal. Assim, resolveu ir aos 50%. Depois de um tempo,

o bebê estava quase nascendo e, como o marido continuava bem, resolveram transferir

a dor do parto 100% para o marido e proporcionar à mulher um parto sem dor.

Dessa forma, a mulher teve o bebê super tranqüila. Ela e o marido estavam muito felizes.

Ao chegarem em casa, encontraram o vizinho morto na varanda!


"A Placa Eficiente"

"OPOSIÇÃO EM QUEDA"


Em: 16/10/2009 14:30:06(Revista Carta Capital)

Por: Mauricio Dias

A eleição presidencial de 2010, a sexta que se realiza após o ciclo da ditadura, talvez seja a primeira com destaque incomum para a escolha dos representantes no Congresso que, de fato, expressa a soberania popular.

Lá, desde o fim dos anos 1990, o voto tem marcado o progressivo abandono do eleitor dos apelos dos mais tradicionais partidos conservadores, gêmeos quase univitelinos – o PSDB e DEM – em oposição a um crescimento constante das facções da esquerda, identificada com o interesse da população mais pobre. Notadamente, neste caso, o PT.

Em oito anos, o DEM, herdeiro do PFL, perdeu quase a metade dos deputados. Em 2006 elegeu 65 deputados. A perspectiva eleitoral do próximo ano afugentou mais gente do partido e ele tem, hoje, 58 representantes. Também em queda sucessiva, os tucanos saíram de 99, em 1998, para 65, em 2006. Essa fase marca a derrota dos candidatos do PSDB à Presidência, José Serra, em 2002, e Geraldo Alckmin, em 2006.

Os números indicam que a ênfase na eleição do Congresso não se dá especialmente por razões de ordem moral, pregada ultimamente por duvidosos arautos da ética. Talvez seja mais certo apostar na crescente identidade da população com as propostas de conteúdo mais social e de inspiração mais nacionalista.
É no confronto político travado no Congresso que a cobra fuma.

Não por acaso, o golpe de 1964 também se deu quando a composição da Câmara dos Deputados, na eleição de 1966, poderia tornar-se majoritariamente de centro-esquerda, naquela época capitaneada pelo PTB, por Jango e Brizola, sob a inspiração de Getúlio Vargas. O PTB abrigava, também, os representantes da esquerda comunista, cujos partidos ainda eram ilegais.

A mesma tendência eleitoral percebida nas eleições para a Câmara ocorre nas eleições para as prefeituras municipais. Nas últimas três competições, para a chefia dos mais de 5,5 mil municípios brasileiros, tucanos e pefelistas, descem a ladeira. De nada adiantou ao PFL, que sustentava a ditadura, adotar o nome de fantasia Democratas (DEM), em 2007.

O fracasso eleitoral dos dois partidos é gritante. Ela vai da façanha eleitoral do PFL em 2000, quando conquistou mais de mil prefeituras, para o insucesso do DEM, em 2008, quando ficou com apenas 495. Porcentualmente isso expressa mais de 40%.

Para o PSDB, a perda das prefeituras é ainda maior. Em 2000, após seis anos de administração Fernando Henrique Cardoso, os tucanos se aproximaram da conquista do PFL: 989 prefeituras. Em 2008, o número baixou para 779. Queda notável. O que os aguarda em 2010?

Os dois partidos já tentaram a maquilagem e não deu certo. Agora buscam uma cirurgia plástica. Os tucanos, inspirados por Fernando Henrique Cardoso, presidente de honra do partido, editaram milhares de exemplares de uma revista em que invocam a autoria da legislação social de Lula. Tentativa bizarra, na velha, e não na nova, acepção do termo. O DEM, para se livrar do passado, escolheu um jovem parlamentar na presidência (o deputado Rodrigo Maia) e anunciou que quer se livrar do estigma de partido de direita. Por isso vai apregoar o compromisso de manter os programas sociais do governo petista.

PSDB e DEM vão para um processo de canibalização um ao outro na disputa de eleitores. Não há votos suficientes no País para sustentar dois partidos de direita.



sábado, 17 de outubro de 2009

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE OUTUBRO/2009 : Edson

Neste mês de Outubro de 2009, comemora-se o aniversário do nosso amigo EDSON, conforme foto acima. Embora o mesmo encontre-se ausente, em virtude de morar na cidade de ITÚ-SP, isso não impede de rendermos nossas homenagens, relativas a este dia tão especial na vida desse nosso querido amigo.

Saiba, prezado EDSON, que:
"sua ausência física é evidente, no entanto, sua presença espiritual é constante"

Lembrando que a foto que abre este blog foi produzida por sua câmera fotográfica. Esta foto é tão representativa para a Turma de Amigos do Zé Pajé, que a mesma está "estampada" em todos os CDs personalizados dessa turma.

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE OUTUBRO/2009 : Edson

Foto: Edson e Renato

ESTA FOTO RETRATA UM POUCO DO QUE REPRESENTA O SÍTIO DE RENATO, QUE DIGA-SE DE PASSAGEM: "É UM VERDADEIRO PARAISO"

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE OUTUBRO/2009 : Relação de Músicas

Descrevemos, abaixo, a relação de músicas que representa o "GOSTO MUSICAL DE EDSON", vejamos:

1)- AS CANÇÕES QUE VOCÊ FEZ PRA MIM(ROBERTO CARLOS);
2)- CANTEIROS (FAGNER);
3)- VELHA ROUPA COLORIDA(BELCHIOR);
4) -A NOIVA DA CIDADE (CHICO BUARQUE);
5)- VOCÊ SE LEMBRA(GERALDO AZEVEDO);
6)- TOCANDO EM FRENTE(MARIA BETHÂNIA);
7)- ESPERE POR MIM MORENA(GONZAGUINHA);
8)- ALEGRIA, ALEGRIA(CAETANO VELOSO);
9)- ANDANÇA (NANA CAYMMI E DANILO CAYMME);
10)- MENINAS DO BRASIL(MORAIS MOREIRA);
11)- SAMBA DA BENÇÃO (VINICIUS DE MORAIS);
12)- RECONVEXO(MARIA BETHÂNIA);
13)- TANTO MAR(CHICO BUARQUE);
14)- EU NÃO EXISTO SEM VOCÊ (TOM E VINICIUS)

OBS: brevemente JOÃOZINHO irá enviar para EDSON um cd personalizado da turma, com a relação das músicas acima.

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE OUTUBRO/2009 -Crônica em homenagem ao aniversariante EDSON

CRÔNICA DO DIA: ANIVERSÁRIO DO AMIGO EDSON

Quando recebi o convite para escrever uma crônica em sua homenagem fiquei bastante lisonjeado, foi um prazer muito grande, são descrições, argumentações de quem tem o carisma como uma referência entre os amigos.

Como foi importante conhecê-lo, este paulista – cearense que conquistou todos nós. Sereno, amigo e com a intelectualidade que serviu para alavancar os valores que sempre precisamos para engrandecer cada vez mais, as conversas, os diálogos que muitos deles, servem de base para formação de opiniões, como para manter também, nosso padrão de exigência, diante de reflexões e assuntos considerados essenciais na nossa formação político cultural.

Parabéns, Edson, sempre iremos lembrar das suas indicações, de grandes escritores, de belos livros da literatura nacional e internacional que despertaram interesses pela leitura em boa parte dos amigos que aqui residem, o conhecimento que você repassou foi muito bem aprendido por alguns, e estes, com certeza, colocaram a leitura como prática prazerosa do seu dia a dia.Você tem uma grande parcela de contribuição.

Lembramos de você em muitas situações, mas tem uma que é a referência: seu gosto musical. Refinado, grande conhecedor e defensor da música popular brasileira, e que está sempre a procura e prestigiando novos valores, novos talentos, talentos para dar continuidade ao projeto da música de qualidade, tão bem representado pela geração Chico Buarque, Tom Jobim,Paulinho da Viola,Gonzaguinha etc.

Apesar de toda essa distância que separam Itu-SP e Crato-Ce estamos sempre lembrando de você, são relações de amizades construídas e alicerçadas pela simplicidade, transparência, companheirismo, que não se resumem apenas ao período de férias, estas permanecem durante todo ano, na certeza que sempre podemos contar com você e renovar tudo isso. A revolução tecnológica que vivemos hoje, ajuda bastante a mantermos contato constantemente, atualizando-o para com os eventos que possam acontecer.

Gostaria de terminar, agradecendo em nome de todos que fazem o “Grupos de Amigos do Pajé” pela sua contribuição no enriquecimento

cultural do grupo, como também neste interessante intercambio musical que o faz.

Desejamos tudo de bom, que seus projetos de vida sejam alcançados, e esperamos você mais uma vez no Crato, saboreando aquela cerveja bem gelada de forma bem SOSSEGADO, como você sempre diz.

É preciso amor pra poder pulsar

É preciso paz pra poder sorrir

É preciso a chuva para florir

Um abraço, do amigo, Professor Fernando.

Crato, 16 de outubro de 2009

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

"Sem Comentários"



SEÇÃO: HUMOR

TÍTULO DA PIADA: “ASSASSINATO POR TELEFONE”

O sujeito está viajando a negócios há duas semanas, quando resolve ligar para casa:
- Alô!
- É a Maria?
- É...
- Eu quero falar com a patroa!
- A patroa está dormindo...
- Dormindo a esta hora? Quatro da tarde! Chama ela mesmo assim!
- É que ela está no quarto com o namorado.
- Com o namorado?
- Sim!
- Escuta uma coisa, Maria, você quer ganhar 10 mil?
- Quero sim!
- Então, vá até o escritório, pegue o revólver na primeira gaveta e mate os dois.
- Péra aí...
Pouco depois.
- Pronto, e agora o que eu faço?
- Agora você joga os corpos na piscina...
- Piscina? Aqui não tem piscina, não!
- Não???!! Aí não é o 560-1921?

"Golpistas: Lá e Aqui!"

por Carlos Latuff

No caso de Roberto Micheletti renunciar e buscar asilo político, o Brasil poderia recebê-lo de braços abertos. Ou melhor, a imprensa brasileira. Quem sabe lhe arrumar um cargo de editor-chefe no Estadão, que em suas páginas tem culpabilizado a todos pelo golpe de estado em Honduras: Lula, Hugo Chaves, a diplomacia brasileira, o presidente deposto Manuel Zelaya. Menos os próprios golpistas, que aliás, para as rádios, jornais e TVs no Brasil, nem sequer são golpistas. Referem-se ao processo pelo qual Zelaya foi expulso como legítimo e constitucional.

Constitucional, a meu ver, foi o "impeachment"que afastou Fernando Collor da presidência, seguindo todo um trâmite legislativo. A menos, é claro, que a constituição hondurenha entenda como legítimo mandar soldados encapuçados invadir na calada da noite a residência de um presidente eleito, e sob a mira de fuzis, enfiá-lo num avião rumo a outro país.

Mas o que esperar da mídia brasileira que tem uma Folha de São Paulo, que emprestou seus veículos de reportagem para agentes da repressão, e que mais recentemente referiu-se a ditadura no Brasil como "Ditabranda"? Ou mesmo as Organizações Globo, cujo capo di tutti i capi Roberto Marinho, expandiu seus negócios graças ao apoio dado ao regime militar ? São os mesmos veículos que chamaram de "oposição" os golpistas que tentaram derrubar os governos eleitos de Hugo Chaves e Evo Morales.

A culpa pelo golpe em Honduras é de Manuel Zelaya, assim como a culpa pelo golpe no Chile provavelmente foi de Salvador Allende. Os militares e os civis que os comandam não tem culpa. Nunca tiveram. Sejam eles oficiais que torturaram e mataram presos políticos Brasil nos anos 60 e 70, ou mesmo policiais que torturam e matam nas favelas cariocas nos dias atuais. Assim como Berlusconi tenta reabilitar o fascismo quando disse que Mussolini "nunca matou ninguem" e que enviava seus opositores a "colônias de férias", a mídia brasileira tenta, com seus maneirismos, reabilitar as ditaduras.

São golpistas os que derrubaram Manuel Zelaya, como golpista também é a mídia brasileira, que tenta a todo custo nos convencer do contrário.

"Mensagem de Dono de Bar"

SEÇÃO: HUMOR

TÍTULO DA PIADA: “COM SÃO PEDRO”

Uma mulher foi levada às pressas para um Hospital, diretamente para o CTI. Lá chegando, teve aquela quase morte, que é uma situação pré-coma. Neste momento, encontrou-se com São Pedro:
- Que é isso? - perguntou ao Criador - Eu morri?
- Não, pelos meus cálculos voce morrerá daqui a 43 anos, 8 meses, 9 dias e l6 horas." - respondeu o Eterno.
Ao voltar a si, sabendo quanto tempo ainda tinha de vida, resolveu ali mesmo na clínica fazer uma lipoaspiração, uma plástica de restauração dos seios, plástica no rosto, no nariz, na barriga, tirou todos os excessos, ficando linda, jovial e teve alta uma semana depois.
No dia seguinte, ao atravessar uma rua, veio um veículo em alta velocidade e atropelou-a, matando-a na hora. Ao encontrar-se de novo com São Pedro, ela perguntou:
- Puxa, senhor São Pedro, eu achei que tinha mais 43 anos de vida. Por que eu morri? Logo depois daquela despesa
toda com cirurgias plásticas?
E São Pedro, aproximou-se dela e, olhando-a diretamente nos olhos, respondeu:
- Menina! Juro que não a reconheci!!! .

sábado, 10 de outubro de 2009

"A Primeira Vez"

"O Puff de Yeda Crusius"

Texto de Paulo Cezar da Rosa

Artigo publicado na Revista Carta Capital em 09/10/2009 12:12:15


Nesta quinta feira 8, a comissão de deputados gaúchos que analisa o pedido de abertura de um processo de impeachment da governadora Yeda Crusius (PSDB-RS) rejeitou a solicitação. O relatório da deputada Zilá Breitenbach, do mesmo partido da governadora, recomendando o arquivamento, foi aprovado pela maioria yedista de 16 deputados. A oposição retirou-se da sessão e é praticamente certo que em plenário haverá repetição do resultado.

A decisão afrontou a opinião da maioria dos gaúchos. No final de semana anterior, uma pesquisa do instituto Ibope mostrava uma rejeição de 60% ao nome da governadora e 64% de ruim e péssimo na avaliação de seu governo. Perguntados sobre o impeachment, 62% dos entrevistados se manifestaram a favor e apenas 22% contrários.

Números arrasadores
Yeda, diante de índices tão negativos (provavelmente a pior avaliação entre todos os governadores brasileiros) preferiu negar a realidade. Numa entrevista nacional, fez uma interpretação da pergunta feita pelo Ibope no sentido de que as pessoas estavam se manifestando a favor da investigação e não do seu afastamento. A pergunta entretanto, foi feita exatamente neste sentido.

Nos bastidores, algumas interpretações especulavam sobre a intencionalidade da pesquisa, totalmente negativa para a governadora. Uns, acreditando que o ministro Tarso Genro, candidato declarado do PT a governador, estaria disposto a limpar o terreno e desbloquear o campo yedista em busca de aliados entre os partidos de centro como o PDT e PTB, estaria por trás da pesquisa. Outros, que o verdadeiro interessado nos números mortíferos para as pretensões da tucana, seria seu companheiro de partido e candidatoa presidente, José Serra. O governador paulista estaria temeroso de que os escândalos envolvendo o governo gaúcho venham a contaminar sua candidatura. Como os reiterados convites a que Yeda desista de concorrer à reeleição não vêm sendo aceitos pela tucana, Serra estaria, através da pesquisa do Ibope, tentando colocar uma pá de cal nas pretensões da governadora.

Toques e estoques
No meio da semana, enquanto a base yedista cerrava fileiras para enterrar o pedido de abertura do processo de impeachment, surgiram provas de que Yeda reformou sua casa particular e mobiliou o quarto de um neto com recursos do erário público. Conforme o governo, a operação foi legal porque existiria uma lei que prevê a possibilidade de utilizar recursos públicos para isso, devendo a governadora devolver os bens comprados ou pagar por eles no final do mandato.

A foto do puff adquirido na Tok Stok, dos móveis e a reprodução da nota fiscal foram parar nos blogues e colunas políticas. Perto das denúncias de que mais de 300 milhões teriam sido desviados dos cofres públicos nos últimos anos, sendo 44 milhões no Detran gaúcho, os 13 mil reais do puff e dos móveis parecem ninharia. Mas vamos combinar: é imoral demais. Fosse de outro partido ou outras as circunstâncias, Yeda seria defenestrada do Palácio Piratini sem dó nem piedade.

Novo jeito de governar
Yeda elegeu-se em 2006 prometendo um “novo jeito de governar”. Saiu de menos de 5% nas pesquisas para a vitória nas urnas de maneira quase mágica. Isso parece ter vitaminado a arrogância e o sentimento de impunidade da elite que a levou ao Palácio Piratini.

Não foi feito ainda um balanço do custo da crise política que vive o Rio Grande do Sul. Mas sem dúvida é enorme e desolador. Quando um governante se põe a mobiliar sua casa com o dinheiro do povo, é sinal de que inexistem limites e os gaúchos estão, de fato, diante de um novo jeito de governar que afronta a todos.

"Escova Sob Medida"



SEÇÃO: HUMOR

TÍTULO DA PIADA: "TESTE DE EMPREGO"

Um homem foi fazer um teste pra conseguir um emprego em um loja de carros. Então o empregador perguntou:
— Você está em um túnel escuro e vê dois faróis. O que é?
— É um carro! — respondeu o candidato.
— Certo, mas que carro? Uma Mercedes? Um Audi? Uma BMW?
— Não sei, não dá pra ver! Está escuro!
— Certo — respondeu o entrevistador, com cara feia, fazendo anotações — Passemos para outro teste. Você está no mesmo túnel esc#ro e vê apenas um farol. O que é?
— É uma moto.
— Certo, mas que moto? Uma Yamaha? Susuki? Honda?
— Ué! Eu não sei! Está escuro!
— Você está reprovado!
Ele ficou muito decepcionado e pediu:
— Antes de sair da sala, posso fazer uma pergunta?
— Diga! — respondeu o empregador, seco.
— O senhor está na rua da sua casa e vê uma mulher de cabelo tingido, unha pintada, salto alto, vestido vermelho e rodando a bolsinha. O que é?
— Ora. É uma prostituta.
— Sim, mais qual delas? Sua irmã? Sua mulher? Sua mãe?

"Remador Otimista"

"CANTADAS EM LOIRAS REALMENTE NÃO DÃO CERTO"


VOCÊ) - Oi gata... Qual é seu telefone?
(LOIRA) - Nokia. E o seu?
(VOCÊ) - Uau! Isso aqui é uma calçada ou uma passarela de moda?
(LOIRA) - Hum, agora você me pegou... É que eu não sou daqui. Então não sei te informar...
(VOCÊ) - Eu não tiro o olho de você!
(LOIRA) - Ainda bem, né? Senão eu fico cega!
(VOCÊ) - Nossa! Eu não sabia que boneca andava!
(LOIRA) - Sério? Nossa, você tá por fora, hein? Já tem até Barbie que anda de bicicleta!
(VOCÊ) - Que curvas, hein!
(LOIRA) - Nem me fala... Eu bati o carro 7 vezes pra chegar nessa festa!
(VOCÊ) - Esse seu vestido vai ficar lindo jogado no chão do meu quarto!
(LOIRA) - Quer comprar um igual pra fazer um tapete? Eu te indico a loja...
(VOCÊ) - Meu coração disparou quando eu te vi!
(LOIRA) - Socorro! Alguém ajude! O moço está tendo um ataque cardíaco!
(VOCÊ) - Eu quero o seu amor, gata!
(LOIRA) - Espera só um pouquinho... Amô-or! Tem um moço aqui querendo você!
(VOCÊ) - Quer beber alguma coisa?
(LOIRA) -Ai, que bom que você apareceu, garçom!
(VOCÊ) - Me dá seu telefone, vai!
(LOIRA) - Socorro! Um assalto!

SEÇÃO: HUMOR

Título da Piada: "remédio para caganeira"

Entra um senhor desesperado na farmácia e grita:

- Rápido, me dê algo para a diarréia! Urgente!
O dono da farmácia, que era novo no negócio, fica muito nervoso e lhe dá o remédio errado: um remédio para acalmar os nervos.
O senhor, com muita pressa pega o remédio e vai embora.
Horas depois, chega novamente o senhor que estava com diarréia, e o farmacêutico lhe diz:
- Mil desculpas senhor. Creio que por engano lhe dei um medicamento para os nervos, ao invés de algum remédio contra a diarréia. Como o senhor está se sentindo?
O senhor responde:
- Cagado... mas tô tranqüilo.

"Batman Ocupado"

"IRRESPONSABILIDADE TUCANA"

Texto de Mauricio Dias

Artigo publicado na Revista Carta Capital em 09/10/2009


Como já era esperado, o senador tucano Tasso Jereissati apresentou um relatório contrário à entrada da Venezuela no Mercosul, proposta em um Contrato de Adesão que tramita no Congresso desde julho de 2006.

Na reunião da Comissão de Relações Exteriores do Senado, no dia 1º de outubro, quando Jereissati leu o parecer que fez, não apanhou ninguém de surpresa. Era uma carta já marcada. O relator, por exemplo, ausentou-se das sessões em que os depoentes apresentaram argumentos e informações divergentes dos palpites dele sobre a questão.

O que representam o relatório e o comportamento de Jereissati?

“Um ato hostil a um país com quem o Brasil tem aprofundado laços não apenas econômicos, mas também culturais e científicos. Lamentavelmente, o parecer não é apenas diplomaticamente equivocado. É também irresponsável”, responde o professor Fabiano Santos, coordenador do Núcleo de Estudos Sobre o Congresso (Necon/Iuperj), que faz acompanhamentos das comissões do Parlamento que tratam de temas relevantes para a inserção internacional do Brasil.

Segundo Fabiano Santos os dados do comércio entre Brasil e Venezuela nos últimos nove anos (gráfico) mostram “o tamanho da irresponsabilidade do relator”.

A aproximação comercial com a Venezuela é francamente favorável ao Brasil. Nos últimos dez anos, as exportações para a Venezuela aumentaram 858%, passando de 536,7 milhões de dólares, em 1999, para 4,6 bilhões de dólares em 2008. No ano passado, o Brasil teve um superávit comercial com os EUA de 1,8 bilhão de dólares. Com a crise, a Venezuela passou a representar 29% de todo o saldo da balança comercial brasileira. Dos 3 bilhões de dólares do saldo da balança, neste ano, 878 milhões de dólares vieram de negócios com os venezuelanos.

“A irresponsabilidade da rejeição do Protocolo de Adesão é ainda maior no campo político. O relatório de Jereissati, que evidencia uma forte preocupação com a fragilidade da democracia naquele país, sugere, como terapia, o isolamento político, negligenciando o potencial de contenção institucional que a inclusão ao Mercosul poderia ter, em um contexto em que tanto Chávez quanto a oposição se veem enredados em estratégias de radicalização política”, explica o coordenador do Necon.

Esse ponto provocou a indignação do senador Pedro Simon, durante acalorado debate com Jereissati. Em um momento de retorno aos seus melhores desempenhos na tribuna, Simon lembrou que “com a Venezuela dentro do Mercosul” haveria condição, na avaliação dele, “de garantir a democracia naquele país”.
Simon acredita que a posição do tucano Jereissati “favorece interesses contrários à integração continental, principalmente os norte-americanos”.

Mas não seria essa a motivação do senador Jereissati?

sábado, 3 de outubro de 2009

"VOLTANDO DA BEBEDEIRA"

SEÇÃO: HUMOR

TÍTULO DA PIADA: É NECESSÁRIO ATENÇÃO

Numa faculdade de medicina, o professor diz:
- Os Médicos têm que aprender duas coisas importantes:
1º - Ter sempre muita atenção
2º - Nunca ter nem um pouco de nojo
Por isso, vamos fazer um teste:
Trouxeram um cadáver e o professor enfiou o dedo no rabo do morto, lambeu e mandou todos fazerem o mesmo.
Todos se entreolharam, com cara de nojo, mas fizeram o mesmo. Depois que todos lamberam o dedo, o professor disse:
- Ótimo!!! - Nojo vocês não tem. Agora só falta a atenção, pois eu enfiei um dedo e lambi o outro!!!

"DEU NO BLOG DO LUIZ NASSIF"


"AS INVESTIGAÇÕES SOBRE O CASO ENEM"

Vamos a algumas considerações sobre o caso do furto das provas do ENEM, a partir do que saiu hoje nos jornais.

Primeiro, as conclusões. Depois, o raciocínio por trás delas:

· A probabilidade maior foi a de uma operação política. O pedido de dinheiro foi despiste.

· Quem atuou foi uma quadrilha organizada, que procurou dois veículos não estigmatizados por dossiês – Estadão e Record – para passar o furo.

· Dois trombadinhas-laranja foram escalados para oferecer o material para a Folha no mesmo momento. Mas foi uma óbvia manobra de despiste.

· Os bandidos deixaram claro que o sigilo de fonte era a maior garantia de impunidade para essas jogadas, reafirmando aquilo que detalhei à exaustão em “O Caso de Veja”: todo esquema de quadrilha especializada em dossiês tem, na ponta, a contraparte jornalística.

· Foi uma operação paulistana, não brasiliense, embora não se descarte a possibilidade dos bandidos terem vindo de Brasília.

Vamos ao detalhamento, a partir das matérias publicadas (clique aqui).

1. Há duas maneiras de se fazer dinheiro com o ENEM. O usual – conhecido por esquemas que fraudam provas de vestibulares – é vender para cursinhos ou pais de aluno. É mais rentável mas supõe um esquema prévio armado. O outro modo é explorar politicamente o episódio. E, aí, há duas hipóteses a serem investigadas. Ou o esquema pretendia dinheiro oferecendo o dossiê a jornais (com o intuito de criar escândalos políticos) ou atuava a serviço de alguma organização política.

2. Na explicação dos bandidos aos repórteres do Estadão, fica claro que a melhor maneira de gerar escândalos criminosos é em parceria com veículos propagadores de dossiês (não é o caso do Estadão). Eles dizem claramente que o sigilo de fonte garante a impunidade, razão para não terem procurado o PSDB. Pode ser uma tentativa algo canhestra de explicar porque procuraram o jornal; pode ser uma tentativa de despiste.

3. Três veículos foram procurados: Estadão, Record e, pelo que se sabe hoje pela leitura dos jornais, a própria Folha. Os que procuraram o Estado e a Record (não se sabe se são os mesmos) tinham claro conhecimento de fontes especializadas, sabiam das implicações políticas do caso e “adoçaram” a boca dos jornalistas acentuando que o caso poderia derrubar Ministros ou procurando legitimar o vazamento com toques moralistas. Os que procuraram a Folha precisaram se valer de um dono de pizzaria para conseguir o telefone do jornal.

4. O objetivo final era obviamente o Estadão ou a Record, mas por qual razão? Uma possibilidade seria o fato de ambos não terem se queimado com armações e dossiês falsos. Outra possibilidade é que as duas portas óbvias – Folha e Veja - estavam impedidas de serem acionadas. A Folha devido ao fato de controlar a Gráfica Plural (que recebeu a gigantesca encomenda do MEC de imprimir as provas); a Veja pelo fato da Abril ser grande fornecedora do Ministério da Educação.

5. Qual a intenção de colocar dois trombadinhas para procurar a Folha, então? Uma possibilidade (não a única) é de despiste, soltar penas ao vento para dificultar o trabalho da Polícia Federal, ou colocá-la no encalço de trombadinhas-laranja desviando o foco dos verdadeiros autores.

6. Foi uma manobra paulistana, não se tenha dúvida. No caso da Record e do Estadão, havia uma posição dos bandidos em, sempre, colocar Brasília como fonte do vazamento. Eram os filhos de deputados, ora o delegado da Polícia Federal, ora o funcionário do INEP. Ora, há todo um mercado de dossiês já estruturado em Brasília, em torno de sucursais ou dos próprios jornais locais. Uma possibilidade é que tenham atuado em São Paulo para fugir dos esquemas marcados em Brasília. Mas, sendo assim, a troco de quê a insistência em jogar os holofotes sobre supostas fontes brasilienses? Típica manobra de despiste: a operação foi paulistana, reforçada pelo fato de que o material que os repórteres do Estadão viram já eram provas impressas, e o INEP tinha apenas o print das questões em seus cofres.

"Algumas Considerações Sobre Michael Jackson"

Extraído do site: WWW.gun.com.br

O rei do pop morreu e tá rolando muita piadinha. Mas será que fazer piada com a morte de Michael Jackson é considerado humor NEGRO? Como fã de MJ, prometi que não ia criar nenhuma piada sobre ele. Mas vou falar umas que me contaram.

Porque com a morte dele, muitos comediantes tão tendo que reformular algumas piadas. Principalmente as de pedofilia. Agora a gente vai ter que usar o DJ Marlboro. Não é tão bom, mas é o que a gente tem. Apesar de que eu não gosto de fazer piada sobre pedofilia. Acho a maior criancice.

O Michael morreu e há pouco tempo morreu Dercy e Clodovil. Calypso quase morria… se morrer Preta Gil, Hebe e Rubinho eu não vou ter mais texto pra fazer show.

Me mandaram essa piada no Twitter:
“Michael Jackson morreu feliz porque vai encontrar o MENINO jesus.”

Além de ser uma piada de mau-gosto, não faz sentido porque a Madonna já tá pegando Jesus.

SEÇÃO: HUMOR

TÍTULO DA PIADA: "RAÇÃO PARA PINTO"

Uma moça da roça foi convidada para uma festa onde teria que usar vestido, coisa que ela não usava, pois andava só de calças compridas e sem a calcinha.
Não havia loja de roupas íntimas por perto, então ela teve uma idéia: lembrou-se de que o armazém de um vilarejo perto da fazenda, vendia sacos vazios. Como ela costurava bem, faria sua própria calcinha!
Ela foi até lá, comprou um saco de pano, correu para a máquina de costurar e confeccionou uma linda calcinha. No dia da festa, vestiu a peça feita em casa, colocou o vestido e pegou um ônibus para ir à festa.
Como estava acostumada a usar calças compridas, sentou-se num dos bancos, bem à vontade, de pernas abertas. Em sua frente estava um caipira que não tirava os olhos de cima dela.
Passado algum tempo, a menina se irritou e perguntou:
- O que foi caipira, nunca viu uma calcinha!?
- O caipira tomou um fôlego e respondeu:
- Óia moça, vê carcinha eu já vi, mas escrito "ração pra pinto", é a primeia veiz.

"Honestidade!!!"

"QUAL É O PROBLEMA ?"


Um dos maiores choques de minha vida foi na noite anterior ao meu primeiro dia de pós-graduação em administração. Havia sido um dos quatro brasileiros escolhidos naquele ano, e todos nós acreditávamos, ingenuamente, que o difícil fora ter entrado em Harvard, e que o mestrado em si seria sopa. Ledo engano.

Tínhamos de resolver naquela noite três estudos de caso de oitenta páginas cada um. O estudo de caso era uma novidade para mim. Lá não há aulas de inauguração, na qual o professor diz quem ele é e o que ensinará durante o ano, matando assim o primeiro dia de aula. Essas informações podem ser dadas antes. Aliás, a carta em que me avisaram que fora aceito como aluno veio acompanhada de dois livros para ser lidos antes do início das aulas.

O primeiro caso a ser resolvido naquela noite era de marketing, em que a empresa gastava boas somas em propaganda, mas as vendas caíam ano após ano. Havia comentários detalhados de cada diretor da companhia, um culpando o outro, e o caso terminava com uma análise do presidente sobre a situação.

O caso terminava ali, e ponto final. Foi quando percebi que estava faltando algo. Algo que nunca tinha me ocorrido nos dezoito anos de estudos no Brasil. Não havia nenhuma pergunta do professor a responder. O que nós teríamos de fazer com aquele amontoado de palavras? Eu, como meus outros colegas brasileiros, esperava perguntas do tipo "Deve o presidente mudar de agência de propaganda ou demitir seu diretor de marketing?". Afinal, estávamos todos acostumados com testes de vestibular e perguntas do tipo "Quem descobriu o Brasil?".

Harvard queria justamente o contrário. Queria que nós descobríssemos as perguntas que precisam ser respondidas ao longo da vida.

Uma reviravolta e tanto. Eu estava acostumado a professores que insistiam em que decorássemos as perguntas que provavelmente iriam cair no vestibular.

Adorei esse novo método de ensino, e quando voltei para dar aulas na Universidade de São Paulo, trinta anos atrás, acabei implantando o método de estudo de casos em minhas aulas. Para minha surpresa, a reação da classe foi a pior possível.

"Professor, qual é a pergunta?", perguntavam-me. E, quando eu respondia que essa era justamente a primeira pergunta a que teriam de responder, a revolta era geral: "Como vamos resolver uma questão que não foi sequer formulada?".

Temos um ensino no Brasil voltado para perguntas prontas e definidas, por uma razão muito simples: é mais fácil para o aluno e também para o professor. O professor é visto como um sábio, um intelectual, alguém que tem solução para tudo. E os alunos, por comodismo, querem ter as perguntas feitas, como no vestibular.

Nossos alunos estão sendo levados a uma falsa consciência, o mito de que todas as questões do mundo já foram formuladas e solucionadas. O objetivo das aulas passa a ser apresentá-las, e a obrigação dos alunos é repeti-las na prova final.

Em seu primeiro dia de trabalho você vai descobrir que seu patrão não lhe perguntará quem descobriu o Brasil e não lhe pagará um salário por isso no fim do mês. Nem vai lhe pedir para resolver "4/2 = ?". Em toda a minha vida profissional nunca encontrei um quadrado perfeito, muito menos uma divisão perfeita, os números da vida sempre terminam com longas casas decimais.

Seu patrão vai querer saber de você quais são os problemas que precisam ser resolvidos em sua área. Bons administradores são aqueles que fazem as melhores perguntas, e não os que repetem suas melhores aulas.

Uma famosa professora de filosofia me disse recentemente que não existem mais perguntas a ser feitas, depois de Aristóteles e Platão. Talvez por isso não encontramos solução para os inúmeros problemas brasileiros de hoje. O maior erro que se pode cometer na vida é procurar soluções certas para os problemas errados.

Em minha experiência e na da maioria das pessoas que trabalham no dia-a-dia, uma vez definido qual é o verdadeiro problema, o que não é fácil, a solução não demora muito a ser encontrada.

Se você pretende ser útil na vida, aprenda a fazer boas perguntas mais do que sair arrogantemente ditando respostas. Se você ainda é um estudante, lembre-se de que não são as respostas que são importantes na vida, são as perguntas.

Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br)

Editora Abril, Revista Veja, edição 1898, ano 38, nº 13, 30 de março de 2005, página 18

SEÇÃO: HUMOR

TÍTULO DA PIADA: "GOL DE PLACA"

Tarde de domingo. Futebol de várzea em Lisboa. A certa
altura um dos jogadores vai cobrar um escanteio e o gândula,
muito sacana, coloca uma pedra no lugar da bola. O cobrador
do escanteio, toma distância, corre e pimba. Mete uma bic#da
na bola, ou melhor, na pedra.
Cai no chão, começa a gemer, mas logo está dando gargalhadas!
O gândula , indignado, pergunta:
— Você acabou de quebrar o pé chutando a pedra, posso saber do que você está rindo?
— Hahaha! Tô rindo daquele imbecil que fez o gol de cabeça!


"Propaganda Sincera"

"NACIONALISTAS X ENTREGUISTAS ?

O senador Tasso “tenho jatinho porque posso” Jereissati é um gênio.

Ele queria que o debate sobre o pré-sal fosse como o que precedeu a privatização dos telefones que entregou metade do Brasil ao irmão dele, Carlos, e a outra metade ao passador de bola apanhado no ato de passar bola, Daniel Dantas.

Tudo aprovado “em regime de urgência urgentíssima”, e a manipulação dos fundos de pensão das estatais.

Quando o Brasil assistiu àquele momento Péricles de Atenas do Fernando Henrique: “se isso der m…”, estamos todos no mesmo barco.

A virtude do Presidente Lula foi exatamente essa: politizar o debate do pré-sal.

Jogar os entreguistas dos Demo-tucanos de um lado e os nacionalistas do outro.

Lula reproduziu a batalha de Vargas pela Petrobrás.

O partido do senador Tasso “tenho jatinho porque posso” Jereissati também tentou politizar a questão.

Só que com outro objetivo: fazer o jogo dos entreguistas.

O Senador tucano Álvaro Dias, com a mão de gato de outro tucano então na presidência do Senado, montou a CPI da Petrobrás com a missão de desmoralizar, desconstruir a Petrobrás e, com isso, jogar o pré-sal no colo dos clientes do Davizinho Zylbersztajn.

Os entreguistas.

O senador Álvaro Dias, por exemplo, nas reuniões da CPI, recebia perguntas prontas de um repórter do Estadão, jornal terceirizado que se presta aos interesses dos entreguistas.

Os personagens são os mesmos de 1954: Globo, Estadão, o PiG (*) e a UDN.

Estão todos vivos.

E o senador Tasso “tenho jatinho porque posso” Jereissati corre o risco de encerrar ano que vem a breve carreira política.

Exatamente por isso: porque o povo do Ceará (onde há petróleo e o presidente Lula vai instalar a siderúrgica que o FHC não fez) pode não gostar de entreguistas.

Por: Paulo Henrique Amorim (site: Conversa Afinada)