sexta-feira, 18 de setembro de 2009

"Se Você Pode...

- começar o dia sem cafeína, nicotina ou tranqüilizantes;
- comer, dia após dia, a mesma comida sem se queixar;
- entender que água é a melhor coisa para lhe matar a sede;
- entender quando existe tensão ao teu redor e evitar o perigo;
- ser capaz de ficar indiferente diante da alta do dólar e da queda da bolsa;
- ser capaz de compreender quando todos estão muito ocupados para te atender;
- aceitar a crítica;
- acalmar tua tensão sem precisar de auxílio médico;
- ter pique para passar noites em claro, numa ótima;
- dormir tranqüilamente a qualquer hora, em qualquer lugar;
- relaxar ao final do dia;
- desfrutar da carícia de uma mão querida em tua cabeça;
- então, é quase certo:
VOCÊ É O CACHORRO DA CASA!


"Fases da Vida"

SEÇÃO: REFLEXÃO


Título do Texto:"Escolha da Águia"
Texto extraido do SITE:
WWW.MENSAGENSNAWEB.COM


A Águia é a ave de maior longevidade, podendo chegar aos 70 anos.
De maior envergadura de asas pois abertas podem chagar a 86cm de comprimento; sua visão é de trezentos graus, quase o dobro do humano.
Com uma membrana nictante é o único ser que pode olhar direto para o Sol; na forte tempestade não se esconde nem tenta inutilmente enfrenta-la, mas voa acima dela; fiel a uma única companheira ,nunca em bandos mas sempre sozinha e altaneira, caçadora, guerreira e corajosa, imponente, bela e preciosa no voar e no ataque.
Mas vamos ao mais fascinante:
Aos 40 anos suas unhas estão compridas e flexíveis e não conseguem mais segurar suas presas, seu bico se encurva e não morde mais com força, suas asas pesadas e envelhecidas dificultam o seu vôo.
Só há dois caminhos:
Deixar-se morrer ou renovar-se num doloroso e longo processo de 5 meses.
Ela voa para o ninho num paredão no alto da montanha, fica protegida, mas só poderá sair se novamente for capaz de voar.
Lá suporta corajosamente a dor.
Ela bate o bico velho contra a pedra até arrancá-lo, espera nascer um novo bico e com ele novamente suportando a dor, arranca as velhas unhas, novamente espera que nasçam novas unhas e com elas arranca as velhas penas.
Após 5 meses com novas asas, se lançará no vôo da Vitória e Renovação e viverá mais 30 anos.
Aos 40 anos renascerá para mais 30 anos, totalizando 70 anos.
Muitas pessoas vivem em constantes brigas e lamentos, vidas de ressentimentos e medo, sem coragem e força para o ritual da renovação do renascimento.
Destrua o bico do ressentimento, arranque as unhas da agressividade, retire as penas do medo que te impedem de voar; a decisão é só tua!!!
Vai viver como Urubu que se alimenta do podre do passado, do que está morto, ou vai voar livre acima da tempestade, recebendo a luz do sol como a Águia!!!
Decida pela vida.
Portanto, Voe COMO UMA ÁGUIA...

"AVISO NA PORTA"

"Um Debate Falso"

Texto Publicado na Revista: "Carta Capital", em: 21/08/2009 15:04:44

Por: Mauricio Dias

O depoimento da ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira, feito no Senado, expôs o desespero da oposição de manter acesa a chama do denuncismo que alimenta as manchetes dos jornais e o noticiário político em geral.

Tudo o que se ouve e se vê faz parte do jogo maniqueísta que se pratica. Portanto, é elementar e superficial por definição. Sem condições de enfrentar a avassaladora presença das ações do governo, os oposicionistas inventaram uma pauta de acusações em que se transfere para os acusados o ônus da prova.

É uma agenda falsa que a dobradinha oposição e imprensa tenta impor ao governo. Neste caso, com o objetivo de desconstruir a candidatura de Dilma Rousseff.

Recorro ao insuspeito ex-deputado Roberto Jefferson, que, no blog dele, acompanhando o depoimento de Lina Vieira, arrancou a máscara do episódio:

“Por enquanto, o assunto continua a ocupar os jornais e os discursos, apesar de não haver provas e sequer a data exata em que Dilma teria pedido que a investigação contra a família Sarney fosse acelerada. Mas para matar a cobra nem sempre é preciso mostrar o pau – a mera hipótese já causa estragos.”

Expert em efeitos políticos especiais, desde que fez a denúncia, sem provas, do que ele próprio apelidou com sucesso de “mensalão”, esse veredicto de Jefferson não é contaminado de suspeição pela causa governista.

A oposição demo-tucana se iguala aos piores momentos do PT na oposição. Os efeitos, no entanto, são desiguais. Os atuais oposicionistas têm a imprensa à disposição, por afinidades políticas avoengas, e produzem resultados devastadores ao adversário, embora circunscritos quase inteiramente ao eleitor passivo do universo letrado e conservador.

A oposição, arrastada pelo passe livre que tem na mídia adota um princípio primário e equivocado: quanto mais as coisas pioram, melhores se tornam.

Por isso, faz sentido o esforço oposicionista para ignorar a agenda real do País.

O governo oferece à sociedade PAC, Bolsa Família, Unasul, ProUni, Cotas, os programas de luz e moradia popular, além do não alinhamento automático com os Estados Unidos, entre outras iniciativas políticas.

A oposição reage com uma agenda de interesse eleitoral, travestida de discurso ético. Um flagrante desse confronto: na quarta-feira 19, enquanto se trombeteava a denúncia vazia e suspeita de Lina Vieira, o governo anunciava que o programa Bolsa Família atingia a marca de 573 mil famílias beneficiadas.

José Sarney é outro exemplo fulanizado dessa agenda falsa.

Ao longo dos últimos 30 anos ou mais, a imprensa ignorou as denúncias contra os desmandos dele no Maranhão, estado cujo IDH ruboriza a nacionalidade. Concentrados em desmoralizar Sarney, aliado de Lula, os ex-aliados miram na desarticulação da base governista no Congresso.

A criação da CPI da Petrobras é resultado de outra trama. O foco em supostos problemas de corrupção deixa na sombra o propósito de enfraquecer o controle da decisão que está nas mãos do governo, cuja proposta, a construção de uma nova empresa para gerir a tarefa, reacende nos corações e mentes a campanha pela criação da Petrobras nos anos 1950: o petróleo (do pré-sal) é nosso.

A pauta real do País merece uma oposição forte. Conservadora, mas honesta nos propósitos políticos, capaz de orientar a decisão da sociedade. O que está em cena não é isso.




"Apreciando a Obra"

SEÇÃO: HUMOR

PIADA DE PORTUGUÊS: "Prova da Cia."

Após uma série de seleções, entrevistas e testes,

escolheram três candidatos: um Francês, um Inglês e um Português.
Para a prova final, os agentes da CIA colocaram os candidatos
diante de uma porta metálica e entregaram-lhes uma pistola.
- Queremos ter a certeza de que vocês são capazes de seguir
ordens, quaisquer que sejam as circunstâncias.
- Atrás desta porta você vai encontrar
a sua mulher sentada numa cadeira.
Você terá que matá-la!
- Estão falando sério? Eu jamais mataria a minha mulher!!!
- Então você não serve, responde o agente.
Ao Inglês deram as mesmas instruções. Ele pegou a arma entrou
na sala e após cinco minutos regressou com lágrimas nos olhos.
- Tentei mas não posso matar a minha mulher.
- Você também não está preparado para trabalhar nesta agência.
Pegue sua mulher e vá embora.
Chegou enfim a vez do Português.
Deram-lhe as mesmas instruções.
Então, ouviram-se tiros, um estrondo e depois outro...
a seguir ouvem-se gritos, barulhos de móveis quebrando, etc...
Após alguns minutos, silêncio total.
Então a porta se abre lentamente
e o Português sai todo suado e diz:
- Ô pá, bem que vocês podiam ter me dito
que os tiros eram de festim!...
- Tive que matar a desgraçada a cadeiradas!!! Pronto!!!

"Ameaça Verbal"

Gripe Suina: A Fraude da Folha(*), da Globo e do Zé Pedágio(José Serra)


Como se sabe, a Folha (*), a Globo e o Zé Pedágio(José Serra) armaram uma catástrofe nacional com a epidemia de gripe suína, que dizimaria tantos brasileiros quanto a epidemia de febre amarela, que também eles inventaram.

Em conluio com a Folha(*) e a Globo, Zé Pedágio atrasou a volta das crianças às aulas.

Mas não suspendeu jogos do Brasileirão da Globo.

Foi tudo um golpe bem sucedido para atingir a popularidade do presidente Lula clique aqui para ler: Gripe suína derruba popularidade de Lula.

A gripe suína mata tanto quanto ou menos que a gripe de todo o inverno.

Circunstância que um funcionário do governo Serra, o Dr Drauzio Varella, omitiu – clique aqui para ler: Drauzio Varella, a gripe suína e uma omissão fatal

Leia, amigo navegante, o em tempo que recebemos de Rubens Sanches Proença

DE UM AMIGO NAVEGANTE:
A GRIPE PORCA DA FOLHA MATOU UM ESTADO DE SÃO PAULO INTEIRO…

PH,
Veja como a Folha mente. Sugiro que lembre, a mentira, junto com “o jornal da ficha falsa da Dilma, do câncer do Fidel, do Aécio vice do Serra, acrescentando agora, “Folha, de rabo preso com laboratórios: o jornal que matou o Brasil de gripe suina e ajudou os laboratórios a vender Tamiflu e vacina… ”

19-07-2009, Manchete da Folha
” 67 milhões devem ser afetados pela Gripe Suina em oito semanas: 4,4 milhoes precisarão ser hospitalizados”
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u597124.shtml

15-09-2009
Manchete discreta da Folha
” Hospitais de SP desfazem esquema especial para Gripe Suina”
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u597124.shtml

16-09-2009
9 mil casos e 800 mortes
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u598181.shtml
Hoje o Ministério da Saúde também divulgou balanço da pandemia de gripe A no país. Segundo o órgão, 899 pessoas morreram em decorrência da doença, e os casos confirmados são 9.249

(*) Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele acha da investigação, da “ditabranda”, do câncer do Fidel, da ficha falsa da Dilma, de Aécio vice de Serra, e que nos anos militares emprestava os carros de reportagem aos torturadores.

Texto publicado no ConversaAfinada em 17/09/2009, por Paulo Henrique Amorim

domingo, 13 de setembro de 2009

"Aristeu: O Evangélico Honesto"

"O Que é Política?"

O filho fala para o pai:

- Pai, eu preciso fazer um trabalho para a escola,
posso te fazer uma pergunta?

- Claro meu filho. Qual é a pergunta?

- O que é Política, pai?

- Bem, vou usar a nossa casa como exemplo. Sou eu quem
traz dinheiro para casa, então sou o "Capitalismo".
Sua mãe administra (gasta!) o dinheiro, então ela é
o "Governo". Como nós cuidamos das suas
necessidades, então você é o "Povo". A empregada é
a "Classe trabalhadora", e seu irmão nenê é "O
Futuro". Entendeu, meu filho"?

- Mais ou menos, pai. Vou pensar...

- Naquela noite, acordado pelo choro do irmão nenê, o
menino foi ver o que tinha de errado. Descobriu que
o nenê tinha sujado a fralda e estava todo
emporcalhado. Foi ao quarto dos pais e a sua mãe
estava num sono muito pesado. Então, foi ao quarto da
empregada e viu, através da fechadura, o pai na cama
com a empregada. Como os dois nem percebiam as
batidas que o menino dava na porta, ele voltou pro
quarto e dormiu.

Na manhã seguinte, na hora do café, ele falou pro pai:

- Pai, agora acho que entendi o que é Política!

- Ótimo, filho! Então me explica nas suas palavras...

- Bom, pai, enquanto o Capitalismo fode a Classe
Trabalhadora, o Governo dorme profundamente. O povo
é totalmente ignorado e o Futuro está todo cagado!


"Carta Para Renato Aragão"

Texto postado por Tony em Setembro/2009

Carta aberta, de Eliane Sinhasique, para Renato Aragão, o Didi.
Quinta, 23 de maio de 2009.

Querido Didi,

Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu Nome para colar nas correspondências)...

Achei que as cartas não deveriam sem endereçadas a mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta.
Não foi por 'algum' motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos). Você diz, em sua última Carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação.
Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula. A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da minha família. Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não Mata ninguém. Muito pelo contrário, faz bem! Estudei na escola da zona rural, fiz Supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro empresária.

Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos! Sem falar dos Impostos embutidos em cada alimento, em cada produto ou serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha família.

Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, porque a escola pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, meus dois filhos merecem. Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais.

O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores, dessa dinheirama toda, não têm a educação como prioridade. Pois a educação tira a subserviência e esse fato, por si só não interessa aos políticos no poder. Por isso, o dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando fora, ou aplicando muito mal. Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos)! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda? Você pode ajudar a mudar isso! Não acha?

Você diz em sua Carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você. É por isso que sua Carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada ao Presidente da República. Ele é 'o cara'. Ele tem a chave do Cofre e a vontade política para aplicar os recursos. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país, sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. Mas, infelizmente, não é o que acontece...

No último parágrafo da sua Carta, mais uma vez, você joga a responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da 'minha' doação, que a 'minha' doação faz toda a diferença. Lamento discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$ 15,00, eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.

Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$ 15,00 eu não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho. Isso significa que o governo leva mais de um terço de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família.

Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não. Você é um homem de bom senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.
Outra coisa Didi, mande uma Carta para o Presidente pedindo para ele selecionar melhor os ministros e professores das escolas públicas. Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino. Melhorar os salários, desses profissionais, também funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação. Peça para ele, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam além de ler, escrever e fazer contas possa desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.

Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando... Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari.

P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.

PS2: Aos otários que doaram para o criança esperança. Fiquem sabendo, as organizações Globo entregam todo o dinheiro arrecadado à UNICEF e recebem um recibo do valor para dedução do seu imposto de renda. Para vocês a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser deduzida do seu imposto de renda, porque é ela quem o faz.

PS3: E O DINHEIRO DA CPMF QUE PAGAMOS DURANTE 11(ONZE) ANOS?

MELHOROU ALGUMA COISA NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE DURANTE ESSES ANOS?

BRASILEIROS PATRIOTAS (e feitos de idiotas) DIVULGUEM ESSA REVOLTA...

Isto deveria chegar em Brasília.

"Relógio do Bar de Suliê"



"CRISE MASCULINA"

Texto postado por Tony em Setembro/2009


Quando eu completei 25 anos de casado, introspectivo, olhei para minha esposa e disse:


- Querida, 25 anos atrás nós tínhamos um fusquinha, um apartamento caindo aos pedaços, dormíamos em um sofá-cama e víamos televisão em uma TV preto e branco de 14 polegadas . Mas, todas as noites, eu dormia com uma mulher de 25 anos. E continuei:

- Agora nós temos uma mansão, duas Mercedes, uma cama super King Size e uma TV de plasma de 50 polegadas , mas eu estou dormindo com uma senhora de 50 anos. Parece-me que você é a única que não está evoluindo.

Minha esposa, que é uma mulher muito sensata, disse-me então, sem sequer levantar os olhos do que estava fazendo:


- Sem problemas. Saia de casa e ache uma mulher de 25 anos de idade que queira ficar com você. Se isso acontecer, com o maior prazer eu farei com que você, novamente, consiga viver em um apartamento caindo aos pedaços, durma em um sofá-cama e não dirija nada mais do que um fusquinha.


Sabe que fiquei curado da minha crise de meia-idade? Essas mulheres mais maduras são realmente demais!

E PRÁ COMPLETAR...

Querida, me responda, onde está aquela mulher linda e gostosa com quem eu me casei ?
A mulher responde, sem levantar os olhos do que estava fazendo:
Querido! Você a comeu, olhe bem o tamanho de sua barriga!

"Uma Maleta Útil"

"Sinto Mergonha de Mim"

Texto de: Ruy Barbosa

Texto postado por Tony em Setembro/2009

Sinto vergonha de mim
por ter sido educado
e ser parte desse povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.

Sinto vergonha de mim
por ter feito parte de uma era
que lutou pela democracia,
pela liberdade de ser
e ter que entregar aos meus filhos,
simples e abominavelmente,
a derrota das virtudes pelos vícios,
a ausência da sensatez
no julgamento da verdade,
a negligência com a família,
célula-mater da sociedade,
a demasiada preocupação
com o "eu" feliz a qualquer custo,
buscando a tal "felicidade"
em caminhos eivados de desrespeito
para com o seu próximo.

Tenho vergonha de mim
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos "floreios" para justificar
atos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre "contestar",
voltar atrás
e mudar o futuro.

Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer...

Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.

Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.

Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo brasileiro!

"De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem- se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
A rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto"

"O VENDEDOR"

CRÍTICA DE ARIANO SUASSUNA SOBRE O FORRÓ ATUAL

Texto postado por Tony em Setembro/2009

'Tem rapariga aí? Se tem, levante a mão!'. A maioria, as moças,
levanta a mão. Diante de uma platéia de milhares de pessoas, quase
todas muito jovens, pelo menos um terço de adolescentes, o vocalista
da banda que se diz de forró utiliza uma de suas palavras prediletas
(dele só não, de todas bandas do gênero). As outras são 'gaia',
'cabaré', e bebida em geral, com ênfase na cachaça. Esta cena
aconteceu no ano passado, numa das cidades de destaque do agreste (mas
se repete em qualquer uma onde estas bandas se apresentam). Nos anos
70, e provavelmente ainda nos anos 80, o vocalista teria dificuldades
em deixar a cidade.


Pra uma matéria que escrevi no São João passado baixei algumas músicas
bem representativas destas bandas. Não vou nem citar letras, porque
este jornal é visto por leitores virtuais de família. Mas me arrisco a
dizer alguns títulos, vamos lá:



Calcinha no chão (Caviar com Rapadura),
Zé Priquito (Duquinha),
Fiel à putaria (Felipão Forró Moral),
Chefe do puteiro (Aviões do forró),
Mulher roleira (Saia Rodada),
Mulher roleira a resposta (Forró Real),
Chico Rola (Bonde do Forró),
Banho de língua (Solteirões do Forró),
Vou dá-lhe de cano de ferro (Forró Chacal),
Dinheiro na mão, calcinha no chão (Saia Rodada),
Sou viciado em putaria (Ferro na Boneca),
Abre as pernas e dê uma sentadinha (Gaviões do forró),
Tapa na cara, puxão no cabelo (Swing do forró).

Esta é uma pequeníssima lista do repertório das bandas.

Porém o culpado desta 'desculhambação' não é culpa exatamente das
bandas, ou dos empresários que as financiam, já que na grande parte
delas, cantores, músicos e bailarinos são meros empregados do cara que
investe no grupo. O buraco é mais embaixo. E aí faço um paralelo com o
turbo folk, um subgênero musical que surgiu na antiga Iugoslávia,
quando o país estava esfacelando-se. Dilacerado por guerras étnicas,
em pleno governo do tresloucado Slobodan Milosevic surgiu o turbo
folk, mistura de pop, com música regional sérvia e oriental. As
estrelas da turbo folk vestiam-se como se vestem as vocalistas das
bandas de 'forró', parafraseando Luiz Gonzaga, as blusas terminavam
muito cedo, as saias e shortes começavam muito tarde. Numa entrevista
ao jornal inglês The Guardian, o diretor do Centro de Estudos
alternativos de Belgrado, Milan Nikolic, afirmou, em 2003, que o
regime Milosevic incentivou uma música que destruiu o bom-gosto e
relevou o primitivismo estético. Pior, o glamour, a facilidade
estética, pegou em cheio uma juventude que perdeu a crença nos
políticos, nos valores morais de uma sociedade dominada pela máfia,
que, por sua vez, dominava o governo.


Aqui o que se autodenomina 'forró estilizado' continua de vento em
popa. Tomou o lugar do forró autêntico nos principais arraiais juninos
do Nordeste. Sem falso moralismo, nem elitismo, um fenômeno
lamentável, e merecedor de maior atenção. Quando um vocalista de uma
banda de música popular, em plena praça pública, de uma grande cidade,
com presença de autoridades competentes (e suas respectivas patroas)
pergunta se tem 'rapariga na platéia', alguma coisa está fora de
ordem. Quando canta uma canção (canção?!!!) que tem como tema uma
transa de uma moça com dois rapazes (ao mesmo tempo), e o refrão é: 'É
vou dá-lhe de cano de ferro/e toma cano de ferro!', alguma coisa está
muito doente. Sem esquecer que uma juventude cuja cabeça é feita por
tal tipo de música é a que vai tomar as rédeas do poder daqui a alguns
poucos anos.

Ariano Suassuna



sexta-feira, 11 de setembro de 2009

"Placa de Aviso Feita Por Poligrota"

Seção de Piadas-Tema: Sogra

1. A sogra vai visitar a filha e o genro. Ela toca a campainha e o genro abrea porta e exclama:
- Sogrinha! Quanto tempo que a senhora não aparece! Quanto tempo vai ficarconosco desta vez?
A sogra, querendo ser gentil:
- Oh, meu genro, até vocês ficarem cansados de mim!
O genro responde:
- Sério? Não vai nem mesmo tomar um cafézinho?

"Os 50 Tipos de Cornos"

1. Abelha: O que vai para rua fazer cera e volta cheio de mé.
2. Ateu: Aquele que leva chifre e não acredita.
3. Atleta : É aquele que quando leva chifre sai correndo.
4. Atrevido: Aquele que se mete na conversa da mulher com o Ricardão.
5. Azulejo: Baixinho, quadrado e liso.
6. Banana: A mulher vai embora e deixa uma penca de filhos.
7. Brahma: O que pensa que é o número 1.
8. Bravo: Aquele que quando chamado de corno quer brigar.
9. Brincalhão: Aquele que leva chifre o ano inteiro e no carnaval sai
fantasiado de Ricardão.
10. Bateria: O que vive dizendo,"Vou tomar uma solução".
11. Burro - é aquele que segue a mulher o tempo todo e quando
flagra a mulher saindo do motel com o Ricardão, exclama: "Eu não
entendo!!!
12. Camarada: Aquele que ainda empresta dinheiro para o Ricardão.
13. Caninha: Aquele que só chega em casa bêbado.
14. Cebola: Quando vê a mulher com outro só chora.
15. Cheguei: Aquele que quando chega em casa grita bem alto: "Querida,
cheguei!"
16. Churrasco: Aquele que mete a mão no fogo pela mulher.
17. Cigano: Aquele que toda vez que leva chifre, muda de bairro e diz
para
os vizinhos que veio de São Paulo.
18. Crente: Aquele que sempre crê que sua mulher é honesta.
19. Cururu: Quando vê a mulher com outro fica todo inchado.
20. Denorex: Aquele que não parece, mas é.
21. Descarado: Aquele que leva chifre e ainda sai desfilando com a
mulher.
22. Desconfiado: Aquele que quando chega em casa procura o Ricardão até atrás dos quadros.
23. Detetive: Aquele que segue a mulher dos cornos e esquece da dele
25. Educado: Aquele que aprendeu com o pai e nunca deixa de
cumprimentar o Ricardão.
26. Elétrico: Quando os outros falam que ele é corno ele diz: "Tô ligado".
27. Familiar: Aquele que leva chifre de parente.
28. Famoso: Aquele que por onde passa é reconhecido como tal.
29. Fofoqueiro: Aquele que leva chifre e sai contando para todo mundo.
30. Fraterno: O que empresta a mulher para o irmão.
31. Frio: O que leva chifre e não esquenta.
32. Galo: O que tem chifres até nos pés.
33. Granja: O que dá casa e os outros comem.
34. Inflação: A cada dia que passa o chifre aumenta.
35. Iô-Iô: O que vai e volta.
36. Manso: Aquele que evita qualquer confusão com o Ricardão.
37. Masoquista: Aquele que leva chifre e não larga a mulher.
38. Matemático: O que vê a mulher fazendo 69 com outro e vai para o
bar tomar uma 51.
39. Medroso: O que fica escondido esperando o ricardão ir embora.
40. Morcego: O que só aparece à noite para chupar.
41. Papai Noel: Aquele que leva chifres, vai embora e volta por causa
das crianças.
42. Político: O que só faz promessa,"Eu vou matar esse cara".
43. Porco: Aquele que só come o resto.
44. Preguiça: O que só chega atrasado,"Eu ainda te pego".
45. Recado: Aquele que ainda leva bilhete da mulher para o Ricardão.
46. Teimoso: O que leva chifre da mulher e da amante.
47. Terremoto: Quando vê a mulher com outro fica tremendo.
48. Vingativo: Aquele que descobre que é corno e vai para a rua dar para qualquer um.
49. Xuxa: O que não larga a mulher por causa dos baixinhos.
50. Risadinha: O que leu tudo e está rindo de todos outros cornos acima.


"UMA IMPRENSA ANTIDEMOCRÁTICA

Texto de Mauricio Dias (colunista da Revista Carta Capital)- Publicado na Carta Capital em 28/08/2009

A imprensa brasileira tem sido adversária histórica das instituições representativas do País.”
Essa frase, um dos mais duros veredictos já feitos sobre a imprensa brasileira, é de Wanderley Guilherme dos Santos, professor aposentado de teoria política da UFRJ, fundador do Instituto Universitário de Pesquisa do Rio de Janeiro (Iuperj) da Universidade Candido Mendes, e consagrado pela Universidade Autônoma do México, em 2005, um dos cinco mais importantes cientistas políticos da América Latina.

Ela é parte do começo de uma conversa em torno da histórica tendência golpista da imprensa brasileira, que começa assim: “Com o fim da Segunda Guerra Mundial terminou também o Estado Novo brasileiro, ditadura civil que se iniciara em 1937. No mundo todo, mas em particular no Brasil, as elites políticas tradicionais se viram acompanhadas por um eleitorado em torno de 7 milhões, mais de dez vezes superior ao da Primeira República, e um movimento sindical legalizado e participante de algumas estruturas estatais, como os institutos de pensões e aposentadorias dos trabalhadores urbanos”.

Segundo ele, a imprensa brasileira “sem embargo da retórica democrática”, tornou-se a principal adversária das instituições representativas.

“A exemplo de toda a imprensa, denominada grande, latino-americana, “jamais hesitou em apoiar todas as tentativas de golpe de Estado, quando estas significavam a derrubada de presidentes populares ou o fechamento de congressos de inclinação mais democrática”, denuncia Wanderley Guilherme.

“No Brasil – prossegue –, não existe um só jornal de grande circulação que se posicione a favor dos respectivos congressos nacionais, nas esparsas ocasiões em que estes parecem funcionar.”

Por outro lado, ele anota que “toda vez que a direita recrudesce nas urnas, sempre encontra a simpatia midiática”.

“No Brasil, o único período em que o governo contou com o respaldo de algum jornal de certa respeitabilidade foi durante o segundo governo Vargas, com a Última Hora. Não houve um único jornal popular, de grande circulação no Brasil, durante esse período”, diz Wanderley Guilherme.

Última Hora também foi o único reduto jornalístico contra o golpe de 1964, que toda a mídia apoiou. Sem qualquer constrangimento.

Conceitualmente, ele lembra, a imprensa, além de ser um instrumento de difusão de informação e análise, é um ator político “na medida em que forma opinião, agenda demandas e que, eventualmente, beneficia ou cria obstáculos para governos”.

Wanderley Guilherme comenta: “A imprensa brasileira exerce, e tem todo o direito, de ter opinião e preferências políticas. No Brasil, no entanto, ela diz que apenas retrata a realidade. É falso. Há muito da realidade que não está na imprensa e há muito do que está na imprensa que não está na realidade”.

Não é novidade no mundo democrático. Novidade, como explica Wanderley Guilherme, é presumir e passar a impressão de que isso não acontece.

“A imprensa brasileira não tolera a ideia de governos independentes, autônomos em relação às suas campanhas. Isso implica um caminho de duas mãos. Significa que ela terá de sobreviver sem os governos. Então, é preciso que os governos precisem dela”, conclui.

É um retrato do momento que o Brasil atravessa no alvorecer do século XXI.